O que têm em comum os circuitos Autódromo Internacional Enzo e Dino Ferrari, o Red Bull Ring e o Autódromo José Carlos Pace ? A resposta é simples: recebem as três corridas de Sprint de 2022. Integrada a corrida Sprint no ano passado, após a receção positiva das equipas, a Fórmula 1 decidiu alterar ligeiramente o formato que será utilizado três vezes nesta temporada, no Grande Prémio Emilia Romagna, Áustria e São Paulo.
O formato do fim de semana mantém-se como no ano passado, ou seja, o dia de sexta-feira terá apenas uma sessão de Treinos Livres seguida da Qualificação. Depois, no sábado, há uma segunda sessão de Treinos Livres antes da Sprint, que dura cerca de meia hora, ao longo de uma distância de 100 quilómetros, sem paragens obrigatória nas boxes. A ordem de chegada da Sprint decide a grelha para a corrida do Grande Prémio de domingo, que continua a ser o evento principal do fim de semana.
Foram feitos alguns pequenos ajustes, depois de ouvir a opinião dos fãs, que foram inquiridos no ano passado, bem como das equipas e dos pilotos. Enquanto em 2021, os pontos só foram atribuídos aos três primeiros classificados da Sprint, este ano, os primeiros oito somam pontos – 8 para o vencedor, 7 para o segundo, 6 para o terceiro e assim por diante, até a 1 ponto para o oitavo classificado. Além disso, a honra de conquistar a pole position continua a ser do piloto que estabeleceu a volta mais rápida na sessão de qualificação, não sendo atribuída ao vencedor do Sprint, como foi o caso do ano passado. Mas a classificação da Sprint continua a servir para ordenar a grelha de partida da corrida de domingo.

Imagem: AlphaTauri











Devia haver “Sprint Races” em TODOS os GP´s, ou em NEHUM. Mais uma “fraude” da F1 actual.! É que senão fossem atribuídos pontos , era uma coisa….mas são, desvirtuando a verdade desportiva,,,,
Olha …vai é acabar as corridas sprint….se as pipoqueiras explodem numa corrida ….fazer 2 corridas no mesmo fim de semana….vai acabar com o stock de milho……🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣🤣😂😂😂😂🤣🧨🧨🧨🧨🧨🧨🧨🧨🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🔥🚒🚒🚒🚒🚒
E 40 anos exactos ontem sobre o drama de Imola, contar o seguinte: Como todos sabemos, o Pironi faleceu naquele acidente deixando a sua mulher grávida de 2 gémeos. Quando nasceram quis dar-lhes o nome de Didier e Gilles , em memória daquela relação única que em Imola se interrompeu para sempre. Agora, em fevereiro, o círculo fechou-se: O Jacques Villeneuve voltou a ser pai e desta vez o nome de baptismo escolhido para o bébe foi Gilles, em homenagem ao pai, que as corridas nas pistas tinham conseguido mantê-los separados. Há poucos dias, a peça final no puzzle: O… Ler mais »
Desculpe, mas parece que o primeiro parágrafo está um pouco confuso. Dá a ideia que Didier Pironi faleceu em Imola, o que, como sabemos, não é verdade, mas sim num acidente de motonáutica, perto da ilha de Wight, em agosto de 87. Eu percebi o que quis dizer, mas os jovens que não viveram essa época, poderão ficar com uma ideia errada.
Quanto ao restante do seu comentário, é muito interessante.
Tem razão, obrigado. O Villeneuve está para a F1 como um Pelé ou Cruijff para o futebol, não obstante, (enfim…) há quem desconheça a sua história. Mas há ali um erro: Imola/82 foi no 25/4, dia do 1.º dos 3 Actos da “Tragédia Grega”. Os seguintes foram Zolder e Hockenheim, o epílogo foi em 88 com o nascimento dos gémeos Didier e Gilles. Já agora, a paixão do Pironi pelos competições offshore , contou-nos um amigo , nasceu no fim de 1985 quando ele esteve 1 semana em Key West na Flórida com o tb. piloto de F1 Phillipe Streiff… Ler mais »
A aventura dos dois na Flórida, é muito boa. Desconhecia.
Como já tenho referido, comecei a ver F1 algures em 81, mas só em 82 comecei a prestar mais atenção, embora ainda não percebesse muito da coisa. Fiquei chocada com a morte do Villeneuve e, mais tarde, com o acidente do Pironi, tendo torcido contra Rosberg, para que ele não conseguisse ultrapassar o francês. Não valeu de nada 🙂