F1: Singapura pode ter sido o momento decisivo para Lando Norris

Por a 27 Outubro 2025 16:30

Lando Norris regressou às vitórias e de forma contundente, com um triunfo esmagador face à concorrência mais direta, que ficou a mais de 30 segundos do #4 da McLaren. Segundo o piloto, este resultado deve-se diretamente a uma reunião técnica realizada em Singapura, onde deixou claro à McLaren que o carro de 2025 não estava a permitir-lhe explorar o seu estilo de condução.

Ao longo da temporada, Norris admitiu ter sentido dificuldades em tirar o máximo rendimento do McLaren MC39, sobretudo em qualificação, devido à forma como percecionava o eixo dianteiro do carro. Apesar do monolugar ter mostrado grande competitividade, o britânico sentia que não conseguia conduzi-lo de forma natural, o que o levou a perder consistência em alguns fins de semana.

A situação começou a mudar depois do Grande Prémio de Singapura, quando Norris, durante o briefing pós-corrida, expôs de forma clara o que precisava para conseguir ser competitivo. A McLaren ajustou determinados parâmetros de afinação e, no México, Norris sentiu finalmente que o carro lhe oferecia confiança, permitindo-lhe atacar e controlar a corrida de forma autoritária.

“É tudo sobre a forma como me sinto com o carro. No ano passado sentia-me muito confortável, podia extrair mais. Este ano foi difícil encontrar esse equilíbrio. O carro tem sido incrivelmente rápido, mas ainda é difícil de pilotar. Quando entras na janela certa, funciona — mas eu não estava a conseguir chegar lá.”

“Tivemos o nosso debrief em Singapura, sentámo-nos durante meia hora e disse: ‘Malta, este é exatamente o carro que eu não quero. É por isto que não ganhamos mais corridas e não vamos ganhar no futuro se continuarmos assim.’”

“Este fim de semana [no México], tive um pouco mais daquilo que preciso — e quando isso acontece, consigo fazer o que fiz. É tão simples quanto isso.”

A vitória permitiu-lhe regressar à liderança do campeonato, agora com apenas um ponto de vantagem sobre Oscar Piastri, enquanto Max Verstappen permanece na disputa apesar do défice de 36 pontos.

“No início do ano, duvidei de mim. Nunca quero culpar o carro, e quando a equipa está a ganhar com o Oscar, não posso dizer que o carro não me serve. Eu é que não estava a encontrar a forma de o fazer funcionar. Um bom fim de semana não significa nada. Dois, três ou quatro seguidos, aí sim. O Max apanhou-me nos últimos meses. Tive agora um bom fim de semana, mas tenho de continuar focado.”

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