Apesar da dupla desistência que a Haas teve na Austrália Romain Grosjean mostrou-se satisfeito com o rendimento do VF-17. Grosjean foi o mais rápido entre as equipas do meio na qualificação, com o sexto lugar. Mas foi forçado a desistir. O francês apesar disto mostrou-se muito confiante com o monolugar.
“Perdi muita velocidade de forma rápida, disse à equipa e depois tive de desistir. Um resultado muito dececionante, mas na qualificação fui sexto, mostra as qualidades do monolugar, senti que fui mais rápido que o Williams. É preciso ganharmos consistência, foi o que nos faltou o ano passado”, afirmou Grosjean. Kevin Magnussen desistiu também, mas por uma falha de suspensão causada por acidente com Marcus Ericsson.
Rodrigo Fernandes









Sim! Em 2016 também começaram desta maneira, mas depois não houve sequer capacidade para resolver os problemas de travões!!! É o que dá ir ás compras ao Outlet, e depois não haver um departamento técnico próprio. A F1 não é como a NASCAR ou a INDYCAR, onde o ano começa com tecnologia de há 30 anos atrás, e não é preciso desenvolver, porque tudo vai acabar exactamente com as mesmas carroças. A F1 não se baseia em comprar um carro no início do ano, e fazer revisões, mudar pneus, filtros, pastilhas, óleo e alinhar a direcção de corrida para corrida.… Ler mais »
Quem precisa de consistência é o Magnussen, no fim-de-semana da Austrália só fez porcaria.