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F1, Stefano Domenicali: “Posso ver menos GP’s na Europa” | AutoSport

F1, Stefano Domenicali: “Posso ver menos GP’s na Europa”

Por a 25 Julho 2021 17:19

O CEO da F1, Stefano Domenicali já muitas vezes afirmou que a competição deve seguir um calendário com 23 corridas, estando a fazer, inclusive, um esforço tremendo para manter esse número de provas neste ano, ainda tão marcado pela pandemia. Domenicali parece, à semelhança do que acontecia na anterior gestão dos direitos comerciais da F1, querer aumentar o número de corridas do campeonato fora da Europa. 

“Penso que 23 corridas é um número estável, embora haja uma disposição no Acordo da Concórdia para mais. Então, quantas queremos na Europa, na América, no Médio Oriente, na Ásia e no Médio Oriente? Posso ver menos GP’s na Europa, mais nos EUA e mais no Médio Oriente e na Ásia”, afirmou Domenicali à revista GQ britânica. 

Questionado se não teria receio de irritar os adeptos da F1 no seio europeu, onde realmente nasceu a competição, o homem apontado pela Liberty Media para dirigir a classe rainha do automobilismo, explicou que se se optar pela tradição, o negócio não vive muito tempo. 

“Acho que não. É algo que faz parte da evolução de um negócio, e isto é entretenimento. Claro que estamos cientes da importância da tradição e ela dá-nos ingredientes para o futuro. Mas se se vive pela tradição, não se vive muito tempo. Precisamos de construir alicerces para o futuro. A magia de ter lugares que querem fazer parte dos nossos negócios no futuro faz parte da nossa agenda. Não estamos apenas a olhar para a beleza do futuro. Estes lugares, compreendem que o mundo está a mudar. Monza, para dar um exemplo, é única, mas Monza também precisa de investir no futuro. As pessoas que lá vão merecem isso. Precisa de crescer, precisa de reagir. A pressão positiva que os [circuitos] recém-chegados estão a exercer sobre o sistema é grande”.

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garantia4
garantia4
1 mês atrás

Bahrein 1 e 2, Qatar, Gedá/Jeddah, Abu Dhabi….. Ah como é belo a hipocrisia! Tiram-nos as Grid Girls, que elas já não são a moda e não são consentâneas com os valores da nova F1. Em contrapartida, vão correr a lugares onde quem não é hetero é esmagado, se é mulher, não pode votar, não pode guiar, não pode decidir quem esposar, e tem que andar vestida com um saco do qual só “saiem” os olhos… Quer dizer, onde existe a pena de morte para os homossexuais – embora, oficialmente,não houve nenhuma execução desde há muito- e antes do início… Ler mais »

userAutoSport10496
userAutoSport10496
1 mês atrás

Vão para pais onde depois não tem pessoas nas bancadas e só triste.

galileufigarogmail-com
galileufigarogmail-com
1 mês atrás

Eu entendo a necessidade de abranger novos mercados e ir atrás do dinheiro, mas não a qualquer custo. Ir a países onde ninguém sabe o nome dos pilotos ou marcas, com bancadas vazias….para quê? É na Europa que a F1 nasceu e deve manter-se. Vão manter apenas os GP tradicionais da Europa, mas vão perder tudo resto. 23 corridas, mais a Sprint corrida ao sábado começa a ser corrida a mais. Qualquer dia nem os público europeu segue o circo.

Last edited 1 mês atrás by galileufigarogmail-com
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