GP Turquia F1: Charles Leclerc não se arrependeu de ter trocado de pneus
Quando a maioria dos pilotos pararam para a troca de pneus, Charles Leclerc ficou na liderança da corrida e durante algumas voltas conseguimos ouvir a conversa entre piloto e equipa, dando a impressão que o monegasco poderia ir até ao fim da corrida com aquele conjunto de pneus. O ritmo parecia ser idêntico, mas algumas voltas depois, o piloto da Ferrari começou a perder terreno para os seus perseguidores, tendo mesmo que parar e trocar de pneus.
“Eu tinha toda a informação de que precisava na altura, e quando o Valtteri parou, perguntei no rádio, ‘ok, quais são os tempos por volta com os novos intermédios?’ Nas primeiras cinco/seis voltas, estávamos mais ou menos ao mesmo ritmo”, explicou o piloto, que acabaria por terminar fora do pódio, em quarto lugar.
Leclerc seria apanhado por Sergio Perez e ficou fora do pódio, isto depois da sua paragem, quando os pneus estavam numa fase de ‘graining’, mas o piloto da Ferrari diz não se ter arrependido de ter parado, mesmo tendo perdido a posição. “Estávamos todos bastante confiantes com essa escolha. Mas foi uma corrida um pouco estranha com os novos intermédios durante seis ou sete voltas. Tiveram uma fase de ‘graining’, e depois disso, ficava-se novamente com ritmo. Foi basicamente exatamente isso que aconteceu. Portanto, nenhum arrependimento do meu lado”.
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Cágado1
11 Outubro, 2021 at 10:57
Gosto sempre da atitude do Leclerc pós corrida, raramente busca desculpas, ou pensa no que poderia ter sido, aceita as decisões e as consequências: arriscou alongar a ver se conseguia chegar ao fim o mais alto possível; viu que não conseguia; trocou de pneus; caiu um lugar, aceita-o com naturalidade e sem arrepnedimentos, assim é que é!
jo baue
11 Outubro, 2021 at 11:13
Cágado1, não é bem assim. Agora está a melhorar um bocado , a ter uma atitude mais madura, mas no passado recente houve alguns episódios de que ele não se deve orgulhar, como no GP espanhol de 2020. E já pondo de parte as más-línguas que reportam uma discussão acesa e em frente a todos entre ele e o Binotto em Monza este ano, na manhã de sábado.
Cágado1
11 Outubro, 2021 at 11:27
Confesso que não me lembro de Espanha 2020, agradeço se me puderes lembrar. Quanto a discussões com o Binotto, acredito que as tenha, mas eu referia-me mais à atitude perante o público, a imprensa.
jo baue
11 Outubro, 2021 at 12:33
Foi após aquela volta sem os cintos apertados, ao entrar nas boxes os mecânicos iam tentar apertá-los, eram essas as instruções transmitidas pelo Marcos, mas o piloto achava que o problema eram os pontos de fixação dos cintos, pelo que houve ali um desentendimento, com o Leclerc a descarregar em cima da equipa de forma bem desagradável, digamos assim (bem mais forte que em Spa por ocasião do 2º pit stop)
Com o Binotto, o que se conta é que tiveram que ser separados. A verdade é que a Ferrari,que nunca comenta oficialmente intrigas, contactou os media que a divulgaram para desmentir, além de o fazer indirectamente no twitter
https://twitter.com/ScuderiaFerrari/status/1443237959709384706?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1443237959709384706%7Ctwgr%5E%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fwww.newsf1.it%2Ff1-scontro-binotto-leclerc-fake-news-la-ferrari-smentisce-formula-1%2F
Mas sim, perante a imprensa e público, fora 1 ou 2 devido à natural frustração, parece que não ultrapassou “as marcas”.
jo baue
11 Outubro, 2021 at 11:09
Mas ao contrário do piloto dos 6 títulos vencidos contra o nada graças ao míssil e ao “muro” da MB , no fim não atacou a equipa ( e vamos pôr de lado adjectivos).
E já agora, vamos pôr aqui na notícia da Ferrari o seguinte:
Este fds terminou o DTM, tendo o piloto da Ferrari abandonado à partida por abalroamento da parte de um rival para o título com um Audi. Este, mais tarde também abandonou devido a outros “contactos”. Entretanto, o outro contendor para o título, Goetze (merdeces), viu-se no 4º lugar a poucas voltas do fim, mas precisava de uma vitória. E foi assim que os 3 pilotos à sua frente, também com merdeces, apesar de serem de equipas satélites, literalmente pararam, perdendo também 5 segundos numa volta, e deixaram-no passar. 1º lugar, adversários ko, merdeces dá um campeonato de pilotos. Como é , só os outros é que usam os “tricks” para ganharem? XD
Bem andou a Alfa Romeo que bateu com a porta 93 compreendendo que onde se mete a merdeces aquilo é um feudo deles, arranjam sempre uma maneira de te atirarem para fora , ou regulamentos, ou contactos em pista, e jamais são penalizados. Um nojo.
Ed: Apenas acrescentar que o piloto da Ferrari, Lawson, partia para a última corrida à frente do campeonato. Até faz mal ver as imagens da javardice ( mais uma ) com que nos brindaram ontem…
Pity
11 Outubro, 2021 at 13:01
Onde é que isso é novidade no DTM? Quando lá andou o AFC, única altura em que eu prestei atenção a esse campeonato, assistiu-se ao mesmo. As três marcas tinham, cada uma, sete pilotos a trabalhar para aquele que elas queriam que vencesse, independentemente da equipa a que pertenciam.
RedDevil
11 Outubro, 2021 at 13:51
Apesar de não ter nada a haver com F1, o que os pilotos Mercedes faziam aos Alfa 155 V6 era “nojento”… em 93, a Alfa dominou, e em 94… foram as corridas mais “porcas” que já vi… só faltou “arrancar olhos”…
Foi tanto que só vi essas 2 épocas… nunca mais liguei ao DTM… nem volto…
Manuel Araujo
11 Outubro, 2021 at 14:42
ainda não perderam a filosofia do III reich… essa marca é herdeira disso.. as evidençias provam-no. é na F-1 no DTM etc tem uma dor de chifre do palmarés da scuderia nas diversas categorias… enfim uns nojentos que pensam que só os arianos sabem fazer carros…
Frenando_Afondo™
11 Outubro, 2021 at 19:46
Ok, então as marcas italianas são todas de Mussolini. Ok, obrigado por confirmar.
...
11 Outubro, 2021 at 11:13
Lembra-me muito um dos maiores de sempre, Gilles Villeneuve. Seja pelos erros que comete, seja pelas exibições fora-de-série com que nos presenteia. Um regalo para quem gosta de pilotos que dão o máximo.