Os rumores de um possível regresso da Toyota à F1 ganham força. As notícias de uma possível parceria com a equipa Haas estão a ser veiculados nas últimas horas.
Masaya Kaji, o patrão da TGR, estava na boxe da Haas em Silverstone, o que poderá ter aguçado ainda mais o interesse dos jornalistas presentes. A isso, junta-se a presença de Ayao Komatsu em Le Mans, nas instalações da equipa nipónica.
O RacingNews365 avança que a probabilidade de a Toyota se juntar à Haas é grande, com interesse da marca em fazer um acordo do mesmo género que fez a Alfa Romeo com a Sauber. No entanto, outros rumores apontam para algo mais, havendo a possibilidade de uma parceria técnica, já a pensar na nova regulamentação de 2026.
O que parece ainda excluído é entrada em força da Toyota na F1, com um programa dedicado ou com um programa de fornecimento de motores. A Haas, que tem uma parceria técnica com a Ferrari, poderia usufruir da experiência e da tecnologia da Toyota (nomeadamente o túnel de vento) para dar um salto competitivo.
Para já, tratam-se apenas de rumores e o cenário mais provável é o de uma parceria nos moldes do que vimos entre a Alfa Romeo e a Sauber.












Bom, eu diria que a Ferrari, actual fornecedora de motores e teconologia, era capaz de não gostar muito de um acordo de branding, com a sua grande rival no WEC. Parece-me muito complicado.
Era uma boa noticia a Toyota entrar também na F1. Mas a entrar tinha que fabricar os próprios motores, a partir de 2028 ou 2030.
Se acontecer a F1 passava a ter dos melhores anos da sua história, Ferrari, Mercedes, Honda, Audi, Red Bull /Ford ( Renault * ) e uma possível ( Andretti Cadilac ) só faltava a Porsche.
A Porsche é do mesmo grupo da Audi, não faria grande sentido.
Só não está confirmada a Porsche para 2026 porque o Horner convenceu os maiores acionista da Red Bull a não aceitarem a venda de 51% da Red Bull.
A Porsche queria entrar, mas queria mandar, mas não chegaram a acordo!
Audi e Porsche tinham o aval da Volkswagen para entrar na F1, e também se ouviu uns rumores que a Volkswagen queria entrar como fabricante de motores para 2030.