Ambas as equipas estiveram tão mal em 2019 que não resisti a juntá-las.
A Williams deu a entender que os problemas estavam resolvidos, mas a entrada em falso logo nos testes de Barcelona, com críticas dos pilotos e Claire Williams a apontar o dedo a Paddy Lowe, deixaram claro que a temporada não ia ser fácil. E se o carro desenhado por Lowe se mostrou uma desgraça, a equipa nunca se encontrou e a escolha de Robert Kubica para estar lado a lado com George Russell foi um erro.
O polaco nunca poderia ser o piloto brilhante que ameaçou ser antes do acidente com o Skoda Fabia em Andorra, “apanhou” com um talento fantástico que lhe deu valente “tareia”: 20-0 na qualificação, 16-2 em termos de classificação final, 906-245 voltas na frente. Apenas o ponto ganho na Alemanha foi melhor que os zero pontos de Russell. Mas a mediocridade da Williams foi impressionante.
No caso da Haas, Gunther Steiner ganhou cabelos brancos e problemas cardíacos com os seus dois pilotos e com o projeto do VF-19. Romain Grosjean e Kevin Magnussen foram uma fonte de instabilidade ao longo do ano, mas o chassis da equipa americana mostrou-se um “flop” e se ainda foi permitindo alguns brilharetes na qualificação, nas corridas os adeptos e os comentadores já faziam apostas para saber quando é que os Haas caiam para o final da classificação. Nunca conseguiram aproveitar as qualidades do motor Ferrari e só não foram piores que a Williams. Mas a equipa liderada por Gunther Steiner foi uma sombra da equipa que foi 5ª em 2018.
A Haas e a Williams são os Flops de 2019.
José Manuel Costa











