Haas F1 Team pondera ter piloto de reserva ‘partilhado’
Em ano de estreia na Fórmula 1, a Haas F1 Team tem a sua dupla de pilotos escolhida, Romain Grosjean e Esteban Gutierrez, mas a vaga de piloto de reserva está ainda por preencher. Agora o patrão da equipa, Gene Haas, colocou a hipótese de partilhar o piloto com outra equipa. “Ainda não temos um piloto de reserva. Se conseguirmos ter um piloto reserva que seja o mesmo da Ferrari ou de outra equipa, seria possivelmente a nossa melhor opção.”
No fundo, o norte-americano sente que ter um piloto de reserva exclusivo não se justifica. “Para ser sincero, hoje precisamos de um piloto de reserva mais para situações extremas, alguma emergência. A importância de um piloto de reserva não é tão grande quanto parece, devemos seguir o exemplo da Nascar, lá é raro haver pilotos de reserva.” Dois dos nomes que entretanto surgiram como possibilidades foram Charles Leclerc e Jean-Éric Vergne.
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Bzinho
1 Fevereiro, 2016 at 12:43
São estas coisas que me irritam nos americanos, há um par de dias muito se discutiu aqui acerca do porquê de eles não se afirmarem tão facilmente na F1, e acho que esta notícia é um complemento chave para a discussão.
“Devemos seguir o exemplo da NASCAR (…)” Mau mau mau Maria! É a isto que eu me refiro. Os americanos com a mania de que eles é que sabem e nós temos muito a aprender com eles. Para mim, que ainda não vi testes nem nada, enquanto não houver provas dadas a Haas está ao nível da McLaren de 2015, ou seja: é uma equipa da parte final do pelotão. (Com todo o respeito pela Haas, mas enquanto não forem para a pista mostrar o seu valor, permanecem assim.) E as equipas de final de pelotão costumam usar com regularidade pilotos de reserva! Mas pronto, se ele acha que isto é como a NASCAR, deixem o homem fazer o que quiser lol
andre
2 Fevereiro, 2016 at 17:43
Quanto ao titulo da noticia, seria interessante ter um piloto de reserva partilhado, e se Haas tem parceria com a ferrari, e porque não a da ferrari? Isto de haver pilotos de reservas e de desenvolvimento e mais não sei quê, tem de haver limites. Eu vejo o piloto de reserva como um 3º guarda redes no futebol, joga/corre pouco, para as equipas com mais dificuldades não há justificação de haver 3 ou 4 pilotos envolvidos no projecto. Quando no minimo poderia fazer uma parceria com uma equipa do GP2/GP3 que em caso de necessidade recorria aos pilotos dessa mesma equipa para piloto de reserva/desenvolvimento. Isto viabilizava ambas as partes, a equipa que não teria de “pagar” o ordenado por inteiro(mesmo o piloto tendo patrocinios) e tanto o piloto estava em competição asério e quando fosse chamado de emergencia não sentiria dificuldade de adaptação e já estava com ritmo.
anotheruser
2 Fevereiro, 2016 at 22:08
Já partilham quase tudo com a Ferrari. Porque não partilhar também o Vergne, o Gené ou o Rigon?
A Ferrari e a Haas saem beneficiadas, porque é mais uma maneira de fluir informação em ambos os sentidos.