F1: Toro Rosso confirma Pierre Gasly para as próximas corridas

Por a 26 Setembro 2017 12:03

Depois dos rumores a confirmação de que Pierre Gasly vai mesmo fazer a sua estreia na F1 no Grande Prémio da Malásia e que substitui Daniil Kvyat a partir da corrida de Sepang, tomando o lugar do russo na Toro Rosso nas próximas provas.  Os resultados medíocres de Kvyat, que culminaram com o acidente em Singapura, terão conduzido a este desfecho. Franz Tost, diretor da Toro Rosso confirmou isso mesmo: “A equipa Toro Rosso foi criada para trazer jovens pilotos do programa da Red Bull Junior Team para a F1 e isso é que estamos a fazer ao dar a Pierre esta oportunidade. Ele estava na próxima linha seguinte do programa para ter esta oportunidade e já mostrou que a merece, tendo conseguido o título de GP2 em 2016 e estando bastante competitivo este ano na Super Fórmula no Japão. Ele tem a possibilidade de ganhar o campeonato, pois está a meio ponto do líder. A mudança de piloto dá-nos a oportunidade de conseguir mais informação para as nossas escolhas de pilotos para 2018”.

“Por uma série de razões, algumas delas devido a problemas técnicos, mas outras por erros próprios, Daniil Kvyat não mostrou todo o seu verdadeiro potencial até agora este ano, e é por isso que o deixamos de lado para as próximas corridas. Vamos ter a oportunidade de avaliar Pierre na pista durante um fim de semana de corrida”, explicou ainda Franz Tost. Gasly deverá correr na Malásia e no Japão, mas não poderá fazê-lo nos Estados Unidos, uma vez que coincide com a última prova da Super Fórmula japonesa, onde, como referiu o diretor da Toro Rosso, está a lutar pelo título.

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13 comentários

  1. Génesis

    26 Setembro, 2017 at 12:11

    Tanto tempo para mandar a abécula do russo embora, que nunca devia ter entrado na F1

  2. kiotto_9

    26 Setembro, 2017 at 12:16

    Ai o AFC

  3. Chicanalysis

    26 Setembro, 2017 at 13:16

    “Daniil Kvyat não mostrou todo o seu verdadeiro potencial até agora”… Se calhar até mostrou, é só aquilo que temos visto.
    Em todo o caso é razão para dizer Aleluia e para confirmar aquilo que tenho dito aqui: a honda e a red bull não se podem dar ao luxo não ter pelo menos um bom piloto. É essencial ter alguém competitivo para poderem aferir dos eventuais progressos no motor.
    Resta saber quem fica com o outro carro.

  4. JoaoLima

    26 Setembro, 2017 at 13:17

    Inevitável!
    Em 20 pilotos titulares, Kvyat encontra-se em 19º apenas à frente de Ericsson e com escassos 4 pontos numa equipa que se encontra em 6º lugar nos construtores, graças aos 48 pontos do seu colega de equipa, e que só não é 5ª derivado da penúria pontual de Daniil.
    Note-se que se tivesse o mesmo nível pontual de Sainz, a Toro Rosso era destacada 5ª e a não muita distância da 4ª.
    Se estivéssemos a falar dum estreante, ainda se poderia compreender mas está na sua 4ª época.
    Na Red Bull ainda demonstrou algum valor, mas nem excepcional nem a desgraça que tem sido nesta sua despromoção à Toro Rosso.
    A equipa foi muito paciente com ele até ser demasiado escandaloso continuar com a sua colaboração, vendo o que Sainz extraia do monolugar e Kvyat não.

  5. Pity

    26 Setembro, 2017 at 13:27

    Não é o bota-fora definitivo do russo, porque ainda precisam dele para a corrida americana, mas é o fim anunciado. Caso Gasly mostre serviço, no que acredito, estará na TR no próximo ano, provavelmente ao lado do japonês Matushita*, caso não tenham mais nenhum jovem da “cantera” preparado para dar o salto. A não ser que esta entrada do francês seja só para o entrosar com a equipa e venha a fazer equipa com o russo no próximo ano… Desta “família” é de esperar tudo.
    * Não sei se é assim que se escreve.

    • Chicanalysis

      26 Setembro, 2017 at 13:34

      A sua teoria é assustadora mas não deixa de fazer sentido. Pelo menos enquanto não nos explicarem exatamente os contornos do negócio que o tem mantido “grudado” à F1.

    • MVM

      26 Setembro, 2017 at 15:14

      Matsushita. Nobuharu Matsushita. Diz-se que a Honda pode impô-lo à Toro Rosso em contrapartida pelo fornecimento de motores. Seria a segunda vez que um piloto de fora do Red Bull Junior Team conduziria para a Toro Rosso: a primeira, que não correu lá muito bem, foi com o Sébastien Bourdais.

      • Pity

        26 Setembro, 2017 at 16:15

        Obrigada pela correcção. Eu sabia que estava a escrever mal, mas tive preguiça de ir procurar. Este japonês já estava ligado à McLaren, como piloto de desenvolvimento, pelo que não me admiro que a Honda o imponha à Toro Rosso.

  6. Miguel Costa

    26 Setembro, 2017 at 13:39

    Estava aqui no trabalho a ouvir o “hallelujah” do Cohen e pensei logo que banda sonora apropriada para esta noticia…

  7. Mcrae

    26 Setembro, 2017 at 13:58

    Que alegria. Esta Super estrela tanto quis entrar tão cedo na F1 que cedo também saiu.. ou não, ainda vamos ter que aguardar.
    Uma coisa é certa, todo este episódio é uma vergonha para a família Red Bull.
    Pena que o nosso AFC nunca tenha tido uma pequena oportunidade na F1. Realmente somos mesmo muito pequenos e ainda por cima quando há um lobby tão forte como o futebol que seca tudo à volta, ainda mais difícil se torna para qualquer desportista nacional vingar “lá fora”.

  8. NOTEAM

    26 Setembro, 2017 at 15:46

    O Kvyat acabou quando foi substituído pelo Max ainda antes da época chegar ao meio. O tempo veio dar razão á RB, se do ponto vista ético continua a ser rasteiro, desportivamente ganharam a aposta, o Max é de facto muito mais piloto que o russo. O russo não é tão mau como parece, mas nunca será um piloto de top, essa é a diferença.

  9. Cágado1

    26 Setembro, 2017 at 16:29

    Se o Gasly confirmar as expectativas, a Ferrari tem mesmo de pensar a sério no Giovinazzi, face ao trabalho que este lhe deu no ano passado, mesmo sendo rooky e o Gasly estar no seu 2º ano de GP2.

  10. Frenando_Afondo™

    26 Setembro, 2017 at 17:58

    Finalmente… Provavelmente metem-no já para que vá já ganhando algum ritmo para 2018, porque com a saída de Sainz e com o Kvyat a mostrar que não vale um chavo furado, a TR está a ver que 2018 pode ser um ano a andar para trás, ainda mais se a Honda voltar a não acertar no motor.

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