GP Bélgica F1, Mario Isola: “poderemos ver uma mistura interessante de estratégias”
A F1 está de volta após as suas férias de verão, num dos circuitos mais exigentes para os pneus. A Pirelli escolheu os compostos médios da sua gama para o Grande Prémio da Bélgica em Spa-Francorchamps, a primeira corrida do segundo período de 3 corridas consecutivas da temporada 2021. A escolha da Pirelli para este fim de semana, é igual à gama de pneus do ano passado.
Spa é sinónimo de tempo variável, que também pode variar em diferentes partes do circuito, embora a corrida do ano passado tenha acontecido com tempo seco, há sempre uma grande probabilidade de serem necessários pneus intermédios ou de chuva a dada altura durante o fim de semana. As forças colocadas nos pneus são elevadas, especialmente no famoso complexo Eau Rouge-Raidillon, onde os pneus são submetidos a uma compressão feroz e forças G pesadas sobre uma das partes mais rápidas da pista.
A reta Kemmel, com quase 800 metros de comprimento, tem o efeito de arrefecer os pneus, o que afeta a aderência através das curvas seguintes. De facto, desde a saída de La Source até Les Combes (que segue a reta Kemmel) é uma distância de pouco mais de dois quilómetros sem qualquer travagem. O Grande Prémio da Bélgica do ano passado foi ganho com uma estratégia de paragem única, para troca de pneus médios por pneus duros, a mesma opção entre os três pilotos do pódio. As trocas foram efetuadas durante um longo período de Safety Car à volta 11.
Mario Isola, responsável da Pirelli, avisa que este ano podemos assistir a estratégias diferentes por parte das equipas, para além, do desafio que o clima costuma colocar.
“O Grande Prémio da Bélgica marca a nossa terceira visita a Spa num mês, em contextos muito diferentes, após as 24 Horas de Spa, o Ypres Rally Bélgica – que teve o seu último dia em Spa – e agora a Fórmula 1. Os desafios desta pista, especialmente quando se trata do clima, são bem conhecidos, assim como as cargas colocadas sobre os pneus. No ano passado, os três primeiros pilotos na qualificação, escolheram os pneus médios, enquanto os macios ofereceram um bom aumento de aderência mas exigiu mais gestão, pelo que não foi considerado como um pneu de corrida ideal. A maioria dos pilotos passou de médios a duros, com a paragem nas boxes ditada pelo Safety Car na volta 11. Este ano poderemos ver uma mistura interessante de estratégias”.

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