O melhor piloto de qualificação de todos os tempos
Lewis Hamilton igualou finalmente o recordo de 65 ‘pole-position’ na F1 de Ayrton Senna na 50ª edição do Grande Prémio do Canadá. Apesar do feito, as comparações entre o britânico da Mercedes e o seu grande ídolo parecem ficar mesmo pelos números, já que o brasileiro se destacou numa série se outros aspetos que apenas parecem estar ao alcance de outro nome que tem recordes para bater; um certo Michael Schumacher.
É preciso recordar também que Senna conseguiu o número recorde de ‘pole’ em 162 tentativas, enquanto Hamilton o fez em 195 sessões de qualificação, que para o brasileiro eram uma espécie de razão de ser. Era uma altura do grande prémio onde fazia provar a si próprio e ao mundo que ele era o piloto mais rápido da sua geração, e mesmo o melhor de sempre. Uma oportunidade para ‘namorar’ com os limites. Os seus feitos tiveram lugar numa era onde a qualificação durava uma hora na sexta-feira e outra no sábado. Onde não havia eliminações nem truques. Era simplesmente ir para a pista e ‘pé a fundo’, conseguindo tirar da máquina tudo aquilo que ela tinha para dar em 60 minutos.
Ayrton adorava fazer o seus tempos mesmo nas últimas fases da sessão da qualificação. Frequentemente era o piloto a conseguir o tempo, o que aumentava o drama e apreensão, contribuindo para adicionar espetáculo ao espetáculo. Era também um tempo onde os construtores fabricavam motores de sonho para uma volta de qualificação, com quase 1000 cv de potência. Isto para além de pneus super ‘slick’ concebidos também especialmente para uma volta lançada. O piloto que conseguisse combinar na perfeição estes elementos tinha tudo para conseguir o melhor lugar na grelha de partida, que muitas das vezes era o do famoso capacete amarelo com as riscas verde e azul.
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belc_hris
13 Junho, 2017 at 9:28
Presumo que este discurso todo seja para desvalorizar o facto de o Hamilton ter igualado o Senna em número de poles. O Senna foi o melhor na sua geração e com aquele formato, o Hamilton tem sido o melhor desta geração com este formato. Comparação desnecessaria, jornalismo fuleiro.
Murray Walker
13 Junho, 2017 at 9:59
esta frase então “as comparações entre o britânico da Mercedes e o seu grande ídolo parecem ficar mesmo pelos números, já que o brasileiro se destacou numa série se outros aspetos que apenas parecem estar ao alcance de outro nome que tem recordes para bater; um certo Michael Schumacher.” Uma verdadeira preciosidade.
É que depois de 1994, não estou a ver outro piloto que seja mais parecido com o Senna que o Hamilton. O Schumacher, ao contrário de Senna e Hamilton, sempre se destacou mais em corrida que propriamente em qualificação
asfalto
13 Junho, 2017 at 23:28
O Senna fez a diferença também porque com carros menos competitivos fazia frequentemente poles. Quanto ao resto é muito simples, nunca ninguém viu e dificilmente verá mais alguém a deixar o mundo completamente em choque como aconteceu com o Senna, nem a princesa Diana que era a princesa do povo.
Iceman07
15 Junho, 2017 at 17:04
Melhor desta geração? Isso deve ser para rir, num piloto que dominou durante 3 anos com um companheiro de equipa acessível, que só ganhou em 2016 porque o Lewis forçou demasiado o motor (botões mágicos em qualificações) e depois perdeu o campeonato na Malásia.
De 2009 até 2013 não se viu nada, e o Senna tinha poles na Lotus, pódios na Toleman e mesmo num carro instável como o Williams teve 3 poles em 3 GP.
Murray Walker
13 Junho, 2017 at 9:43
Então mas o melhor de sempre em qualificação não foi Jim Clark?!
João Pereira
13 Junho, 2017 at 10:50
Ia precisamente falar nisso.
Pity
13 Junho, 2017 at 13:46
Não, foi o Fangio, com 29 poles em 51 GP = 56,86%. Clark tem una eficácia de “apenas” 45,2%, Senna 40,37% e Schumacher 22,08%
Murray Walker
13 Junho, 2017 at 13:54
Foi mesmo o Clark. A estatística não explica tudo.
Pity
13 Junho, 2017 at 14:00
Para mim, não é. Eu vejo a estatística, esta estatística, dividindo o número de poles, pelo número de corridas disputadas. Acho que é a forma mais justa e que se aplica também às vitórias e voltas mais rápidas. Há outro factor que devia ser levado em conta, mas que não é mensurável: a qualidade do carro.
Murray Walker
13 Junho, 2017 at 14:43
Clark é apenas uma opinião pessoal. É precisamente pelo que diz Pity; “não é mensurável a qualidade do carro”, mas também a qualidade dos outros pilotos e até dos próprios colegas de equipa que nem tudo se resume à estatística. Eu até acho que a estatística anda sempre perto da verdade. Todos os grandes da F1 estão lá em cima no topo da estatística. Mas adicionando todos os outros fatores que não são mensuráveis e claro está um pouco do gosto pessoal de cada um. Clark sem dúvida!
Gambuzino
13 Junho, 2017 at 10:12
“Os seus feitos tiveram lugar numa era onde a qualificação durava uma hora na sexta-feira e outra no sábado. Onde não havia eliminações nem truques. Era simplesmente ir para a pista e ‘pé a fundo’, conseguindo tirar da máquina tudo aquilo que ela tinha para dar em 60 minutos.” (…) “Era também um tempo onde os construtores fabricavam motores de sonho para uma volta de qualificação, com quase 1000 cv de potência.” Então o formato de agora tem truques?! O formato de agora não é ir para a pista e tirar tudo o que podem do carro em 2 ou até 1 só volta?! Os motores não tem mais de 1000cv?! Agora é a brincar, há 20 anos é que era….. Que velhos do restelo! 😐
João Pereira
13 Junho, 2017 at 11:06
Sem querer ser velho do restelo, (expressão que se aplica mais a cepticismo que a nostalgia), deixe que lhe diga que há uma pequena diferença, já que hoje em dia para chegar á pole há uma evolução ao longo da Q3, 2 e 1, enquanto na era turbo dos anos 80, a sessão tinha 60 minutos, nos quais os pilotos tinham 4 voltas, em que apenas duas eram cronometradas porque a primeira era de saída da box, e a última a de entrada. No caso de Senna, na maior parte das vezes com os Lotus Renault, só tinha 3 voltas: 1 de saída, 1 cronometrada e a 3ª em que o motor Renault de qualificação explodia que nem uma bomba atómica. Já agora, 1000hp na altura era potência de corrida, porque em qualificação a maior parte dos motores tirava 1300hp.
E sim, tenho saudades de um tempo em que os engenheiros podiam inventar, os motores eram todos diferentes, e os carros eram identificáveis a olho nu e não ao microscópio ou apenas pela cor. Os pilotos tinham coragem e mesmo com grandes asas a fazerem turbulência e efeito de solo, não era preciso DRS para se ultrapassar e se dois pilotos se tocassem em pista não havia logo uma caça ás bruxas (leia-se investigação) nem queixinhas. Tempos em que o que acontecia na pista, resolvia-se na pista, nem que fosse um ano depois.
No entanto, se se quer referir á pobreza do artigo, até estou de acordo, para mais porque compara Senna a Schumacher, quando devia fazê-lo em relação a Jim Clark, outro piloto que só não criou mais recordes, porque a vida foi curta.
Gambuzino
13 Junho, 2017 at 14:39
A minha crítica vai no sentido da qualidade do artigo, ou falta dela, e também na nostalgia que a F1 tende a arrastar. Confesso que estou cansado que as pessoas digam “antigamente é que era”, “deixei de ver a F1 quando chegaram os V6” e coisas deste género. Epá, bora para a frente! Sejamos open-minded! Antigamente era espetacular, mas hoje em dia também é espetacular! A título de exemplo, há 20 anos atrás os ralis eram inacreditáveis, com McRae, Burns, Sainz, Makinnen, etc. Mas não deixo de considerar que os ralis e os carros de hoje são incriveis e de achar que o campeonato hoje em dia é muito mais “profissional” do que era naquela altura. Um Loeb ou um Ogier há 20 anos atrás talvez era tão ou mais eficaz do quem corria naquela altura. Adorei os finais de 80′ e a década de 90, mas já passou.. já foi! Siga pra frente! Demos lugar a que se escrevam novas histórias!
João Pereira
14 Junho, 2017 at 0:13
Felizmente sou do tempo em que qualquer coisa podia correr em ralis, e havia Strato’s, 911, Mercedes V8, Escort, Peugeot V6, Triumph V8, Datsun e Talbot Lotus, Fiat Spyder e 131 Abarth, Renault 5 Alpine que quase ganharam o Monte, etc, etc. Havia diversidade, hoje os carros de rali, são como a bagagem que levamos para um voo da Ryan Air, tem que caber numa caixa que eles têm no check in, e se é assim, é porque o pequeno Napoleão, que até era navegador nesses tempos, não tem t*mates para fazer um regulamento parecido ao na altura Anexo J, que até pernitia que um Ferrari 308, ou um BMW M1 pudessem correr. Nem sequer vou falar dos fantásticos GrB que também eram bastante diversificados.
Os carros de rali, LMP2 e os F1, hoje em dia, são como as latas de cerveja, todos iguais, mas com pintura diferente, e até o conteúdo é tão semelhante, que se acabar a Super Bock quando se pede a terceira, qualquer um diz: – Tá bem, então venha Sagres.
Os tempos que fala há 20 anos atrás, os carros também já eram todos feitos pela mesma bitola, a espectacularidade, era feita de muitos pilotos de alto nível, o que hoje também não acontece.
Os WRC 2017, seguem a mesma formula dos GrA de há 20 anos, só com mais peças feitas na fábrica dos Tüpperware, para dar um ar de GrB. Não eram necessários, a não ser comercialmente. No fundo, até ajudaram a cavar mais um fosso, com os seus 70 ou 80 cavalitos a mais.
Se tivesse visto o que eu vi, talvez tivesse saudades também, mas é claro que ninguém pode sentir saudades de algo que nunca conheceu.
Eu sou a favor do progresso, mas não da limitação técnica a que estão obrigadas as principais categorias do desporto motorizado. Só faltam os LMP1 HY serem transformados numa formula, mas eu acho que deverá ser o mais tardar em 2020.
Fique lá com o seu futuro tristonho, que também eu vou partilhar, mas não me diga para esquecer aquilo que muitos nunca viram, e que eram carros diferentes, com motores diferentes a tentarem mostrar que o seu conceito era tão o mais válido que o do outro.
Cumprimentos.
Frenando_Afondo™
13 Junho, 2017 at 15:36
Eu percebo (em parte) o que eles querem dizer, era uma época em que as equipas tinham um motor só para aquela sessão de qualificação. Nem sequer era um motor para a qualificação, era mesmo só para AQUELA sessão, depois tiravam-no e metiam outro para a corrida e era assim todas os GP´s. Um exagero em termos de custos, gastos de material e desperdício.
Agora é diferente, o mesmo motor tem de durar muitas corridas (pelo menos 5) e logo não podem abusar dele em todas as voltas. Não é um truque, é uma regra.
(a cena de lhe chamar truque é cenas de jornalista, soa bem, soa polémicoooo!!!). 😛
João Pereira
14 Junho, 2017 at 0:42
Uma época em que os motores podiam ter 4, 6 ou 8 cilindros se fossem sobrealimentados, até 12 cilindros se fossem atmosféricos, os carros tinham limite mínimo de peso, e máximo de comprimento, largura e altura. O outro limite que existia? O céu era o limite, ou a imaginação do engenheiro… Fui ver o meu primeiro GP em 1976 (tinha 15 anos), em Jarama e sabe o que lá vi? Um carro esquisito que tinha 4 rodas à frente, aliás eram 2 carros azuis, o #3 para o Jody Scheckter, e o # 4 para o Patrick Depailler, não sei em que lugares terminaram, quem ganhou foi o Hunt com o M23. Ah! foi o primeiro GP em que não foram permitidos os periscópios. Já agora esse caro com 6 rodas (Tyrrell P34), que foi estreado precisamente nessa corrida, venceu semanas mais tarde na Suécia em Anderstorp.
Hoje temos carros vemelhos, cor de rosa, laranja, cinzentos… Ainda bem que não sou daltónico, e até a tv já é a cores, porque senão estava bem lixado para perceber a coisa.
Já agora, os turbo só os vi a primeira vez no Estoril em 83, Senna no Toleman Hart de 4 cilindros a fazer 3º na grelha e no pódio. Fantástico! E ver a qualificação em apenas duas voltas lançadas, com motores turbo a cuspir fogo pelo escape e barulhentos, que sem serem tão bonitos de ouvir como os “Foo Fighters” atmosféricos, mesmo assim, ninguém os podia comparar ao ronco de um urso com azia, como os de hoje.
Já agora, mesmo esses 1.5 turbo que só faziam 2 voltas em qualificação, e depois um motor para a corrida, aposto que saía muito mais barato que as regras de hoje, pelo menos até havia um pequeno artesão chamado Bryan Hart a fazer motores, e havia Renault, Ferrari, Alfa, BMW, Honda e Porsche/TAG, 7 construtores de motores turbo, motores que iam dos 4 aos 8 cilindros, fantástico, não acha?
Cps.
Carlosm
13 Junho, 2017 at 10:43
O melhor de sempre, isto é uma frase, ou melhor dizendo, uma conclusão muito forte! Sinceramente, o Senna foi um grande piloto, imortalizado pela fatalidade que lhe aconteceu, mas com todo o respeito, depois dele já apareceram pilotos com grande categoria! A juntar a isto, os números na f1 não querem dizer absolutamente nada, basta ver, que o Hamilton construiu 80 por cento do seu palmares em 3 anos e meio! Abc
sidekick
13 Junho, 2017 at 13:05
Tens de dizer com ‘eles’… Tens de dizer com aqueles que confundem a performance dos carros com a dos pilotos…! Do MAIOR DE TODOS OS TEMPOS, cujo record ainda não foi batido!…
V8_scars
13 Junho, 2017 at 14:35
Caro Sr. NBC, Ayrton Senna foi e será sempre um dos maiores nomes da F1. O seu nome ainda hoje á mais conhecido que muitos outros campeões da disciplina. É justa a tentativa de homenagem que lhe tentou fazer, e escrevo tentou porque o numero de “calinadas” é demasiado grande para que seja um artigo para preservar.
Sem me alongar muito no Português utilizado (recordo !?) devo apenas lembra-lo que o (ainda) recordista de PP se chama Michael Schumacher com um total de 68, efectivamente os motores utilizados esta época também estão no limiar dos 1000 CV, sendo que nos dias que correm, o piloto além de tentar ser o mais rápido possível na qualificação tem ainda de preservar o motor uma vez que não pode o pode mudar sempre que precisa, como acontecia no anos 80 e 90 em que era possível ter um motor só para a qualificação!
Comparar pilotos em eras diferentes do mesmo desporto é sempre ilusório, só juntando todas os grandes pilotos com o mesmo carro e as mesmas condições seria possível (talvez) tirar conclusões sobre que era o mais forte.
Acrescento ainda que não sou fã nem de Ayrton nem de Lewis, no entanto tenho imenso respeito pelas suas qualidades, sejam de agora ou de antigamente.
L. Barbosa
Frenando_Afondo™
13 Junho, 2017 at 15:38
Eu gosto muito do Hamilton, mas Senna é Senna.
E também temos de avaliar as carreiras de cada um e contra quem se mediram, as estatísticas tem destas coisas, só ver número pode parecer que um é pior ou melhor, quando são os dois muito bons.
Sem falar das épocas, na época de Senna, mesmo com um carro um pouco pior, conseguiam fazer poles, já na época de Hamilton tem sido sempre um binómio entre duas ou três equipas da frente e do meio do pelotão para baixo, raramente cheiram sequer a Q3.
Depois infelizmente Senna partiu demasiado cedo ou os seus números seriam ainda melhores. Hamilton ainda cá está e pode almejar atingir os recordes de outros grandes pilotos, coisa que Senna, infelizmente, não pode.
joaopereira1696
13 Junho, 2017 at 16:32
Acho que comparar Hamilton a Senna é um insulto para o brasileiro, pois 60-70% das poles do inglês foram numa equipa que durante 3 anos e 1/4 perdeu 5 poles em 60 e tal corridas, logo nem é comparável. Não querendo comparar eras Senna num dos Mercedes provavelmente falharia 4 poles em 20 corridas por época, tal era a sua superioridade em qualificação. Quanto a ritmo de Corrida aí entra um senhor chamado Schumacher que provavelmente é intocável
Murray Walker
13 Junho, 2017 at 17:12
Conte-nos lá então quantas poles conquistou o Senna no Toleman? é que das 65 poles do brasileiro, 16 foram na Lotus, com um motor Renault que em qualificação era considerado um dos mais potentes, se não o mais potente. Depois tem 1 pole em 1992 e outra em 1993 num McLaren que não era nem de perto nem de longe o melhor carro do plantel. As restantes 47 poles de Ayrton são com os melhores carros do plantel (os anos dourados da McLaren).
Em contrapartida Hamilton tem 26 poles na McLaren. Em nenhuma destas poles o McLaren foi o melhor carro da temporada, mas andou muito perto do melhor em 2007 e 2008. Foi o melhor a espaços em 2012. Tem 5 poles em 2013 num Mercedes que estava longe de ser o melhor carro em corrida, mas que conseguia dar um ar da sua graça em qualificação, tal como o Lotus Renault do Senna. Junto mais 4 poles de 2017, num carro que ainda não deu para ver se é melhor ou pior que o Ferrari. Sobram as 30 poles num carro absolutamente dominador de 2014 a 2016.
joaopereira1696
13 Junho, 2017 at 20:48
Sim mas repare que quando Senna esteve num carro absolutamente dominador, estava numa equipa que tinha Alain Prost e dava 2 poles por época ao francês não dava às 8 como Rosberg conseguia contra Hamilton. Em 2013 Hamilton tinha o segundo melhor carro da grelha e em quali não tinha a desvantagem de corrida. Já para não falar que consegui com menos 32 corridas. por isto acho que estão a por Hamilton muito alto quando o comparam a Senna
Murray Walker
13 Junho, 2017 at 22:11
Os seus 60-70% de poles num carro absolutamente dominador do Hamilton, já baixaram para 46%, mas as do Senna situam-se nos 72%. Se optarmos pelo seu percurso de colegas de equipa, a coisa também não melhora para o lado do brasileiro: CECOTTO Johnny, JOHANSSON Stefan, De ANGELIS Elio, DUMFRIES Johnny, NAKAJIMA Satoru, BERGER Gerhard, ANDRETTI Michael; apenas “escapa” o grande Alain PROST e foram apenas duas épocas juntos. Já Hamilton, das 9 temporadas que leva, 8 foram partilhadas com Fernando ALONSO, Jenson BUTTON e Nico ROSBERG.
O Senna ganhou de facto muitas batalhas de qualificação a Prost, bem mais que Hamilton a Rosberg, mas eram outros tempos, até aposto que com os carros atuais as coisas teriam sido muito mais equilibradas entre o francês e o brasileiro.
Que fique claro que considero Ayrton Senna melhor piloto em qualificação que Lewis Hamilton, mas as comparações entre ambos, não são de perto nem de longe um insulto para o Senna.
Iceman07
13 Junho, 2017 at 23:02
Esta conversa de treta já chateia! O Senna é Senna, o Lewis é Lewis. Metam a viola no saco e comentem mais o facto do Verstappen andar a partir asas aos adversários e estragar a corrida pelo titulo!
Ricardo Bastos
14 Junho, 2017 at 11:00
Comparar a estrada com a beira da estrada, não é possível. Falam do Schumi que o que fez nao foi nada de especial porque tinha o melhor carro entao que dizer da Mercedes em 3 anos seguidos aquilo foi um passeio nunca antes visto. Mais vale dizer que o Hamilton é o melhor piloto em qualificação desta nova geração de motores.