Renault F1: Esperam-se grandes melhoramentos…

Por a 19 Março 2017 18:18

Já se sabia que o primeiro ano depois do regresso seria complicado, mas ninguém imaginava que um construtor como a Renault somaria menos 21 pontos que a Haas, que se estreava na F1. É verdade que a equipa norte-americana era quase uma Ferrari B, mas podemos olhar para a questão doutra forma. Atrás da Renault só ficaram a Sauber e a Manor…

Depois de um ano de transição, a Renault surge este ano com um objetivo ambicioso e ponta para o quinto lugar do Mundial de Construtores. Este é que tem que ser considerado o primeiro ano a ‘sério’ desde o regresso, mas a verdade é que com um ano de trabalho, não há desculpas…

O novo monolugar e toda a estrutura que se divide entre Enstone e Viry-Chatillon está agora bem melhor integrada e desta feita houve tempo e por isso não há como não chegar aos bons resultados. A Renault tem uma história de sucessos na F1, e este trabalho visa regressar a esse patamar, e por isso o crescimento da equipa face a 2016 tem que ser notório. O chassis é importante, mas muitas das esperanças da Renault estão suportadas na nova unidade motriz que equipa o R.S. 17, estando aí boa percentagem do eventual sucesso ou insucesso da equipa, e como se sabe, também da Red Bull.

Pelo que se viu em Barcelona, ainda não é possível perceber grandes evoluções, mas os responsáveis da Renault já tinham avisado que ia levar algum tempo até que o potencial do novo motor pudesse ser despoletado em todo o seu esplendor. Mas é já claro que o carro é um grande salto, mas não havia como ser doutra forma.

Muito importante saber é o que vale a nova unidade motriz. Durante a pré-época a Renault (incluindo aqui a Red Bull e a Toro Rosso) teve todo o tipo de problemas com o ERS, portanto não convém apostar muito dinheiro nos seus carros terminarem muitas corridas na fase inicial do ano. De qualquer modo, sendo uam equipa de fábrica, não há como não estar rapidamente a lutar logo a seguir às três ‘grandes’.

Agora, resta aguardar pelos resultados de todo o trabalho que Cyril Abiteboul e a sua equipa produziram e para já não há razões para desconfiar.

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