FIA e responsáveis das equipas voltam a reunir-se no próximo mês
A FIA esteve reunida na passada sexta-feira, em Londres, Inglaterra, com os responsáveis das equipas de Fórmula 1. Na ordem do dia esteve a possibilidade da adoção de cockpits fechados na modalidade e a própria mudança da estrutura do fim de semana de corridas, com a possibilidade de passarem a existir GP’s ao sábado.
Porém, parecem não ter existido grandes avanços, prova disso é que voltou a ser marcada uma nova reunião para o próximo mês, a fim de ficar definido o regulamento para 2017. Apesar de ainda não haver data marcada, espera-se que a reunião aconteça antes da do Grupo de Estratégia e da Comissão de Fórmula 1, a 23 de fevereiro, em Genebra. O objetivo é que tudo esteja definido, no máximo, até 1 de março. Após essa data toda e qualquer mudança no regulamento irá necessitar de unanimidade das partes envolvidas.
O Autosport já não existe em versão papel, apenas na versão online.
E por essa razão, não é mais possível o Autosport continuar a disponibilizar todos os seus artigos gratuitamente.
Para que os leitores possam contribuir para a existência e evolução da qualidade do seu site preferido, criámos o Clube Autosport com inúmeras vantagens e descontos que permitirá a cada membro aceder a todos os artigos do site Autosport e ainda recuperar (varias vezes) o custo de ser membro.
Os membros do Clube Autosport receberão um cartão de membro com validade de 1 ano, que apresentarão junto das empresas parceiras como identificação.
Lista de Vantagens:
-Acesso a todos os conteúdos no site Autosport sem ter que ver a publicidade
-Desconto nos combustíveis Repsol
-Acesso a seguros especialmente desenvolvidos pela Vitorinos seguros a preços imbatíveis
-Descontos em oficinas, lojas e serviços auto
-Acesso exclusivo a eventos especialmente organizados para membros
Saiba mais AQUI





zoa
31 Janeiro, 2016 at 15:30
Esta modalidade sem interesse com carros lentos sem alma em circuitos artificiais e regras castradoras de exigir rivalidades, brinda os poucos espectadores com recitais de sono e com comentários ainda mais desinteressantes e aborrecidos dos canais pagos da futiLboyada…
O passado foi enorme, mas neste momento as polêmicas só há fora das pistas que são desinteressantes ou tentativas de marketing, este ano a competição que ficou a ganhar sem dúvidas foi Motogp esse sim alem de ter 3 categorias a rivalidade em pista trouxe polêmicas interessantes e apaixonante sede pura pilotagem pela luta do. 1 lugar e não contentar pelo 2 lugar o que levou a um crescimento de público nesta categoria mais rápida e perigosa.
A fórmula 1 está em péssimo estado virado para os países que nada tem haver com as raízes nem público tal como o monótono e vazio WRC com os seus carros clone de gama baixa voltaram aqui em Portugal a algumas raízes isso não chega, mas tenho a expectativa de que ambas voltarão às suas raízes mas a verdade è que o tempo vai passando…
Macedo
31 Janeiro, 2016 at 18:54
A F1 já teve muitos altos e baixos e nestes últimos anos, em que tem apresentado menos espetacularidade, os profetas da desgraça não têm calado a boca durante dois segundos. Nunca na vida o MotoGP por exemplo chega aos calcanhares da F1. São modalidades completamente distintas em tudo e o que acontece é que o MotoGP está numa das melhores fases de sempre enquanto que a F1 está numa das piores. Duvidar do estatuto de pináculo do desporto motorizado da Fórmula 1 está errado, quanto ao que se está a passar atualmente, o mais importante é que as ideias, geralmente, são as mesmas sobre o que se deve fazer e isso é muito importante pois através dessa filosofia de pensamento os dirigentes da modalidade poderão todos remar para o mesmo lado.
Rui
1 Fevereiro, 2016 at 13:31
A verdade a poucos custa por vezes a aceitar, mas não é necessário ser agressivo ao ponto de usar o calão de “profetas da desgraça” claro que assistir a resumos e algumas corridas no sofá de MotoGp nunca na vida sentirá o genuíno ambiente do já vasto mundo do motociclismo, e se juntar ao facto que estes protótipos são os mais rápidos é totalmente justo fazer a comparação em espectáculo e interesse.
Dai concordar justamente com a opinião do zoa, a formula 1 está numa fase muito péssima e não vale a pena estar a amenizar a situação.
Quanto a duvidar do ex pináculo desta modalidade é perfeitamente legitimo neste momento, dai estar errado duvidar sim do seu passado seja ele menos ou mais bom, mas quanto a ideias eles é que sabem o que andam a fazer e quanto muitos mais anos precisam para fazer desta uma classe que valha a pena seguir, já que felizmente estão a surgir alternativas, pois o tempo da monarquia acabou e quem pensa que nos tempos de hoje não haverá substitutos está redondamente enganado.
anotheruser
31 Janeiro, 2016 at 23:05
E palpita-me que vai continuar tudo agarrado ao bloco de betão…
No grupo estratégico é necessária maioria simples se aprovados até 01 de março (precisa de 10 votos). Depois, porque faltará menos de um ano para temporada de 2017, passa a ser requerida unanimidade. Votam no grupo estratégico a Eclestone (seis votos), a FIA (seis votos) e as seis principais equipas (F,Merc,Mc,W,RB e, este ano, a FI).
Se aprovado vai para a Comissão da F1 onde precisa de maioria de dois terços (18 votos): votam FIA, todas as equipas, oito organizadores de GP, Pirelli, Rollex, Ecclestone e fornecedores de UM sem equipa própria (TAG e Honda).
Já é o pandemónio quando é preciso maioria simples, quanto mais unanimidade.