Fórmula 1: Hamilton não se considera melhor que Senna por ter mais vitórias

Por a 28 Outubro 2017 10:32

Hamilton está muito diferente do piloto que em 2008 encantou a F1 no seu ano de estreia. A sua postura mudou, o seu discurso também mas houve algo que se manteve inalterado ao longo destes anos todos… a grande admiração por Ayrton Senna.

O britânico nunca escondeu que o mítico brasileiro foi o seu grande ídolo e sucedem-se as demonstrações de respeito por parte de Hamilton em relação ao legado de Senna. Foi tema de conversa as inevitáveis comparações entre Lewis e Ayrton, com Massa a afirmar que o piloto da Mercedes está ao nível de um dos grandes nomes da F1. Mas Hamilton recusou esse rótulo e não se considera melhor que o seu ídolo: “A vida de Ayrton foi encurtada e acredito que se ele tivesse a oportunidade de continuar a correr, teria muitas mais vitórias e campeonatos em seu nome. Não sou melhor que ele por ter mais poles ou mais campeonatos. Sinto apenas um grande orgulho por ver o meu nome mencionado juntamente com o dele. Apenas isso.”

Esta afirmação de Hamilton levanta uma questão pertinente e que é muito querida aos olhos dos adeptos da F1. Os números tendencialmente não mentem e um piloto com as estatísticas de Hamilton tem de ser considerado um dos melhores. Mas quem segue a F1 sabe que nem sempre os números contam a história toda. Muito longe disso…

O caso mais recente é o de Fernando Alonso. Os seus números em nada se comparam com os de Vettel ou Hamilton mas é considerado por todos como um dos melhores. O seu talento é respeitado em todo o lado e embora muitos não gostem da sua postura, são muito raros os que não reconhecem a sua qualidade. Alonso dificilmente chegará aos números de Hamilton e Vettel mas tem o seu lugar na história reservado e para muitos será melhor que os dois atrás mencionados.

O caso de Senna é outro semelhante. O seu talento e carisma ultrapassou fronteiras e foram vários os recordes que bateu e que no entanto já foram batidos. Nem o tempo, nem pilotos como Schumacher e Hamilton conseguem diminuir a admiração que Senna ainda tem passados tantos anos.

Gilles Villeneuve é o exemplo mais flagrante que podemos dar. Os seus números são modestos (6 vitórias em 67 GPs) mas a marca que deixou é intemporal e ainda hoje é considerado um dos melhores de sempre. Jacques Laffite disse uma vez que os seres humanos não conseguiam fazer milagres mas Gilles fazia-nos desconfiar disso. Mauro Forghieri, que desenhou várias máquinas para a Scuderia, disse que Villeneuve colocava os carros em posições onde não mereciam estar. Prost, antes da intensa batalha com Senna, afirmou aquando da morte de Villeneuve que “morreu o último grande piloto. Nós, somos apenas bons profissionais.”

Jim Clark é outro exemplo de um piloto que foi ‘apenas’ duas vezes campeão e que é considerado um dos melhores de sempre. Claro que 25 vitórias em 72 GP é considerável, tendo em conta a época em que competiu, mas a frieza dos números poderia levar ao esquecimento dos seus feitos. Graham Hill, um contemporâneo de Clark, tem 14 vitórias em 175 Grandes Prémios, mas o seu talento sempre foi respeitado e é o único piloto a ter a tão famosa ‘Triple Crown’ (Tripla Coroa). Stirling Moss é considerado o melhor piloto de sempre a não conseguir conquistar um título de campeão. As suas 16 vitórias em 66 GP não diminuem a admiração de quem o viu correr.

Outros poderiam entrar nesta discussão… nomes como Jackie Stewart, Niki Lauda, Jack Brabham, alberto Ascari, Nelson Piquet, Emerson Fittipaldi, conquistaram títulos e o respeito dos adeptos para sempre, mas os seus números poderiam ser menosprezados, quando comparados com os atuais. Não o são. Outros como Jacky Ickx, Bruce McLaren, Ronnie Peterson, (entre tantos outros) não precisaram de vencer títulos para serem recordados passados tantos anos.

A F1 é um mundo extremamente competitivo, frio e muitas vezes injusto. Um mundo onde a física e a matemática tendem a ter um papel cada vez mais preponderante. E num mundo onde os números ditam a lei, poderia haver a tendência a esquecer o fator humano. No entanto temos vários exemplos que nos mostram que não é preciso vencer corridas em catadupa para ser recordado. Uma espécie de justiça poética que coloca no devido lugar aqueles que mostraram um dom superior aos demais mas que não foram bafejados pela sorte, sempre indispensável para se vencer. É esta magia do reconhecimento do talento puro, sem o auxilio de estatísticas que faz da F1 e do desporto em geral um mundo mágico.

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21 comentários

  1. so23101706

    28 Outubro, 2017 at 11:39

    Vários casos interessantes em mais um artigo muito bem escrito. (Venham mais, FM!)
    O Lewis Hamilton foi um piloto que me surpreendeu desde os seus primeiros GPs e não tardei muito a perceber que era um génio. Aliás, É um génio que está a conduzir cada vez melhor. Mas não suporto a postura (falsa, porque ele não tem nada que ver com moradores de subúrbios como Brixton) de ‘nigga’ que ele tem assumido nos últimos anos. Muito pior que isso, porém, foi ter aprendido muito cedo a ser político e manhoso.
    O que nos leva a Fernando Alonso. Lembro-me de, há anos, ter lido, não me lembro onde ou por quem, que ele é um gigante dentro do carro e um anão fora dele, e isto resume tudo. Com a diferença de as suas desistências suspeitas, as mensagens via rádio e o comportamento em pista (especialmente as obstruções selectivas quando está a ser dobrado) o tornarem um anão dentro do carro também. Fernando Alonso não está nem perto de Lewis Hamilton ou Sebastian Vettel: é um campeão do escalão secundário, como Nelson Piquet (outro que morreria envenenado se mordesse a língua), mas tem boa imprensa e vende bem a sua própria marca. Ninguém no seu perfeito juízo o quer numa equipa porque é um elemento tóxico – ainda há pouco o Vettel referiu que a Ferrari era uma equipa deprimida e desmotivada quando entrou em 2015 – pelo que é natural que nunca vá passar dos seus dois títulos e não volte a ganhar.
    Gilles Villeneuve. É incrível como um piloto com seis vitórias é tão altamente considerado, mas por boas razões. Os dois pilotos que mais me marcaram, nos meus anos 80, foram Gilles Villeneuve e Henri Toivonen, que tinham muito em comum: ambos eram espectaculares, levavam os carros para lá dos limites e batiam muitas vezes. Mas eram seres humanos, e não robôs mal dispostos pagos a peso de ouro.
    Resta o caso Ayrton Senna, que coloco como melhor de sempre a par com Schumacher (e provavelmente Fangio, que nunca vi correr). Senna podia ter tido mais títulos e vitórias, mas o que conseguiu na sua carreira foi único e bastou para ser um dos dois ou três melhores de sempre. Não gosto que pilotos conquistem títulos à paulada, como ele e Schumacher, mas não há dúvidas que tinha um talento prodigioso.
    No meu muito pessoal ranking os melhores de sempre são Senna, Schumacher e provavelmente Fangio. Depois, no degrau logo abaixo (e sem ordem de preferência), Prost, Hamilton, Vettel, Gilles Villeneuve, Lauda, Rindt, Stewart, Clark. A seguir vem o Alonso, Fittipaldi, Piquet, Graham Hill, Mario Andretti e, provavelmente – apesar dos azares – Chris Amon. Não me quero pronunciar sobre pilotos como Ascari ou Hawthorn porque nunca os vi correr. Depois há os que foram campeões por mérito, mas não estão na categoria dos maiores – Hulme, Surtees, Jones, Scheckter, Button e Nico Rosberg – e por fim os campeões por acaso: K. Rosberg, Damon Hill, Jacques Villeneuve, etc.

    • O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada

      28 Outubro, 2017 at 12:16

      Impressionante a volta que você foi dar ao texto só para retratar Alonso dessa maneira.
      Havia por aqui um forista, que também era anti-Alonso, que tentava passar por ser um forista polido mas que afinal não passava de mais um faccioso da “bola” que quando o seu heroizinho Vettel perdia ele amuava e desaparecia do fórum, tal e qual como fazem os cobardes fanáticos…

      Até há quem diga que ele até mudava de nick só para poder continuar a escrever as suas alarvidades e a demonstrar a sua crónica “raivinha” contra o piloto espanhol sem saberem quem ele era…não sabe de quem eu estou a falar?
      Cumprimentos

  2. V8_scars

    28 Outubro, 2017 at 13:17

    Só um reparo, o ano de estreia foi 2007 e não 2008. Foi a célebre época das picardias com Alonso.

  3. Chicanalysis

    28 Outubro, 2017 at 14:04

    É inegável que a qualidade jornalística do AS tem vindo a melhorar. De alguma coisa serviram os nossos protestos.

  4. Miguel Costa

    28 Outubro, 2017 at 15:44

    Excelente artigo, parabéns. Leva-nos exatamente a pensar no que faz com que declaremos quem é/foi o melhor, hoje ou ontem. Será sempre baseado nas nossas preferências, especialmente nós, povos latinos de sangue quente e salvo raras exceções incapazes de colocar da lado cores clubistas ou ódios de estimação (coisa que não percebo como podem existir sem conhecer pessoalmente o piloto, mas vá… respeito). Serão os números que fazem o melhor? Não para mim, que continuo a ter como referência máxima, desde que vejo F1, o Gilles Villeneuve, como diz e bem o artigo, é o caso mais flagrante de “ratio” GP/Vitórias. Torço por pilotos espectáculo, admiro bons pilotos mas não quero que ganhem. Nos dias de hoje admiro o Hamilton e o Alonso, mas torço pelo Kimi (lá está captou a minha atenção ainda no karting quando ganhou uma prova com a barra da direção partida, no Mónaco senão me engano, que a memória já não dá para tudo, isso é espectáculo e coragem, predestinação ou que quiserem chamar), Torci pelo Alan Jones, nunca torci pelo Reutemann mas admirei a sua coragem, nunca gostei do Senna e do Prost, mas que foram grandes, foram, não custa nada admitir, assim como não gosto do Vettel mas não me custa nada admitir que é um grande piloto (não ao nível do Hamilton e Alonso, mas grande à mesma). Torci pelo Piquet e Hakkinen, pilotos fantásticos e com uma coragem acima da média, aliás o Piquet é para mim o piloto mais menosprezado na história da F1, alem de piloto era engenheiro, criou várias “geringonças” cuja base ainda hoje se faz notar na F1, mas tinha aquela competitividade estúpida com o Senna, e o público (fans) faz o resto, ambos tinham língua venenosa como refere o florista so23101706 e quem acaba por ficar como fenómeno é o Senna, era, mas o Piquet também era. É com base nesta linha que digo que o Kubica e o Kobayashi foram os pilotos que mais falta fizeram à F1 na última década, porque eram leais e corajosos nas ultrapassagens, faziam-nas com espectáculo, nesta F1 de hoje só os pilotos da Red Bull as fazem, de resto é DRS e antes era o KERS, etc. Não falo de pilotos antes de 1978-79 porque não os vi correr, mas Lauda, Laffite, Pironi, Clark, Fangio, Fittipaldi e Ascari foram grandes também. Guardo para o fim o rei dos números Schumacher, grande piloto, não um sobredotado como alguns que descrevi aqui, mas um atleta nato (até no berlinde seria campeão), muito trabalho e com uma mentalidade vencedora muito acima da média, mas com um dos lados mais negros que vi num piloto, capaz de todos os truques para ganhar, sempre detestei o piloto, já o homem isso é problema dele e da família dele.

  5. joaopereira1696

    28 Outubro, 2017 at 16:04

    Muitos dos que aqui são referidos não vi correr por isso a minha opinião é sempre discutível. Dos que vi correr(desde fins de anos 90) o melhor é imcoparavelmente schumacher seguido de hamilton, alonso e vettel, sendo que o Kimi no auge também não lhes fica muito atrás. Quanto aos anteriores pelo que falam Senna deve ter sido algo de absurdo pois apesar de não ter nem de perto o palmarés do schumacher o consideram muito melhor( sem querer duvidar mas ele ter morrido em pista também ajudou a que o pusessem nessa posição).

    • Pity

      28 Outubro, 2017 at 18:05

      O facto do Senna ter morrido em pista, não alterou muito, pois o que fez durante dez anos, foi suficiente para estar na lista dos maiores de sempre.
      Se só começou a ver F1 nos fins dos anos 90, além de não ter visto Senna correr, também perdeu o início da carreira do Schumacher. Se ainda não viu, sugiro que veja a primeira vitória do Senna no Estoril e perceberá logo aí a fibra do piloto. Ou a corrida do Mónaco 84.
      Vamos comparar a carreira do Senna com a do Schumacher (só a primeira carreira deste, que a segunda é para esquecer):
      Senna teve por adversários directos: Prost, Piquet, Lauda, Mansell e Schumacher, este, teve apenas Senna e Hakkinen (Hill e Villeneuve não os considero “à altura”);
      Senna, apenas em 88 teve um carro manifestamente superior, que teve de “dividir” com Prost, Schumacher teve cinco anos de domínio, sem ter que dividir os louros com o colega de equipa;
      Poles: Senna começou a fazer poles ainda na Lotus, a primeira de Schumacher só aconteceu após a morte do brasileiro;
      Curiosamente, apesar das 65 poles e 41 vitórias, Senna teve apenas 19 voltas mais rápidas. Nisso e em vitórias, Schumacher bateu-o por larga margem, mas o facto de ter tido menos adversários de peso, facilitou-lhe a vida.
      Dispenso-me de referir aqui o lado negro de ambos.

      • joaopereira1696

        28 Outubro, 2017 at 21:27

        Se considera schumacher e lauda adversarios de senna, também tem que considerar alonso, raikonnen e montoya por exemplo adversários para schumacher e porque não considera 1989 um ano em que senna também teve um carro dominante, e aliás hill e villeneuve não os considera aadversários mas tem que notar que estes em pelo menos dois anos tinham carros superiores a schumacher

        • Pity

          28 Outubro, 2017 at 21:53

          Vamos um por um:
          Schumacher foi o último a fazer frente a Senna.
          Lauda, porque foi um dos grandes com quem Senna se defrontou.
          Alonso, esqueci-me dele e não devia, pois foi ele a acabar com o domínio do alemão.
          Raikkonen também me passou, mas na altura, ainda não se podia dizer que era um dos grandes
          Montoya, está a brincar, não está?
          Em 89 o domínio foi menor
          Hill e Villeneuve tinham carros superiores e Hill foi um campeão muito fraco.

          • asfalto

            28 Outubro, 2017 at 22:42

            Hill talvez não tenha sido assim tão fraco. O Schumacher com carro superior roubou-lhe um titulo atirando-se para cima dele. Já o Senna se queixava e foi provado que a Benetton tinha controlo de tracção, que era ilegal.

          • Pity

            29 Outubro, 2017 at 9:15

            O roubo do título, é um pouco subjectivo. Se é um facto inegável que Schumacher obteve o título atirando-se para cima do Hill, também é verdade que, para o alemão, só contaram doze resultados, contra os dezasseis do Hill, grande beneficiado das duas desclassificações e das corridas de suspensão do Schumacher. Além disso, no ano seguinte, fartou-se de asneirar. Em 96, tinha o melhor carro e ainda beneficiou da ida do alemão para a Ferrari, pelo que vencer o campeonato não foi difícil.

      • asfalto

        28 Outubro, 2017 at 22:33

        Não quero afirmar, nem me dou ao trabalho de pesquisar, mas penso que o Schumacher foi colega de equipa do Piquet numa altura que o contrato do Piquet era sobre a pontuação conseguida por corrida. E o Piquet em fim de carreira pontuou mais que um jovem piloto cheio de vontade de mostrar o que valia.

        • Pity

          29 Outubro, 2017 at 9:08

          Sim. Em 91, ano de estreia, Schumacher foi colega do Piquet nas últimas cinco corridas da época, nas quais Piquet fez 4,5 pontos e Schumacher 4.

    • asfalto

      28 Outubro, 2017 at 22:24

      Se leres o que o Bernie diz em relação aos favorecimentos de equipas ficas a saber porque o Schumacher tem o palmarés que tem. Lembro-me que na altura a Ferrari começou a trabalhar mais cedo três anos em novos regulamentos que ainda ninguém sabia quais iriam ser.

  6. Speedway

    28 Outubro, 2017 at 18:13

    O Senna sempre teve uma muito boas imprensa do lado dele que lhe desculpava (quase) tudo. Era um grande piloto sem dúvida, mas fazia erros como os outros e nem sempre foi correcto em pista.Se fosse hoje teria sido penalizado uma série de vezes. Tinha um feitio um pouco de Prima Donna.
    O Hamilton é um tipo mais humilde de feitio, até pelas origens dele,que veio de baixo, numa época diferente em que o automobilismo já não mata, mas nunca teve a boa imprensa que o brasileiro teve, além de ter sido vitima de jogos políticos que lhe custaram o mundial de 2007 “dado” pela FIA à Ferrari. O Senna também foi vitima de jogos políticos no tempo dele, mas a Mclaren, por exemplo, tinha um peso politico nesse tempo que depois veio a perder.
    O Schumacher, apesar do imenso lençol de titulos e vitórias, sempre foi muito ajudado,nomeadamente nos tempos da Ferrari. Coloco-o abaixo do Senna e do Hamilton.
    Agora se formos para os tempos da F1 mortal, temos homens como o Clark e o Stewart que na minha opinião foram superiores a quase tudo o que veio depois. Mas é sempre ingrato comparar épocas diferentes.

  7. Fernando Cruz

    28 Outubro, 2017 at 18:15

    Claro que não, até porque além do rácio de vitórias e poles há ainda outros factores a considerar (sorte com as equipas, qualidade dos adversários de cada época, qualidade dos colegas de equipa, etc). O melhor de sempre terá sido um dos quatro primeiros desta lista:

    JUAN MANUEL FANGIO
    JIM CLARK
    MICHAEL SCHUMACHER
    AYRTON SENNA
    JACKIE STEWART
    ALAIN PROST
    LEWIS HAMILTON
    FERNANDO ALONSO
    STIRLING MOSS
    GILLES VILLENEUVE
    SEBASTIAN VETTEL
    ALBERTO ASCARI
    NIKI LAUDA
    RONNIE PETERSON
    JACKY ICKX
    NIGEL MANSELL
    NELSON PIQUET
    MIKA HAKKINEN
    GRAHAM HILL
    EMERSON FITTIPALDI
    JAMES HUNT
    MARIO ANDRETTI
    ROBERT KUBICA
    KIMI RAIKKONEN
    JOHN SURTEES
    JOCHEN RINDT
    JACK BRABHAM
    JODY SCHECKTER
    CARLOS REUTEMANN
    TONY BROOKS
    PETER COLLINS
    MIKE HAWTHORN
    DAN GURNEY
    WOLFGANG VON TRIPS
    STEFAN BELLOF
    CHRIS AMON
    MAX VERSTAPPEN
    DANIEL RICCIARDO
    ALAN JONES
    JENSON BUTTON

  8. asfalto

    28 Outubro, 2017 at 21:42

    Ainda não percebi porque tanto exibe o capacete do Senna.

  9. [email protected]

    29 Outubro, 2017 at 10:40

    Desculpem, mas na minha opinião, comparar Hamilton a Senna é uma discusão estéril.
    Carros completamente diferentes, pistas completamente diferentes, condições completamente diferentes.
    Ambos tem reconhecidamente talento, mas não se compara conduzir no Monaco com velocidades manuais, com os F1 de hoje em dia.
    A grande diferença que noto entre os dois é uma coisa que se chama “Carisma”, nesse particular o Senna dá 10-0 em classificação ao Hamilton.

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