GP Portugal F1: AIA respondeu a críticas: “por vezes, as imagens não representam a realidade”

Por a 25 Outubro 2020 12:10

É hoje que, passados 24 anos, se vai realizar novamente uma corrida de F1 em Portugal. Em tempo de pandemia, choveram críticas face ao que alguns dizem ser ‘ajuntamentos impróprios’, mas o AIA respondeu, dizendo que “por vezes, as imagens não representam a realidade”, deixando no entanto a garantia que o controlo nas bancadas está a ser maior no dia de hoje, dia da corrida: “Durante o dia de hoje (sábado), surgiram imagens onde parece que não está a ser cumprido o distanciamento social em eventos, imposto pela Direção Geral da Saúde. Como todos sabemos, por vezes, estas não representam a realidade”, lê-se.

O AutoSport esteve nessa bancada, e as coisas são simples: “O ajuntamento que se formou foi na fila para comprar comida! Não houve distanciamento e ficou tudo uns em cima dos outros. Na nossa parte da bancada, apesar de haver mais pessoas, havia sempre, no mínimo, uma cadeira de intervalo a fazer distância, o que não sendo o ideal, é alguma coisa. Por outro lado, há muita gente a sentar-se no lugar que não lhes pertence e acotneceu-me quando ia à casa de banho, chegava quase sempre com alguém sentado no meu lugar, e tinha de lhes chamar a atenção”.

Neste momento, já não deixam entrar mais ninguém para a bancada Portimão, segundo parece estão a mandar as pessoas para a bancada principal.

NOTA: A foto é tirada da mesma bancada onde surgiram as fotos polémicas. Qualquer um que perceba minimamente de perspetiva, sabe que uma foto pode ser enganadora. Este vídeo mostra algo diferente. Não terá sido resguardado o distanciamento social perfeito, mas não foi tão mau quanto alguns quiseram fazer parecer.

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2 comentários

  1. João Carlos Carré dos Reis

    25 Outubro, 2020 at 15:00

    Não discuto as imagens porque as entendo com normalidade mas será que perante elas o “pessoal” do futebol as entenderá? Ponho em causa, isso sim, como é possível que portadores de bilhete sejam trancados à entrada porque a prova se iniciou. Depois de andarem por percursos “armadilhados” para poderem chegar ao autódromo ainda têm a barreira a impedir a entrada por atraso na chegada. Os bilhetes não são tão acessíveis para suportar um gozo destes. Sei que mais tarde a situação foi desbloqueada menos para o infeliz que por culpa da organização foi detido pela GNR por se insurgir contra uma verdadeira injustiça e parvoeira típica dos crânios que de tanto pensar só produzem ordens de m_r_da. A minha solidariedade para esse espectador e aos mandantes votos de que reflitam bem antes de ditarem seja o que for. Alguém se prejudicou por vossa responsabilidade.

  2. doubleseven

    26 Outubro, 2020 at 19:54

    Mas o AIA respondeu, quem?, como?, algum comunicado, talvez! Como adepto de automobilismo, desloquei-me unicamente no Domingo e se no Caos de Domingo havia a garantia que tudo seria melhor, no Sábado só pode ter sido um Inferno, mas como não estava presente no Sábado não me vou alongar mais sobre o assunto. Da experiência que vivi no dia da corrida, excluindo a desventura muito temporal da chegada e saída do recinto, portanto a pé nas entradas onde passei, porta principal, porta1 e porta2, achei estranho mas não vi absolutamente ninguém a tirar a febre a nenhum espectador, incluindo eu, a segurança fez a revista normal nestes eventos preocupando-se adicionalmente na procura de comida e bebida, alimentos só comprados no interior do recinto, não vá os de fora estar contaminados! Já no interior e como diz, realmente na zona dos quiosques da restauração presenciei os ajuntamentos mas por exemplo, também não vi nenhuma marcação no chão nem tão pouco preocupação ou tentativa da parte da segurança e policia de evitar ou organizar o mesmo ajuntamento, actuando unicamente no encaminhamento para o seu lugar de quem estava de pé, à espera de alguém da fila ou tentar ver um pouco mais do circuito, visto que a informação disponibilizada sobre a corrida era quase nula e limitada a uma pequena tela quase imperceptível há distancia que estava. Sentado no meu lugar é verdade que não tinha ninguém em ambos os lados, nem à frente nem atrás, já nas transversais a história foi outra, tinha pessoas dos quatro lados a menos de 1 metro de mim, ao ponto e como sou alto, ter batido involuntariamente com os joelhos varias vezes nas pessoas que estavam há minha frente, positivamente pelo que assisti o uso da máscara foi respeitado.
    Que a organização do evento tenha a desculpa fácil de responsabilizar quem comprou bilhete(!!!), enfim “portuguesices”, agora um jornalista com a obrigação de informar, sendo eu um leitor e comprador(em papel) assíduo do vosso jornal já me deixa mais apreensivo, não deveria ser imparcial ou tem receio perder as regalias de jornalista por parte dos responsáveis do AIA, não consigo entender.
    NOTA:Para terminar, descobri hoje que “mil palavras valem mais que uma imagem” ou será “mil desculpas valem mais que uma imagem”.

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