F1: Sergio Pérez terá novo engenheiro de corrida em Zandvoort
Sergio Pérez vai ter um novo engenheiro de corrida para o Grande Prémio dos Países Baixos, estando Hugh Bird, o seu habitual engenheiro, de licença de paternidade.
Será uma mudança temporária na sua equipa Red Bull para o regresso da Fórmula 1 após a pausa de verão, com o piloto mexicano a ficar sem o seu engenheiro de corrida habitual, Hugh Bird, que entra de licença de paternidade, de acordo com a publicação GPBlog.
Apesar de Bird ainda poder estar presente em Zandvoort para oferecer orientação e supervisionar as operações, não participará em nenhuma corrida nos próximos tempos, estando a assumir as funções Richard Wood, o engenheiro de desempenho de Pérez, que estará, desta forma, em comunicação direta durante as sessões com o piloto.
Richard Cooke, engenheiro de desempenho de simulador da equipa, assumirá as responsabilidades anteriores de Wood, esperando-se que as mudanças aconteçam, pelo menos, nas próximas três corridas, juntando-se o Grande Prémio de Itália e Singapura ao dos Países Baixos.
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Leandro Marques
20 Agosto, 2024 at 10:00
Boa notícia para Checo.
simiao jms
20 Agosto, 2024 at 15:48
Agora que as trapalhadas da RB aumentam com situações ilegais, já dão razão ao mexicano…
Está equipa deveria ser punida com pontos totalmente retirados … Pilotos e construtores. Vergonhoso.
Pity
20 Agosto, 2024 at 16:28
Punida porquê? Que situações ilegais?
simiao jms
20 Agosto, 2024 at 21:22
Não está mesmo a par…
É o que faz só “estarmos focados” nas notícias nacionais…
É publico.
… E já não falar da trafulhice do teto orçamental mantendo os 2 títulos…
Vergonha pura e “bem condimentada”.
Pity
20 Agosto, 2024 at 22:24
Trate-se enquanto ainda é tempo.
Leandro Marques
20 Agosto, 2024 at 23:41
Eu acho-te mesmo curioso. Sai um boato de rede social contra uma determinada equipa que odeias e para ti é uma verdade absoluta. Sai o contraditório oficial por parte do regulador e ignoras e manténs a narrativa das teorias inventadas pela cabeça de alguém.
Aquilo que se diz por aí relativamente ao acordo do motor entre a Ferrari e a FIA é para ti um tumor verdadeiro ou uma mentira absoluta inventado por alguém? Por favor, responde, queria mesmo perceber melhor a tua cabeça e a forma como vez o mundo (se inquinada ou livre).
Scirocco
22 Agosto, 2024 at 13:27
É para mim um verdadeiro mistério o tempo que vocês perdem com respostas a comentários deste tipo…
Leandro Marques
20 Agosto, 2024 at 21:24
Ele deve estar a falar daquelas idiotices que alguém se lembra que depois passam a ser verdade, sem confirmação. Que neste caso até houve mas com a FIA a referir que não detectou que nenhuma equipa estivesse a usar travões assimétricos. Segundo comunicado oficial da FIA, está efetuou uma atualização ao regulamento, que já proibia este tipo de sistemas de travagem compensatória, de forma a clarificar o artigo em causa e diminuir as eventuais zonas cinzentas que existiam nele.
O curioso é que se lançaram suspeições sobre a Red Bull e isso foi amplamente difundido e comentado pela internet fora. Mas não tem sido dado o mesmo tratamento aos rumores que incidem que a FIA alterou de forma preventiva a clarificação do regulamento apos receber os desenhos das novas atualizações que duas equipas que usam o mesmo motor – e que não correm sob bandeira austríaca e italiana mas sim inglesa (talvez por isso o silêncio dessa internet) – que sugeriam que a exploração do sistema de travagem assimétrico poderia começar a ser usado. De facto, essas duas equipas já referiram antes das férias que tinham ainda mais atualizações profundas a fazer antes da saída dos GP do continente europeu. Se era o tal sistema ou não é um rumor igual àquele que incidia sobre a equipa austríaca.
Facto é que nem um nem outro deverão ser verdade, daí a FIA ter vindo a afirmar que, até agora, nenhuma equipa o usou. Se estavam preparadas para, no futuro, usar nunca saberemos, visto agora ter ficado uma regra cristalina que proíbe, seja da forma que for, a sua implementação.
Pity
20 Agosto, 2024 at 21:56
Eu sei tudo isso, e percebi muito bem onde é que o “quatro anos atrás” 🙂 queria chegar. Na cabeça dele, são todos trafulhas, estão todos ilegais, excepto a santa equipa dele, a única impoluta no meio dum mar de ilegalidades…
Leandro Marques
20 Agosto, 2024 at 23:37
Sim, porque essa nunca teve uma súbita queda de performance um ano antes do nick dele nem nada.
Mas já se viu algumas melhorias dele. Antes era um critico absoluto do hamilton, desde que se soube que ele vestirá de vermelho já suavizou a “pena”, tanto em relação a ele como à sua atual equipa. Agora só a equipa austríaca é trafulha e o Max virou o diabo na terra.
Enfim, é o que já se sabe.
Nota: calculei que soubesse. Mas aproveitei o seu comentário para colocar as coisas em perspectiva para a narrativa que esse ser das teorias das redes sociais vem alimentado há dias por aqui.
Nota 2: há dias atrás não lhe cheguei a responder na questão da moeda. Percebi mal à primeira e pensei que se estivesse a referir à nossa. A moeda austríaca era o xelim, sei-o porque cheguei a ter negócios com uma empresa austríaca de compressores há uns anos atrás e tive de viajar e usar essa moeda algumas vezes. O florim penso que era belga ou da zona do benelux.
Pity
21 Agosto, 2024 at 7:40
Eu faço confusão com as moedas porque todos os anos fazia uma viagem ao estrangeiro. Um ano viajei por vários países da Europa Central, cada um com sua moeda. Na Bélgica era o Franco belga. A invenção do euro foi a melhor coisa para quem viaja.
Leandro Marques
21 Agosto, 2024 at 8:12
Certo, franco belga. Então provavelmente o florim seria da Holanda (na altura ainda se chamava assim a todo o território e não a apenas uma parte do território dos atuais Países Baixos).
Concordo consigo em relação ao euro para quem viaja bastante. No início diminuiu o nosso poder econômico devido a uma exploração na atualização dos valores na transição escudo / euro mas, no fim de contas, foi uma grande mais valia a introdução do euro. Mesmo alguns países africanos com quem ainda mantenho relações comerciais – Cabo Verde, Senegal, etc. – têm a sua moeda indexada ao euro o que traz estabilidade nas transações. Tenho muitas saudades do escudo e de falar em contos (safa-se o saudosismo nas minhas viagens regulares a Cabo Verde) mas o euro foi benéfico para nós.