GP Emilia Romagna F1, Sebastian Vettel: “Imola é um verdadeiro teste para pilotos e carros”

Por a 20 Abril 2022 11:28

A Aston Martin é a única equipa que ainda não conseguiu pontuar em 2022 e o GP de Emilia Romagna apresenta duas oportunidades para somar pontos, com a estreia do formato corrida sprint.

Na antevisão do próximo GP do ano, Sebastian Vettel afirma estar ansioso por competir no traçado italiano.

“Imola é um verdadeiro teste para pilotos e carros. É assim que todas as pista de Fórmula 1 devem ser”, salientou o piloto alemão, numa altura em que um dos temas em debate na disciplina é a entrada de novos circuitos e as dificuldades acrescidas aos traçados mais históricos para se manterem no calendário. “Seria difícil imaginar que estaríamos a correr em Imola com carros de efeito de solo. É algo especial e lembra um pouco os anos 80, o que é porreiro”, disse Vettel.

A novidade deste ano nas corridas sprint é que oito primeiros pilotos vão pontuar, o que pode ser uma oportunidade para a Aston Martin pontuar. “Imola nunca organizou uma corrida de sprint, por isso também estou entusiasmado para ver o que vai acontecer”, afirmou o piloto da Aston Martin. 

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6 comentários

  1. ...

    20 Abril, 2022 at 15:02

    A última corrida em Imola com carros com efeito de solo deu dobradinha da Ferrari…

    • jo baue

      20 Abril, 2022 at 15:18

      Interessante.
      E foi em também Imola que o mesmo Ferrari- o F2002 – ganhou em 2 anos seguidos: 2002 e 2003.

  2. jo baue

    20 Abril, 2022 at 15:12

    Seria interessante também neste artigo ler a opinião e o prognóstico dos acérrimos críticos do Vettel. Afinal…

    • RedDevil

      20 Abril, 2022 at 23:18

      “acérrimos críticos do Vettel”… isso já não existe…
      Estava farto de ver o Vettel na Ferrari… mas agora… é tudo tão mau que já não é “entusiasmante” criticar o Vettel…

  3. Patucho10

    21 Abril, 2022 at 2:08

    Correr em Imola com carros de efeito solo, e provavelmente em condições de chuva espera-se uma corrida recheada de confusão!

    • Paulo Brasil

      21 Abril, 2022 at 11:11

      .A turbulência que dificulta as ultrapassagensOs carros sofreram várias alterações aerodinâmicas nos últimos anos. Buscava-se o aumento da velocidade e os engenheiros de aerodinâmica fizeram com que os monopostos ficassem mais presos ao solo através da pressão que o ar exerce ao passar pelo veículo em altas velocidades.O aumento da pressão aerodinâmica pode ser atingido de várias formas, mas, em geral, a categoria apostou no aumento da largura dos modelos e de suas asas dianteiras. O chamado “arrasto” é responsável por permitir que o carro acelere sem decolar do chão e por reduzir a velocidade. Tudo depende dos ângulos e das dimensões das asas.Vamos tentar compreender o princípio da força aerodinâmica sobre as asas pensando em quando colocamos a mão para fora da janela do carro. Se deixarmos a mão alinhada, paralela ao solo, o ar vai apenas passar por ela sem movimentá-la. Mas se a inclinarmos levemente, o ar em alta velocidade vai empurrá-la para cima ou para baixo.
      Se fizermos isso com a tampa de uma caixa de isopor, a força do ar vai ser muito maior e podemos perder a peça. Isso acontece porque aumentamos a área total que é afetada pelo ar. É isso que a F1 fez com os carros nos últimos anos.No entanto, o ar que é empurrado para cima pode também acabar diminuindo a velocidade do carro, de modo que é preciso encontrar um equilíbrio no fluxo do ar. E as equipes optaram por desviá-lo para laterais e traseira…Com a dimuição da turbulênica os carros ficam mais estáveis e facilita as ultrapassagens foi um dos grandes objetivos da Fia …

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