Sergio Marchionne defende que a Alfa Romeo devia voltar à Fórmula 1
Afastada do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 desde 1988 (1987 foi o último ano em que a marca esteve envolvida na Fórmula 1), a Alfa Romeo deveria voltar à modalidade a fim de revitalizar a sua imagem no mundo automóvel. É esta a opinião do atual presidente da Ferrari, Sergio Marchionne. “Para poderem restaurar o seu nome, eles devem considerar o regresso à Fórmula 1. Aí provavelmente trabalhariam com a Ferrari.”
Para Marchionne, a marca devia e tem condições para desenvolver o seu próprio monolugar. “A Alfa Romeo é capaz de fazer seu próprio chassis, assim como são capazes de fazer o seu próprio motor. O importante é que outro grande fabricante entre no desporto.” A marca italiana até poderia considerar outras modalidades, mas Marchionne é perentório ao dizer – “Preferia vê-los na Fórmula 1.”
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Pedro Sousa
12 Fevereiro, 2016 at 12:56
A proposta de Marchione deve ser para os propulsores Ferrari vendidos a outras equipas de F1 tenham o nome da alfa romeo na motorização como toro rosso alfa romeo , Sauber alfar omeo ou Hass alfa romeo.
João Paulo
12 Fevereiro, 2016 at 14:18
È provável, mesmo muito provável, mas creio que a HAAS (HASS dava origem a trocadilhos fonéticos, eheh) ficaria com a designação Ferrari, se considerarmos a importância do mercado norte-americano para a Ferrari, e insignificância para a Alfa Romeo, a não ser que haja alguma intenção de mudar essa situação.
Mas a acontecer a entrada de mais uma equipa largamente dependente da Ferrari, vai dar um poder á Ferrari dentro da F1, que vai deixar o “Tio Bernie” e o “Pequeno Napoleão” cheios de urticaria. Isto
apesar de a Mercedes ter a Renault como aliada devido ás suas parcerias, que até já incluem um piloto Mercedes (Ocon) como reserva na Renault F1.
De qualquer forma, dava-me muito prazer falar de Alfa Romeo e F1 sem ser no passado, até porque o homem fala em chassis Alfa Romeo, o que implica a aquisição de uma equipa (Sauber ou Toro Rosso), ou a FIA criar uma vaga (por acaso existem duas: HRT e Caterham se considerarmos que a HAAS ocupou a da USF1). No ultimo caso, venha o Grupo VAG e ficamos com o plantel completo: 13 equipas = 26 cadeiras.
Cps.
Pity
12 Fevereiro, 2016 at 16:10
“No ultimo caso, venha o Grupo VAG e ficamos com o plantel completo: 13 equipas = 26 cadeiras”. Isso é que era!!!… De preferência, preenchidas só com talento.
Patuleia
12 Fevereiro, 2016 at 13:10
Dietrich Mateschitz anda farto da F1, Sergio Marchionne agora vem com esta ideia, não me espantava muito que daqui a uns tempos a Toro Rosso passasse a ser Alfa Romeo.
Pity
12 Fevereiro, 2016 at 16:07
Ou a própria Red Bull, ou ambas, o que nem era mal pensado.
Patuleia
12 Fevereiro, 2016 at 16:53
Apesar de a maioria das equipas estarem sediadas em Inglaterra, penso que a Alfa Romeo a regressar teria a sua fábrica em Itália, por isso falei apenas na Toro Rosso
Pity
13 Fevereiro, 2016 at 13:48
Visto por esse prisma, concordo.
António
12 Fevereiro, 2016 at 13:33
Como marca centenária a Alfa-Romeo merece-me muito mais respeito e consideração que a sua “filha” Ferrari por exemplo. Tinham uma postura totalmente diferente em que o vale tudo para ganhar de qualquer maneira, não entrava.
Era bom que regressassem à F1, mas com a mentalidade Alfa, porque para ser uma Ferrari 2, mais vale esquecer.
NOTEAM
12 Fevereiro, 2016 at 13:33
Minha gente,já circulam imagens do Ferrari F1 para esta época!
josé Gonçalves
12 Fevereiro, 2016 at 14:01
Eu estou mais virado para a venda da Toro Rosso à Alfa Romeo…….. Mais 2 anos para fabricarem o motor e vão concluir a venda…..
Frenando_Afondo™
12 Fevereiro, 2016 at 18:22
Gostava de ver o regresso da Alfa Romeo, sem dúvida. Mas se voltarem seja como deve ser, com uma estrutura como deve ser, por isso criar equipa de raíz está fora de questão. O melhor seria comprarem a Toro Rosso, visto que em termos de qualidade-preço é das melhores do plantel. A Red Bull parece-me que seria demasiado caro para uma marca como a Alfa Romeo que não anda a nadar em dinheiro… Seria sem dúvida a melhor opção a nível competitivo, visto que teriam uma certa certeza de estar entre as 3 ou 4 primeiras. Mas o preço da RB. Não sei não.
Frederico
14 Fevereiro, 2016 at 0:15
Podem apenas fornecer a UM e chama-se Red Bull Alfa Romeo. A própria RB desenvolvia toda a tecnologia com os dados que adquiriu ao longos destes anos.
SpeedyM
12 Fevereiro, 2016 at 18:52
O interesse de Marchionne em fazer a Alfa Romeo regressar tem que ver com a recente venda em bolsa da Ferrari, que assim deixou de fazer parte da FIAT para ser uma marca autónoma. Isto deixou o grupo FCA sem uma equipa de F1, pelo que é natural que se pense na Alfa Romeo (embora também pudesse ser a Maserati) para ocupar o lugar da Scuderia Ferrari no grupo. Mas a Alfa Romeo está a passar por algumas dificuldades: o lançamento do Giulia está constantemente a ser adiado, aparentemente por questões de qualidade e por o modelo não ter passado nos crash test internos, e o programa de lançamento de novos modelos está congelado. Não sei se é boa ideia, pelo menos neste momento, lançar muita luz sobre a marca Alfa Romeo… E há outros problemas dentro do grupo, com dois modelos (Dodge Dart e Chrysler 200) a serem suprimidos. As coisas não estão a correr tão bem como parece no grupo FCA; talvez o regresso da Alfa à F1 não seja para tão cedo.
Pity
13 Fevereiro, 2016 at 13:55
Desconhecia que a Ferrari tinha sido vendida em bolsa. Deve estar aí a razão da saída do Montezemolo e de toda a revolução que a estrutura levou.
ligier
12 Fevereiro, 2016 at 19:06
E porque não? Se fossem totalmente independentes da Ferrari, só seria bom. O problema é que a Ferrari é dona da Alfa. Como seria se os “irmãos” começassem a ganhar corridas nas barbas do Cavallino? Não conseguiram na década de 80 mas podiam conseguir agora. Na altura faltaram pilotos – Depaiiler morreu, trágicamente em Hockeneim senão, não sei…- e organização, mas hoje acredito que com tempo pudessem causar mossa.
SpeedyM
12 Fevereiro, 2016 at 21:23
A Ferrari não é dona da Alfa Romeo. A Alfa Romeo pertence ao grupo FCA, do qual a Ferrari se separou no ano passado.
ligier
13 Fevereiro, 2016 at 13:02
Desconhecia. Nesse caso faz ainda mais sentido o regresso da Alfa. Muita da tecnologia foi partilhada entre as duas marcas nos últimos anos inclusive nalguns carros de estrada da Alfa. Seria espectacular vê-las lutar em pista pelo prestigio da técnica italiana na fórmula 1.
ecs
12 Fevereiro, 2016 at 20:28
Preferia ver a Alfa no WEC ou no DTM, sendo que neste último poderia lutar contra a BMW, Audi e Mercedes, que diz serem as suas marcas alvo.
Mas seja onde for, seria óptimo que a Alfa voltasse a uma disciplina de topo.
touringcarguy
13 Fevereiro, 2016 at 13:43
Eu não esqueceria os muitos rumores no wtcc de uma nova marca em 2017. como a alfa já é conhecida na modalidade através do safety-car guiado por bruno correia só ficava a ganhar ao inscrever o Giulia, que é concorrente direto do volvo s60.
anotheruser
14 Fevereiro, 2016 at 22:19
Seria sempre engraçado voltar a ter as maiores e mais ferozes rivalidades da história F1:
Ferrari vs Mercedes vs Alfa Romeo.