Vídeo: O teste FIA ao ‘aeroscreen’ da Red Bull e as imagens da sua estreia em pista

Por a 29 Abril 2016 09:58

A Red Bull estreou hoje no traçado de Sochi o seu sistema de proteção para a cabeça dos pilotos. Denominado ‘Aeroscreen’, o conceito ‘rodou’ na primeira sessão de treinos livres do GP da Rússia e apresenta-se como mais elegante do que a solução anteriormente revelada pela Ferrari, caracterizando-se por uma superfície que combina vidro e fibra de carbono. A equipa de Milton Keynes divulgou ainda o vídeo do teste efetuado pela FIA ao sistema.

 

 

 

Veja o vídeo:

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26 comentários

  1. V8_scars

    29 Abril, 2016 at 11:17

    Assim de repente é parecido com o Audo R10 do WEC.

    • motorsportptfan

      29 Abril, 2016 at 17:37

      eu acho que ao implementarem esta regra estao a descaracterizar a formula 1 , todos os desportos sao perigosos e Graças a Deus nao tem havido mortes na formula 1 devido a peças colidirem com os pilotos

      • Cariocecus

        29 Abril, 2016 at 22:28

        Apenas Deus?!? O Pai Natal e o coelhinho da Páscoa não ajudam?
        É preciso ser-se muito otário…

  2. Não me chateies

    29 Abril, 2016 at 11:43

    A roda ainda acerta no capacete. Se a roda cair na vertical ainda esmaga a coluna do piloto, porque existe bastante espaço para a roda passar.

    • F1_4ever

      29 Abril, 2016 at 14:53

      Acerta no capacete só na primeira experiência, se reparar bem depois nas imagens em slow-motion as marcas do pneu já lá estão naquela cabeça e o pneu não lhe toca, portanto essas imagens devem ser já de tentativas posteriores.

    • MVM

      29 Abril, 2016 at 15:06

      É virtualmente impossível que um objecto atinja o monolugar na vertical quando este está em movimento. Era necessário que o fizessem cair com uma precisão extrema – e ainda assim haveria certamente uma deslocação por força da turbulência criada pelo movimento do carro. Por exemplo, a roda do carro de Jack Clarke que atingiu Henry Surtees, no acidente mortal deste último, parece cair na vertical, mas atingiu o piloto, não no alto, mas na testa (melhor dito, imediatamente acima do visor).

  3. Seven

    29 Abril, 2016 at 12:18

    Não vi nehum sistema de limpeza, se chover ou uma fuga de óleo do monolugar precedente, como vai o piloto ver? – Tira os cintos e vai lá com a mão limpar a 300 à hora?!!!

  4. Pity

    29 Abril, 2016 at 14:30

    Esteticamente, não choca, protege de algo que vier de frente, mas há ainda muito trabalho a fazer antes de ser implementado.
    Para além dos pontos referidos pelo Seven, parece que os mecânicos têm mais dificuldade em apertar os cintos de segurança, o piloto tem dificuldade em ver umas luzinhas, não percebi bem quais, em suma, muito ainda para desenvolver, mas como ponto de partida, não está mal.

    • F1_4ever

      29 Abril, 2016 at 14:50

      As luzes que eles têm dificuldade em ver são os semáforos usados durante os pit-stops, que as equipas usam para os pilotos saberem quando a mudança de pneus já terminou e poderem arrancar e que ficam por cima do carro, creio que o rebordo do Aeroscreen como é preto deve tapar a visão dos pilotos em relação a essas luzes.
      Pity creio que se confirma que o Luís Vasconcelos deixou de escrever para o Autosport, o nome dele deixou de figurar na lista dos colaboradores do jornal.
      É pena pois os seus artigos de F1 eram muito bons e os seus conhecimentos acerca da modalidade excelentes.

      • Pity

        29 Abril, 2016 at 15:19

        Obrigada pela explicação. Esse será, contudo, o problema mais fácil de resolver, nem que seja voltando ao “lolipop”.
        Quanto ao Luís Vasconcelos, também já vi que, nesta edição, já não consta o nome dele. É pena, de facto. Resta saber o porquê. Da outra vez, foi a falta de €€€, mas agora penso que não, se tiveram dinheiro para montar mais um jornal (Motosport), com consequente aumento do número de jornalistas, é porque as coisas, financeiramente, estão a correr melhor (e ainda bem). Não há insubstituíveis, mas o LV era certamente uma mais-valia para o Autosport. Espero que encontrem um substituto à altura, que acompanhe as corridas no local, ou que possam voltar a contratar o LV.
        Mesmo sem LV, não nos podemos queixar muito, as reportagens têm sido boas, faltando só aquele “q” especial de quem está dentro daqueles meandros há muitos anos.

  5. MAXLD

    29 Abril, 2016 at 15:16

    Para quê ficar a meio? Qual é o problema em dar o próximo passo e re-desenhar os carros para incluir a cúpula completa? Há por aí tantos concepts de F1 com cúpula que são espectaculares e renovavam bem mais o interesse na F1… continuavam open wheel na mesma e teriam um design bem mais futurista. Querem-se passar por modernos/hi-tech em tecnologia, quando todos os anos pouco muda de aspecto (ou mudam para bem pior, como foi o caso dos “narizes”).

    Basicamente com esta meia-protecção deixa de ser propriamente “open cockpit”, passa a ser um “targa” mal enjorcado… portanto qual o interesse? Apenas ver o capacete do piloto para o identificar?
    Já hoje em dia se devia fazer muito mais para identificar os pilotos em pista (maior diferença de cores em certos detalhes de carros da mesma equipa), maior visibilidade do número, etc… seria feito logo tudo de uma vez.

    • Pity

      29 Abril, 2016 at 15:39

      Apesar de me custar a ideia de Fórmulas totalmente fechados, concordo com o seu ponto de vista, mas vou dar um pouco de advogada do diabo: faziam tudo de uma vez, e depois? Com o que é que se entretinham nos próximos anos? 🙂

    • GillesI

      29 Abril, 2016 at 17:45

      Desculpe, mas não concordo a forma depreciativa como fala da tecnologia empregue na F1. Só o motor térmico obteve, em 2 anos, um avanço na capacidade de aproveitamento da energia contida no combustível superior ao que a indústria automóvel obteve num século. Além disso, esta vertente hi-tec é extensível a quase todas as competições FIA por cortesia do JT. É a melhor forma de atrair constructores. Não que eu seja a favor da presença oficial deles, mas é o que temos.

      • MAXLD

        29 Abril, 2016 at 18:47

        @gillesi
        Não é depreciativo da tecnologia, é sim do aspecto/design dos carros que raramente a acompanha e se vê evoluções significativas para um aspecto mais atractivo e moderno que coincida com o progresso que está por baixo. Se a F1 é teoricamente o desporto onde são empregues as mais recentes tecnologias de ponta, porque não fazer acompanhar os designs para algo que encha mais o olho ao espectador?… que, diga-se de passagem, é coisa que a F1 bem precisa. Naturalmente que o maior problema da F1 nos últimos tempos é alguma falta de competitividade/equilíbrio de andamentos para mais luta em pista, mas enfim, isso seria uma discussão bem mais complicada.

  6. motorsportptfan

    29 Abril, 2016 at 17:31

    fogo esta feio como tudo , nao entendo esta medida se alterarem na formula 1

    • motorsportptfan

      29 Abril, 2016 at 17:32

      fogo nao entendo esta medida , se colocarem esta “coisa” na f1 tbm deviam por nas outra formulas visto que tbm atigem velocidades mt grandes

  7. Iceman07

    29 Abril, 2016 at 18:52

    “Se eles vão fazer isso, que fechem o habitáculo de vez”, atirou Hamilton durante a conferência de imprensa em Sochi, que recebe a quarta etapa da temporada. “Não façam as coisas pela metade. Ou fazem a sério, ou não façam. Esta coisa é horrível, parece a porcaria de um escudo de polícia antimotim”, desabafou.

    Não acrescento mais nada, o Hamilton falou tudo o que penso… parece uma merda de um escudo antimotim. Se a FIA organizasse o Moto GP desconfio que iam também fechar a moto. Paneleiros filhos da put*!

  8. Iceman07

    29 Abril, 2016 at 18:55

    Em mais de 65 anos de F1 nunca vi um pneu acertar um piloto, engraçado. Isto é o que faz terem deixado de obrigar os putos de 18 anos passar uns meses na tropa, aí sim aprendiam a não serem maricas.

    • Cariocecus

      29 Abril, 2016 at 22:44

      Bem dito

    • Pity

      30 Abril, 2016 at 11:47

      Um pneu, não, mas um extintor, já, isto no que respeita à F1, porque na GP3, ou 2, o Henry Surtees levou com um em cima, e ele não era menos “gente” por não estar na F1.
      E não se trata de os pilotos serem maricas. Eles são pessoas corajosas, mas isso não significa que sejam loucos ou tenham predisposição para o suicidio.

  9. Iceman07

    29 Abril, 2016 at 18:57

    Creio que todos os pilotos podem passar a usar capacetes brancos, já que nas câmaras de televisão só vamos ver um vidro preto a tapar o piloto.

  10. Frenando_Afondo™

    29 Abril, 2016 at 19:26

    Realmente, a meter alguma coisa… Fica melhor o Aeroscreen. Mas acho que ainda podem ir mais além e fazer um cockpit ao estilo caça F-16, em bolha e completamente fechado.

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