GP do Japão F1: McLaren espera desafios semelhantes aos encontrados em Melbourne
À entrada para a terceira jornada do Campeonato do Mundo de F1, a McLaren prepara-se para mais uma corrida desafiante, neste arranque de temporada marcado pela introdução do novo regulamento.
Críticas à nova filosofia da Fórmula 1 de 2026
A nova filosofia implementada pela F1 para 2026 tem sido criticada, com muitos a apontarem a gestão extrema de energia como um fator que retira cor às corridas. Mas, enquanto a F1 e as equipas não encontram uma solução a curto prazo que permita reduzir a exigência na gestão da energia elétrica — algo que deverá ser trabalhado na pausa de cinco semanas motivada pelos cancelamentos do GP do Bahrein e da Arábia Saudita —, os engenheiros têm de encontrar soluções imediatas.
Suzuka desafia eficiência energética
E Suzuka não será uma pista fácil. Com um perfil fluido e pouca exigência na travagem (os pilotos passam apenas nove segundos a pressionar o pedal do travão, segundo a Brembo), as oportunidades de regeneração de energia serão diminutas, tal como foram em Melbourne. É com base no trabalho feito na pista australiana que os engenheiros vão tentar encontrar a forma mais eficaz de completar uma volta ao traçado japonês.
Mark Temple, diretor técnico de desempenho da McLaren, referiu isso mesmo na antevisão da prova:
“Analisando as primeiras rondas do Campeonato do Mundo de Fórmula 1 da FIA de 2026, observámos dois tipos de circuitos bastante distintos. O Grande Prémio da Austrália, em Melbourne, apresentou chicanes de média e alta velocidade, enquanto o Circuito Internacional de Xangai, na China, ofereceu curvas longas de baixa e média velocidade.
Apesar de estarmos ainda numa fase inicial desta nova geração da Fórmula 1, já enfrentámos dois desafios diferentes ao nível das unidades motrizes, bem como exigências distintas em termos de recuperação e utilização de energia, com impacto na abordagem de condução e nas estratégias de corrida”, explicou.
Otimização de energia será essencial em Suzuka
“Esperamos encontrar um cenário mais semelhante ao de Melbourne. Suzuka continua a ser um circuito único e exigente, com curvas icónicas, mas, tal como Melbourne, é uma pista com limitações ao nível da energia disponível. Assim, antecipamos uma maior influência dos sistemas de recuperação de energia em várias zonas do circuito, como na entrada para a Curva 1. Esta será uma área crucial a otimizar, em conjunto com o desempenho do chassis e dos pneus”, concluiu o engenheiro da McLaren.
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