GP da China F1: Não compensa arriscar mais com estes novos carros
Até há bem pouco tempo, a qualificação era o momento que permitia ver a velocidade pura dos pilotos e muitos deles arriscavam muito mais em buscar do último milésimo de segundo. Hoje em dia, não faz sentido arriscar e Charles Leclerc explica o motivo.
Leclerc considera que a consistência passou a ser o fator determinante nas sessões de qualificação da Fórmula 1 com os novos carros de 2026. O piloto da Ferrari explicou que o atual comportamento dos monolugares e a complexa gestão da unidade motriz tornaram praticamente impossível realizar as tradicionais voltas “no limite” que antes podiam fazer a diferença na Q3.
Leclerc explicou que os novos regulamentos alteraram significativamente a abordagem dos pilotos em qualificação. No passado, assumir riscos adicionais numa última tentativa podia resultar numa volta excecional. Contudo, com a atual gestão energética dos carros, esse tipo de abordagem pode acabar por prejudicar o desempenho.
O piloto explicou, citado pelo crash.net, que teve de adaptar a sua abordagem nas sessões de qualificação.
“No passado, uma das minhas forças era chegar à Q3 e arriscar muito para extrair algo mais. Agora, quando tentas fazer isso — como fiz ontem — acabas por confundir a gestão do motor e perdes muito mais tempo do que ganhas. A consistência compensa mais. Hoje consegui encontrar o meu ritmo desde a Q1 até à Q3. Não é tão emocionante quando estás no carro, porque não podes forçar tanto como queres. No final aproximou-me dos carros da frente, mas não foi uma volta fantástica. Infelizmente, acho que já não é possível fazer esse tipo de volta com estes carros.”
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jo baue
14 Março, 2026 at 19:13
Torço pelo Antonelli desde os tempos do karting, mas isto, NÃO. É- me impossível ficar entusiasmado pela vitória de alguém que guia um carro ‘ truccato’ ( evitando sempre termos em inglês). E detesto esta mercedes e tudo o que gira a’ sua volta, a começar pelo silêncio, desde 2010 que transformaram a F1 numa espécie de Mafia, desde as famosas ameaças que abandonariam o circo se não aprovassem os híbridos.
E, sinceramente, tenho quase nojo de ver os pilotos, os Cavaleiros do Risco antigamente, hoje a serem passageiros dos software de gestão. O piloto é hoje totalmente inútil ao ponto de vermos eliminanada a diferença entre colegas da mesma equipa. Isto não é o campeonato de pilotos. No fim do ano deviam dar a taça aos do software.
Como é possível o colega forista ( desculpem, esqueci- me do nome) que vê a F1 desde 1972 fazer hoje e comparações com o passado ?!