Fórmula 1: Sergio Perez na Alfa Romeo?
Há alguns dias que se fala da possibilidade de Sebastian Vettel rumar à Aston Martin em 2021, atual Racing Point, e não foi muito difícil olhar para a questão e perceber que com boa dose de certeza será Sergio Perez a sair da equipa. Na verdade, este não é um ponto de que tenhamos certezas absoluta pelo simples facto que a Lawrence Stroll não iria dar muito jeito impor o seu filho aos restantes acionistas, caso Lance Stroll não fizesse melhor que Sergio Pérez.
Até aqui, o mexicano tem feito melhor, mas na Hungria não foi isso que sucedeu, longe disso. Se Stroll ‘pai’ quer fazer crescer a Aston Martin ao ponto da levar às vitórias, como já disse anteriormente, para isso precisa dos melhores pilotos e se Sebastian Vettel encaixa, Lance Stroll, ou mesmo Sergio Pérez, podem não ser as melhores soluções.
Esquecendo esse assunto para já e partindo do princípio que a solução a curto prazo será mesmo a saída de Pérez, para onde poder ir o mexicano? Perez disse no fim de semana passado que foi contactado por uma equipa de F1 e a desconfiança é que foi pela Alfa Romeo.
Com um dos dois lugares no Alfa Romeo reservado para um piloto da academia Ferrari, atualmente Antonio Giovinazzi, conforme os termos de seu contrato com o fornecedor de motores Ferrari, Perez pode substituir Kimi Raikkonen pois o contrato do finlandês expira no final desta temporada, quando ele já tiver 41 anos.
A Alfa Romeo tem estado na mó de baixo, na luta com a Haas e Williams e contratar alguém como Sergio Perez seria um verdadeiro achado para o que vale agora a equipa. Os homens de Winwill podem ver com bons olhos Pérez, mas o contrário pode não ser verdade… a não ser que não tenha alternativa. A Haas também seria uma boa opção para Perez, pois Romain Grosjean já que quase é um “elefante na sala” da equipa. Resumindo, se houver alguma justiça na Fórmula 1, isso deve ser suficiente para manter o mexicano na grelha. Onde, já é outra música…
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malhaxuxas
22 Julho, 2020 at 17:45
Volta para casa que estás lá bem.
Lisboa
22 Julho, 2020 at 18:23
On Topic:
O Perez é bom, mas trás com ele, um dos maiores pacotes de patrocinadores da actual F1, há quem fale em 40 milhões de dólares. Não sei se é verdade, mas ao ser, também questiono se a sua permanência na F1 apenas se deve a isso.
Num mundo semi-perfeito, o Vettel faria equipa com o Perez.
Num mundo imperfeito, o Vettel faria equipa com o Stroll.
Agora, num mundo Perfeito, a Racing Point seria desclassificada por andar com um Copy-Paste do Mercedes de 2019 e obrigada a desenhar um novo e assim, o Vettel ia para casa e a Racing Point para o fundo da tabela.
Off Topic:
Muitos gostam de bater no Grosjean, mas nenhum se sentou num HAAS para ver se o carro é fácil de pilotar ou não.
Agora, aquilo que sei é, quando o francês teve um carro competitivo, andava pelo pódio, chegando a bater muita maltinha em McLaren e Ferrari, isto em 2012 e 2013.
Mas pronto, talvez seja altura de o Grosjean dar o lugar a outro e ver se esse outro é campeão num HAAS, coisa que o francês pelos vistos é muito nabo para fazer.
necax007
22 Julho, 2020 at 20:12
Isto pode ser só uma teoria minha. Mas… eu penso que o declínio do Grosjean está directamente relacionado com as alterações das regras em 2017. Quando os carros tinham menos apoio aerodinâmico e eram um pouco mais leves. o Grosjean era bem rápido (sempre propenso a acidentes mas rápido).
de 2017 para a frente tem sido muito fraco e realmente já não merece estar na F1.
Lisboa
22 Julho, 2020 at 20:30
O Grosjean é provavelmente o piloto com melhor currículo em formulas de ascensão à F1.
São 7 títulos, SETE.
Em 2013, teve mais pódios que o Hamilton, o Rosberg, o Massa e ambos os pilotos da McLaren, estes com zero pódios.
Nesse ano, só 4 pilotos foram mais vezes ao pódio que o piloto francês.
Nenhum nabo consegue isto.
Talvez o facto de não ter progredido na carreira para uma equia de ponta, provavelmente por aquilo que disse, pelo ser propenso a acidentes, o tenham desmotivado ao ponto de às vezes parecer apático.
Acho que teve uma carreira muito boa, recheada de vitórias, títulos e pódios na F1, talvez seja melhor se retirar antes que o seu passado de sucesso seja esquecido.
letsme
22 Julho, 2020 at 22:32
Em 2013 teve muitos pódios… O carro era fraco? Como é que correu ao colega de equipa?
Lisboa
22 Julho, 2020 at 22:45
Como correu ao colega de equipa, um campeão do Mundo de F1 na sua 11° época, em comparação a um piloto na sua 2° época completa?
Correu melhor como seria de esperar, obteve mais 2 pódios que o francês.
Agora o facto de a época ter corrido melhor ao Kimi que à data tinha apenas mais 5x mais de experiência na competição, não tira nem um pouco o mérito ao Grosjean.
Cágado1
22 Julho, 2020 at 22:37
Partilho totalmente a opinião sobre o Grosjean.
É para muito poucos entrar na F1 a meio do ano e mostrar-se logo rápido – mas desastrado. O despedimento no final do ano teria acabado com a carreira da vasta maioria. Ele não. Teve a humildade de voltar à GP2, com um budget limitado e dominar por completo.
Voltou a quem o despediu e voltou logo a ser competitivo.
É obra!!!
Mas talvez já tenha mesmo acabado, raramente se vê aquela centelha fantástica.
831AB0
22 Julho, 2020 at 22:54
Desculpe intrometer-me, mas quero começar por manifestar a minha surpresa e satisfação por não ser o único aqui que mostra compreensão e respeito pelo Romain Grosjean. A sério – já começava a pensar: «será que toda a gente está errada menos eu? Será que o Grosjean é mesmo o aselha que todos dizem ser, e toda a gente o vê menos eu?»
Na minha opinião, o Grosjean vai sair num momento de declínio da carreira. Ele ainda não desistiu do sonho de vencer e, no que depender dele, vai ficar na F1 até se esgotar a última possibilidade de, pelo menos, ganhar um Grande Prémio. É como os jogadores que perdem no casino: continuam a jogar até perderem tudo porque mantêm a esperança de ganhar – ou, pelo menos, de recuperar o que apostaram.
Os acidentes do Grosjean resultam, como diz muito bem, de ter de lutar com carros cuja competitividade é insatisfatória e procurar extrair deles o que não podem dar. Com um bom carro, é perfeitamente capaz de lutar com um Vettel e um Hamilton. Vimo-lo nos GPs do Bahrein e Europa de 2012, nos GPs da Alemanha e Japão de 2013 e no GP da Bélgica de 2015. Entre outros. Mas há aqui várias perversões: há os adeptos do Alonso, que são em número considerável (na redacção do AutoSport parece não haver quem não seja fã dele) e vão continuar a culpá-lo até ao fim dos tempos por o espanhol ter perdido o título de 2012, com o acidente de Spa; há uma imprensa que tem critérios muito enviesados e, por vezes, incompreensíveis a quem tenha um mínimo de senso comum, que incensa o Grosjean enquanto aplaude pilotos amorfos e sem resultados (veja-se como tratam o Nico Hulkenberg); há o declínio da Haas, evidente desde 2017, que tem impedido o Grosjean – e o Magnussen, deve dizer-se – de mostrar bons resultados. E, sobretudo, há a idade: aos 34 anos, já não é exactamente um jovem no início de uma carreira promissora e dificilmente terá um lugar na F1 se a Haas o despedir.
E, a despeito de tudo isto, quando o via na RoC (ou no Troféu Andros, já agora) ficava espantado com o talento natural dele e com a pura alegria de conduzir que mostrava. É uma pena que nenhuma equipa de topo o tenha contratado. Teve uma carreira fantástica, mas, no que toca à F1, o sucesso passou-lhe ao lado.
Lisboa
23 Julho, 2020 at 0:37
Ao Grosjean faltou o apoio de uma estrutura de topo que o ajudasse a evoluir e a extrair aquilo que demonstrou nas fórmulas de ascensão.
Cometeu erros, cometeu, alguns até infantis, mas o Verstappen também os cometeu e não foram assim tão poucos, mas teve a sorte de ter uma boa estrutura e um padrinho (Helmut) que o apoiaram incondicionalmente.
Não estou a dizer que o francês esteja no patamar do holandês, mas repito, quando teve carro e cabeça, foi muito competitivo e veloz.
Houve algo que se perdeu pelo caminho, talvez aquela crença que conseguia chegar a uma equipa de topo e parece que após 2017 baixou os braços, mas isso não lhe tira a excelente carreira fora da F1 e uma carreira até muito aceitável na F1, com uma dezena de pódios. Quantos se podem gabar de uma carreira idêntica à dele na F1? O Perez que tem tantos admiradores neste fórum, perde em comparação ao francês.
NOTEAM
23 Julho, 2020 at 9:00
Comparar o Max com o Grosjean é o como comparar o Maradona com o Fernando Aguiar.
Lisboa
23 Julho, 2020 at 11:46
Em termos de resultados dentro da F1, concordo plenamente.
Em termos de erros nos primeiros 3/4 anos de carreira, foram idênticos.
Em termos de resultados fora da F1, por força da ascensão do holandês, nunca saberemos.
Em talento puro, o holandês é muito superior, mas em parte alguma, escrevi que eram idênticos neste aspecto.
Cágado1
23 Julho, 2020 at 10:09
Bom, agora já não concordo. O Pérez até pode não ser tão rápido como o Grosjean, mas é claramente melhor na gestão das corridas, um piloto mais completo.
[email protected]
23 Julho, 2020 at 11:29
Bom… é comparar um piloto bom ( que nunca teve carro competitivo para brilhar) com um mediocre ( que teve carro bem competitivo 2012 e 2013)
Lisboa
23 Julho, 2020 at 11:58
Mas eu não discordo nem um pouco que o Perez é claramente superior ao Grosjean a gerir corridas. Provavelmente, o mexicano é um dos 6/7 melhores a gerir corridas.
Apenas fiz mencionei, que até à data, o Grosjean, por ter mais pódios em comparação ao Perez, se ambos saíssem da F1 este ano, o palmares do francês era melhor.
Sr. Dr. HHister
23 Julho, 2020 at 11:53
Entenda de uma vez, Grosjean não tem estrutura psicológica para andar de F1. 🎉
Leonardo Lewenhart
23 Julho, 2020 at 10:42
O maior problema do Grosjean é a quantidade de DNFs que ele tem, 44 em 167 GPs, obviamente nem todos por culpa dele mas a grande maioria são e tirando as duas primeiras épocas em 2012 e 2013 ao volante do super competitivo Lotus (o qual permitiu a Raikkonen relançar a sua carreira de volta ao topo da F1 e a um regresso a Ferrari depois da aventura nos ralis), a verdade é que depois disso nunca mais Grosjean brilhou.
Kamui Kobayashi teve um breve momento brilhante na época em que a Sauber esteve bastante competitiva, assim como Perez brilhou também com a Sauber. Concordo quando diz que Grosjean foi brilhante nas formulas que antecedem a F1 e talvez por ter uma velocidade acima da média, num dia sim, se tem mantido na F1 mas aos 34 anos se tiver de sair para dar lugar ao Perez não penso que a F1 perderia nada. Na minha opinião a F1 perde mais neste momento com a saida do Raikkonen do que do Grosjean. Raikkonen tem carisma e proporciona momento hilariantes aos adeptos de F1.
Pity
23 Julho, 2020 at 14:32
Sempre fui fã do Kimi, mas preferia que ele já tivesse abandonado, do que vê-lo a arrastar-se naquela Alfa Romeo. Quando não se pode brilhar, até o carisma desaparece. E os momentos hilariantes… ainda mais.
Sr. Dr. HHister
23 Julho, 2020 at 11:50
O passado interessa de caraças na F1! O Grosjean não tem estaleca.
Ricciardo não teve grandes provas dadas e na F1 mostrou serviço, mesmo depois de ser batido por Kvyat. E é isso que interessa na F1, capacidade de superação que Grosjean não tem.
José Pereira
23 Julho, 2020 at 5:11
Subscrevo não vê quem é cego, mas tá tudo legal agora porque a Ferrari tá na mo de baixo
[email protected]
23 Julho, 2020 at 11:10
Até parece que os “bons” do pelotão não trazem sempre c eles grandes patrocinios. Veja-se o Alonso e Santander…
Sr. Dr. HHister
23 Julho, 2020 at 11:44
Você questiona-se se a permanência do Perez se deve só aos milhões que traz com ele? Lol. Perez é um dos pilotos mais rápidos e consistentes do pelotão, com excelente visão estratégica da corrida. O Maldonado também trazia milhões e veja onde ele está! É óbvio que é a qualidade do Perez que o mantém na F1.
E por falar em Maldonado, o que você disse do Grosjean também se aplica ao Maldonado. Também bateu campeões com material inferior, aliás, foi o último a vencer com um Williams. Isso significa que é bom piloto? Não. A parte psicológica é muito importante no desporto e Grosjean é fraco, muito fraco psicologicamente.
Lisboa
23 Julho, 2020 at 11:54
E por acaso é crime questionar se a permanência do Perez se deve, ou deveu no passado, aos patrocíninadores?
Eu não afirmei que era, mas verdade seja dita, nunca vimos um Perez sem estes patrocinadores.
Quem lhe diz que sem esse dinheiro ele permanecia na F1?
Sr. Dr. HHister
23 Julho, 2020 at 12:32
A mim não me interessam suposições desse género. Obviamente sem dinheiro muitos dos que lá estão, não estariam!
A questão é; tem Perez qualidade para estar na F1? Sim tem.
Já Grosjean tem qualidade para estar na F1? Muito dificilmente. Mas esta questão não coloca você! Como é que um piloto como o Grosjean se mantém no circo?
Jaguar R3
22 Julho, 2020 at 21:56
São opiniões. Eu continuo com a minha que neste momento o Perez é mais rápido do que o Vettel. E a ver vamos se o Vettel consegue bater facilmente o Stroll. Não daria isso como um dado adquirido. A não ser que a tal teoria do grip traseiro se confirme, nunca li sobre isso nem ouvi o Vettel dizê-lo mas ok.
831AB0
22 Julho, 2020 at 22:57
Estou a ver que o Vettel, pelos seus critérios, está assim ao nível, digamos, de um Jolyon Palmer. Provavelmente nem conseguiria bater o Yuji Ide, não?
Sr. Dr. HHister
23 Julho, 2020 at 0:28
Pode começar por bater o Leclerc.
831AB0
23 Julho, 2020 at 9:49
Ainda mais que nos últimos GPs? Relembro que em ambos se qualificou à frente do Leclerc e, no último, ficou em 6.º enquanto o prodígio foi 11.º
O Leclerc, em contrapartida, confunde «bater o Vettel» com «bater NO Vettel»…
Sr. Dr. HHister
24 Julho, 2020 at 15:19
Sim, passadas três corridas pode-se fazer um julgamento da época toda! E como se Vettel já não tivesse batido no Leclerc!
Lagafe
23 Julho, 2020 at 4:15
É mais uma questão do quanto o Perez é subestimado. Vê a entrevista do Button no Beyond F1 e é o próprio a dizer que o Perez é muito rápido.
Pode não estar no top mas tem um regularidade impressionante e uma gestão única dos pneus. Já o Vettel é excelente a gerir a corrida na frente mas já se viu gere mal a pressão e a concorrência interna. E é muito mais caro….
José Leal
22 Julho, 2020 at 22:27
Houve um treinador de futebol que um dia disse (há já muitos anos) “quem treinar o Benfica arrisca-se a ser campeão”. Na F1 moderna é quem tem (um pai rico) uma UP Mercedes arrisca-se a ganhar corridas ou mesmo a ser campeão, como o outro dizia.
Frenando_Afondo™
22 Julho, 2020 at 23:59
Curiosa afirmação, porque a Williams também tem UP Mercedes e Latifi um pai rico e mesmo assim mal consegue sair do último lugar da grelha.
José Leal
23 Julho, 2020 at 2:49
Calma, o rapaz ainda agora entrou, no entanto com um chaço já chegou ao Q2. O outro, o canadiano, que é bom, já espreita a primeira fila.
kiotto_9
23 Julho, 2020 at 4:13
É verdade isso tudo, mas tb é verdade que não copiaram nenhum carro estão a ter as próprias ideias
José Pereira
23 Julho, 2020 at 5:19
O Russell que o diga quando foi convidado a testar o w09, sem conhecer o carro, na mesma pista ficou a 1 décima do tempo do Hamilton
Jose Marques
22 Julho, 2020 at 22:33
A ser verdade que Vettel possa ir para a Aston Martin, creio que o único lugar bom seja a Alfa Romeo. Apesar desta estar em grandes dificuldades neste ano e quiçá também por causa dos “problemas” do motor ferrari, é a única das equipas com lugar disponível que tem meios para andar regularmente no meio do pelotão (Acho que o Raikkonen pendura as luvas no final desta época). Quanto à HAAS, creio que a situação é mais crítica. O andamento piorou talvez pelas peças que compra à Ferrari serem exatamente as mesmas que estão a dar problemas à equipa mãe e depois sofre com a queda súbita de performance do motor… Ferrari. Mas não deixa de ser injusto alguém que levou a RP às costas ir embora precisamente no momento que aquela sofrerá uma revolução e que em pouco tempo também ela possa assumir um lugar na dianteira… mas enfim.
Contudo, conforme já defendi anteriormente o Vettel desde que a era híbrida iniciou, parece que nunca mais se encontrou e parece um piloto desmotivado e que sofre a cada fim de semana que passa. Mas com a RED Bull ao barulho, acho que esta novela mexicana ainda terá muitos capítulos.
Cágado1
22 Julho, 2020 at 22:46
O Pérez a ir para uma equipa Ferrari devia ser para a principal, não voltar a casa para a satélite. Com a rapidez que demonstrou logo desde o início e o que amadureceu na Force India, para mim é dos pilotos mais completos da F1 actual. Mas raramente a F1 dá duas oportunidades, ele teve a sua na McLaren e desperdiçou-a. O curioso é que ele sabe e reconhece isso, essa é uma das partes valiosas do seu carácter e que me fez passar a gostar dele pós-McLaren.
Lagafe
23 Julho, 2020 at 4:16
Desperdiçou realmente ou simplesmente esmagaram-no??!
Cágado1
23 Julho, 2020 at 10:12
Acho que desperdiçou, foi demasiado quezilento. Não lhe custava ter assentado e no ano seguinte então ter puxado dos galões, mas na altura ainda lhe faltava a maturidade, que veio a revelar precisamente quando foi despedido.
831AB0
22 Julho, 2020 at 22:59
Se não continuar com a família Stroll, a Alfa Romeo seria um destino simpático para o Checo. Decerto faria melhor que o Kimi e o Joe Vinazzi.
Frenando_Afondo™
23 Julho, 2020 at 0:01
Acho um desperdício tirar Pérez por Vettel. Stroll está a evoluir mas não o vejo a ser uma mais valia para a equipa. Por isso a sair seria Stroll e não Pérez. Mas como tudo no mercado moderno, quem fala mais alto é o dinheiro.
Pedro Coelho
23 Julho, 2020 at 8:14
Faltou comentar entre tantas incertezas se o patrocínio da Alfa continua….
Tem sido um péssima imagem…
Zacspeed
23 Julho, 2020 at 10:08
A Racing Point que fique quietinha, que está muito bem com os pilotos que tem.