GP de Miami F1: Esteban Ocon critica falta de proteções na pista

Por a 8 Maio 2022 11:36

Esteban Ocon faltou à qualificação para o GP de Miami, depois de um incidente no início do TL3 ter comprometido o resto do seu fim de semana. Ocon perdeu o controlo do seu Alpine e embateu contra as proteções da pista. O embate não pareceu muito violento mas registou 51G nos sensores da FIA, o que motivou uma ida ao centro médico por parte do francês, apenas por precaução.

Ocon ficou desagradado com o facto e referiu que a falta de proteções Tecpro piorou a sua situação:

“O que é realmente inaceitável, é que foram 51G para o que não deveria ter sido um impacto tão grande”, disse Ocon. “Quando Carlos [Sainz] se queixou ao diretor da prova, estávamos todos lá a ouvi-lo, e nada foi feito. Houve uma discussão ontem à noite [de sexta para sábado]. Carlos disse que o impacto foi demasiado grande para o que deveria ter sido. Hoje [ontem] o impacto. que senti foi enorme É provavelmente o maior impacto da minha carreira. Ontem Carlos magoou-se. Hoje também me magoei. A FIA deveria pressionar mais pela nossa segurança. O importante é que possamos correr, e eu também poderei correr”.

“Quando um piloto profissional do calibre do Carlos, piloto Ferrari, diz algo assim, penso que o mínimo é que deve ser tomado em consideração, e fazer o melhor possível para fazer uma mudança”, acrescentou Ocon.

Sainz disse que não compreendia porque é que a FIA não tinha seguido o seu conselho e acrescentou uma barreira Tecpro na curva.

“Lamento ser crítico, mas disse ontem à FIA que o meu acidente em segunda velocidade não deveria ser tão duro, mas hoje o meu pescoço doía”, disse Sainz. “Disse-lhes, vamos pôr lá o Tecpro, porque é uma parede de betão muito dura. Esteban bateu, e tenho a certeza que ele também o sentiu. E é uma daquelas coisas que nunca irei compreender”.

Caro leitor, esta é uma mensagem importante.
O Autosport já não existe em versão papel, apenas na versão online.
E por essa razão, não é mais possível o Autosport continuar a disponibilizar todos os seus artigos gratuitamente.
Para que os leitores possam contribuir para a existência e evolução da qualidade do seu site preferido, criámos o Clube Autosport com inúmeras vantagens e descontos que permitirá a cada membro aceder a todos os artigos do site Autosport e ainda recuperar (varias vezes) o custo de ser membro.
Os membros do Clube Autosport receberão um cartão de membro com validade de 1 ano, que apresentarão junto das empresas parceiras como identificação.
Lista de Vantagens:
-Acesso a todos os conteúdos no site Autosport sem ter que ver a publicidade
-Desconto nos combustíveis Repsol
-Acesso a seguros especialmente desenvolvidos pela Vitorinos seguros a preços imbatíveis
-Descontos em oficinas, lojas e serviços auto
-Acesso exclusivo a eventos especialmente organizados para membros
Saiba mais AQUI

6 comentários

  1. RedDevil

    8 Maio, 2022 at 14:14

    Esses critérios… ai que o meu pescoço ficou a doer! … LOL…

    • Scb

      8 Maio, 2022 at 14:47

      Idiota chapado. 51G é pouco?

      • RedDevil

        8 Maio, 2022 at 17:58

        LoL…
        O senhor sabe o que é 51G?
        E sabe quais são os valores típicos num embate?
        É melhor informar-se para não andar a chamar idiotas aos outros quando tem um ignorante dentro de si…

        • Não me chateies

          8 Maio, 2022 at 19:13

          É uma desaceleração de 51 x 9.8 m/s2. Resta saber sobre o quê (o carro absorveu a maioria), depende onde estavam os sensores. Se o piloto não perdeu consciência é porque esteve muito longe disso.

          • RedDevil

            8 Maio, 2022 at 23:49

            Os G’s não são absorvidos por nada… os G’s são resultado da dissipação da energia cinética… a deformação da estrutura absorve Joules (unidade de energia)…
            Um impacto de um carro (a 50km/h) contra um objecto parado (um muro, por exemplo) pode dar qualquer coisa entre 50 a 150G’s… dependendo das variáveis consideradas… desde cinto colocado ou não, ângulo de embate, etc…
            Já houve um acidente na Indy (em 2003) em que o piloto levou com 214G… e sobreviveu…

  2. Não me chateies

    8 Maio, 2022 at 18:44

    Pelo que se vê na imagem é um muro de betão, nem sequer tem uma barreira safer, o que é normal nos Estados Unidos, onde as pistas da Indycar estão recheadas deste tipo de barreira.

Deixe aqui o seu comentário

últimas FÓRMULA 1
últimas Autosport
formula1
últimas Automais
formula1
Ativar notificações? Sim Não, obrigado