Fórmula 1: O fantástico regresso de Kubica

Por a 14 Março 2019 12:44

Na Williams, tudo será novo. O carro, os patrocinadores e a dupla de pilotos. A equipa de Grove faz regressar Robert Kubica, agora com 34 anos e com muitos problemas físicos pelo caminho, e acolhe o jovem George Russell, protegido da Mercedes. Claire Williams, já sem Paddy Lowe vai dar, finalmente, a oportunidade que o piloto polaco clamava há muito tempo, desde que tem estado perto da equipa e feito alguns treinos livres de sexta feira.

Será um regresso inaudito que poucos acreditavam, continuando a serem levantadas dúvidas sobre a condição física do piloto, sobretudo, do braço direito. A chegada de George Russell está, naturalmente, ligada ao fornecimento de motores por parte da Mercedes. Não querendo ‘queimar’ Esteban Ocon na menos competitiva Williams e porque quer ter uma reserva para o caso de Valteri Bottas ter um ‘apagão’ como teve em 2018 (já foi avisado e, provavelmente, não ficará em 2020), Toto Wolff tinha de colocar Russell e a Williams foi a solução.

“Agora começa a parte difícil”. Foi esta a resposta de Robert Kubica numa das muitas alturas em que estava a ser felicitado por alcançar uma notável ambição de oito anos – o regresso à F1. O polaco sofreu lesões gravíssimas num acidente de rali em 2011, e regressar às corridas de alto nível, quanto mais à Fórmula 1, parecia muito improvável. Mas ele conseguiu esse feito e agora enfrenta uma enorme luta para provar que é ali que pertence…

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