GP Austrália F1: Consistência precisa-se
Apesar da dupla desistência que a Haas teve na Austrália Romain Grosjean mostrou-se satisfeito com o rendimento do VF-17. Grosjean foi o mais rápido entre as equipas do meio na qualificação, com o sexto lugar. Mas foi forçado a desistir. O francês apesar disto mostrou-se muito confiante com o monolugar.
“Perdi muita velocidade de forma rápida, disse à equipa e depois tive de desistir. Um resultado muito dececionante, mas na qualificação fui sexto, mostra as qualidades do monolugar, senti que fui mais rápido que o Williams. É preciso ganharmos consistência, foi o que nos faltou o ano passado”, afirmou Grosjean. Kevin Magnussen desistiu também, mas por uma falha de suspensão causada por acidente com Marcus Ericsson.
Rodrigo Fernandes
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João Pereira
28 Março, 2017 at 21:55
Sim! Em 2016 também começaram desta maneira, mas depois não houve sequer capacidade para resolver os problemas de travões!!!
É o que dá ir ás compras ao Outlet, e depois não haver um departamento técnico próprio. A F1 não é como a NASCAR ou a INDYCAR, onde o ano começa com tecnologia de há 30 anos atrás, e não é preciso desenvolver, porque tudo vai acabar exactamente com as mesmas carroças.
A F1 não se baseia em comprar um carro no início do ano, e fazer revisões, mudar pneus, filtros, pastilhas, óleo e alinhar a direcção de corrida para corrida. Fazer a mesma coisa, exactamente da mesma maneira uma e outra vez, e esperar que o resultado seja melhor, não é F1, é insanidade ou fantasia de milionário americano.
Iceman07
28 Março, 2017 at 22:25
Quem precisa de consistência é o Magnussen, no fim-de-semana da Austrália só fez porcaria.