Niki Lauda vai suceder a Bernie Ecclestone
Por José Luis Abreu a 10 Janeiro 2016 13:56
Na edição do Autosport desta semana, que, recordamos, passa a ir para as bancas às terças-feiras, Luis Vasconcelos publica um interessante trabalho que explica os meandros da passagem de testemunho entre Bernie Ecclestone e Niki Lauda à frente dos destinos da Fórmula 1, numa transição que se fará de forma progressiva. Luis Vasconcelos explica como Ecclestone aceita Lauda e o que pretende fazer durante este processo. Um trabalho a não perder no próximo Autosport, na 3ª Feira.
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SpeedyM
10 Janeiro, 2016 at 16:27
Sei que sou o único português a pensar assim e que vou ser criticado pelo que vou dizer, mas preferia o Dr. Helmut Marko. É um jurista, o que decerto facilitaria a compreensão e resolução de algumas questões, é absolutamente intransigente quando sabe que tem razão e pertence a uma organização que é inovadora e sabe o que é espectáculo como nenhuma outra. Com alguém como ele ficaria muito mais tranquilo. Niki Lauda não é decerto um corrupto, mas faz-me suspeitar que serviria os interesses da Mercedes.
Fdxulla
10 Janeiro, 2016 at 18:11
Sim e acima de tudo não tens s mínima noção decruem é o Marko
SpeedyM
10 Janeiro, 2016 at 19:57
Então explique-me lá quem é o Marko, ó entendido…
Iceman
10 Janeiro, 2016 at 19:26
Helmut Marko? Os portugueses seriam banidos da F1 eternamente, nem podiam sentar sequer num carro, nem dar uma voltinha.
SpeedyM
10 Janeiro, 2016 at 20:00
Você tem consciência de que foi graças à Red Bull – da qual Marko é consultor – que o Kimi Räikkönen chegou à F1? com a Sauber, cujo patrocinador era então a Red Bull?
E, entre um português mediano e um estrangeiro brilhante, tenha lá paciência mas prefiro o estrangeiro. Nem que seja russo.
pity
11 Janeiro, 2016 at 10:30
E o Helmut não zelaria pelos interesses da Red Bull? E se fosse o Montezemolo, favoreceria a Ferrari, alguém ligado à McLaren, idem, idem, aspas, aspas. Até o Bernie tem as suas preferências, a diferença é que, como qualquer catavento, muda de direcção conforme lhe convém.
É muito difícil, para não dizer impossível, encontrar alguém verdadeiramente independente.
SpeedyM
11 Janeiro, 2016 at 23:38
Esqueci-me de referir um argumento a favor de Helmut Marko: ele é também um campeão da segurança no desporto motorizado, tal como Jackie Stewart. No seu tempo, fazia-se ouvir alto e bom som contra as condições de certas corridas, como a Targa Florio (da qual é, curiosamente, o recordista da melhor volta). É uma ironia enorme que tenha ficado cego de um olho numa prova de F1.
Quanto à independência, não deixa de ter razão. Simplesmente, parece-me que Helmut Marko seria menos vulnerável a pressões que Niki Lauda – mas claro que não posso pôr as mãos no fogo por ninguém.
Pity
10 Janeiro, 2016 at 17:15
Grande notícia! Não pela pessoa em si, mas pela saída de Ecclestone. Já era tempo.
Concordo que a passagem de testemunho seja aos poucos, afinal, gerir a F1 não é tarefa simples.
Lauda será a pessoa indicada? Não sei, mas, pelo menos, é uma pessoa séria e do meio.
bzzz
13 Janeiro, 2016 at 0:08
Pessoa séria? Garante-la?… Quanto a ser «do meio», com toda a certeza que tens razão: ele é mesmo do meio da Mercedes!
Ora, ainda bem que «não sabes»… Vê lá tu no imbroglio em que te metias…
JCF
10 Janeiro, 2016 at 17:51
Parece-me uma boa escolha. 1º Deu quase toda a sua vida a este Desporto, inclusivamente quase deu a própria vida; 2º Sempre foi um hábil e astuto homem de negócios, inclusive na forma como negociou a sua entrada na F1 como piloto pagante e posteriormente o seu regresso em 1982. Foi graças a ele que os pilotos deram um tremendo salto salarial, já que ele regressou à F1 obrigando Ron Dennis a pagar-lhe o quíntuplo do que então se pagava a um piloto top; 3º Descendente de experientes banqueiros, nunca usou essas benesses e construiu toda a sua vida apenas à custa do seu trabalho, inclusive na indústria da aviação, onde adquiriu experiência de gestão empresarial de topo; 4º Tem qualidades de liderança, fala o que lhe apetece sem meias-palavras nem abafar as coisas e não tem medo de nada, como provou em 1976 e desde então; 5º Não tem os tiques lunáticos de Max Mosley e outros que tais e relaciona-se bem com as pessoas, sendo um homem das corridas e ao mesmo tempo dos negócios. Gostei!
Pity
10 Janeiro, 2016 at 18:28
Pois a questão dos negócios é que me preocupa. Não sei se ele é assim tão bom nos negócios… Afinal a Lauda air faliu…
Quanto aos outros predicados, concordo em absoluto.
Iceman
10 Janeiro, 2016 at 19:28
A Lauda Air tornou-se uma subsidiária da Austrian Airlines em 2000, creio que não faliu.
Pity
10 Janeiro, 2016 at 20:32
Eu tenho ideia de que faliu algum tempo depois da queda do Boeing 767, pois lembro-me de ter associado os dois factos, mas… a Wikipédia dá-lhe razão, embora dando o encerramento em 2013.
Possivelmente a associação entre as duas companhias foi mal noticiada na altura, o que me levou a achar que tinha falido.
Luciano Auer
10 Janeiro, 2016 at 22:44
Amigos estamos falando de um tricampeão mundial ex piloto que conhece a fórmula 1 como ninguém e sabe o que é necessário para o campeonato. Bernie foi bom se olharmos o lado financeiro,entretanto nos últimos anos vem matando a fórmula 1 por esquecer os lados mecânicos, históricos e tradicionais do maior campeonato de corrida de mubd
Zé do Pipo
11 Janeiro, 2016 at 13:16
Concordo em pleno com o comentário de JCF! Para suceder a Bernie prefiro Lauda. Helmut Markko é demasiado interesseiro para ser isento, e obter entendimentos. Como já comentei há muito tempo, mais facilmente seria Mateschitz, mas como comprador dos interesses de Bernie, nunca como seu sucessor, e defensor dos interesses de Bernie. A ser verdade o nome de Lauda, prevejo mais umas birras da Red Bull…
mario melo
14 Janeiro, 2016 at 1:54
porquê não alguem mais novo e fazer uma revolução para criar mais interesse na Formula 1. Uma questão porquê os maiores construtores não terem um terceiro piloto jovem para aumentar o paddock e criar um troféu ovem a pilotos sub23 por exemplo.
Mereciam estar na formula 1 este ano vandoorne, ocon, wehrlein, rowland,todos eles campeões em diferentes categorias.
Mercedes, Ferrari,Red Bull, MacLaren e Renault podiam ter um terceiro piloto jovem mas a classificação das equipas este 3º piloto era contabilizado só numa categoria jovem, não menciono mais equipas porque as outras não suportariam um 3º carro. Tinhamos assim 27 carros.
Antes de terminar pelo amor de Deus o campeão da GP2 tem de ter promoção imediata para F1, acabem com pilotos pagantes e sem currículo, não acrescentam nada ao desporto.
Pity
15 Janeiro, 2016 at 16:38
Eu respondo-lhe porquê: custos. Ter um terceiro carro, não implica só mais um carro e um piloto, implica mais engenheiros, mais mecânicos, mais peças sobresselentes, mais logística… tudo isso implica custos.
Quanto ao campeão de GP2 ter de ir imediatamente para a F1…bem, era preciso que essa fosse a única competição de acesso e, que lá estivessem mesmo só bons pilotos. Agora pilotos que estão vários anos lá, até conseguirem ser campeões, como o Palmer ou o Pantano (este último não valia mesmo nada), não abona muito a favor da GP2.
Concordo que deviam acabar com os pagantes sem talento, mas, se virmos bem, há muitos pilotos com talento, que foram grandes campeões, que começaram como pagantes.
Mais um pormenor: as vagas são limitadas, pelo que nem sempre é possível entrarem novos pilotos. Mesmo a sua ideia do troféu jovem, não garantia, só por si, que os nomes que mencionou, tivessem vaga.
Luis gaspar
18 Janeiro, 2016 at 16:21
…Lauda…Marku..já se lembraram do Sr. Domingos Piedade?