Esteban Ocon faltou à qualificação para o GP de Miami, depois de um incidente no início do TL3 ter comprometido o resto do seu fim de semana. Ocon perdeu o controlo do seu Alpine e embateu contra as proteções da pista. O embate não pareceu muito violento mas registou 51G nos sensores da FIA, o que motivou uma ida ao centro médico por parte do francês, apenas por precaução.
Ocon ficou desagradado com o facto e referiu que a falta de proteções Tecpro piorou a sua situação:
“O que é realmente inaceitável, é que foram 51G para o que não deveria ter sido um impacto tão grande”, disse Ocon. “Quando Carlos [Sainz] se queixou ao diretor da prova, estávamos todos lá a ouvi-lo, e nada foi feito. Houve uma discussão ontem à noite [de sexta para sábado]. Carlos disse que o impacto foi demasiado grande para o que deveria ter sido. Hoje [ontem] o impacto. que senti foi enorme É provavelmente o maior impacto da minha carreira. Ontem Carlos magoou-se. Hoje também me magoei. A FIA deveria pressionar mais pela nossa segurança. O importante é que possamos correr, e eu também poderei correr”.
“Quando um piloto profissional do calibre do Carlos, piloto Ferrari, diz algo assim, penso que o mínimo é que deve ser tomado em consideração, e fazer o melhor possível para fazer uma mudança”, acrescentou Ocon.
Sainz disse que não compreendia porque é que a FIA não tinha seguido o seu conselho e acrescentou uma barreira Tecpro na curva.
“Lamento ser crítico, mas disse ontem à FIA que o meu acidente em segunda velocidade não deveria ser tão duro, mas hoje o meu pescoço doía”, disse Sainz. “Disse-lhes, vamos pôr lá o Tecpro, porque é uma parede de betão muito dura. Esteban bateu, e tenho a certeza que ele também o sentiu. E é uma daquelas coisas que nunca irei compreender”.











