F1: Williams de regresso a cores míticas?
A Williams vai revelar uma nova decoração para o seu FW43, o que surge como consequência da saída da Rokit como patrocinador. Novas imagens que apareceram no site oficial da Fórmula 1 indicam que a marca de café italiana Lavazza, que está ligada à equipa através de Nicholas Latifi, terá uma presença acrescida no carro. O seu logótipo é azul escuro, que iria ao encontro de cores míticas das Williams, vistas pela última vez no carro em 2013, antes da chegada da Martini, como patrocinador principal. A apresentação far-se-á dias antes do arranque da F1 na Áustria.
O Autosport já não existe em versão papel, apenas na versão online.
E por essa razão, não é mais possível o Autosport continuar a disponibilizar todos os seus artigos gratuitamente.
Para que os leitores possam contribuir para a existência e evolução da qualidade do seu site preferido, criámos o Clube Autosport com inúmeras vantagens e descontos que permitirá a cada membro aceder a todos os artigos do site Autosport e ainda recuperar (varias vezes) o custo de ser membro.
Os membros do Clube Autosport receberão um cartão de membro com validade de 1 ano, que apresentarão junto das empresas parceiras como identificação.
Lista de Vantagens:
-Acesso a todos os conteúdos no site Autosport sem ter que ver a publicidade
-Desconto nos combustíveis Repsol
-Acesso a seguros especialmente desenvolvidos pela Vitorinos seguros a preços imbatíveis
-Descontos em oficinas, lojas e serviços auto
-Acesso exclusivo a eventos especialmente organizados para membros
Saiba mais AQUI





Donadel
25 Junho, 2020 at 10:18
Sinceramente acho bom, a Rokit dava mesmo um ar de equipa pequena à Williams. E o vermelho ficava mesmo mau naquela pintura.
Sr. Dr. HHister
25 Junho, 2020 at 23:19
O carro deste ano até estava giro, mas sim, tinho um certo ar barato. O do ano passado nem se fala!
Carlos Soares
25 Junho, 2020 at 10:52
As marcas dependem dos patrocinadores, mas não se deviam “vergar” tanto aos seus interesses, é prejudicial para as duas partes, a marca perde identidade, e o patrocinador, ok, tem a sua marca “escarrapachada” no carro, mas para quem vê, sem a identificação clara da equipa nem se sabe quem é que a aquele patrocinador patrocina, ou seja, perde parte do status que procura ao patrocinar determinada marca. Por exemplo se alguém chegasse à Ferrari e exigi-se que os carros passariam a ser amarelos às bolinhas? na minha opinião o patrocinador conseguiria reconhecimento, sim, mas talvez não fosse o reconhecimento que pretendesse, mas sim um reconhecimento negativo.
Benardo Eccle
25 Junho, 2020 at 12:14
No tempo da John Player Special, a Lotus não perdeu a sua identidade: era sempre conhecido e referido como JPS Lotus
Sr. Dr. HHister
25 Junho, 2020 at 23:23
Por acaso pensei logo no Lotus.
Ou seja, o que traz reconhecimento é o sucesso e todas as equipas se querem identificar com sucesso.
A Ferrari é um caso à parte.
Milton Oliveira
25 Junho, 2020 at 15:50
Não. Mas a ferrari usou mtos anos o patrocínio da marlboro e não se sabia mto bem onde acabava a pintura relativa a marca
Cágado1
25 Junho, 2020 at 14:16
A Williams não tem cores a que regressar, sempre foi totalmente pragmática, que as suas cores eram as dos seus vários patrocinadores – na sua actual encarnação começou por ser verde e branca. Teve sucesso com todo o tipo de cores.
Sr. Dr. HHister
25 Junho, 2020 at 23:24
Errado. De vermelho não teve sucesso nenhum. 😉
(Estou a ser preciosista mas é verdade.)
RedDevil
25 Junho, 2020 at 17:38
Cores míticas? a Lavazza? mais parece um patrocinador da volta à França…
Não há cores míticas na Williams, apenas decorações com os patrocinadores associados (ELF/Canon e Rothmans serão as mais “gloriosas”).
Cágado1
25 Junho, 2020 at 20:27
A Saudia ganhou 2 campeonatos de pilotos e de construtores. Essa é a ‘minha’ Williams
Luís Sampaio Howell
26 Junho, 2020 at 2:34
Míticas? Assim de repente só me lembro dum March Lavazza