Soube-se no início da semana que a McLaren não iria testar antes da primeira prova do ano. A justificação de Andreas Seild deixou algumas dúvidas e se uns afirmam que a Renault que recusou fornecer motores para o teste outros dizem que faz parte de um acordo.
Sabíamos que as equipas podiam usar chassis de 2016 a 2018 e que a McLaren em 2018 já era fornecida pela Renault. Apesar disso, Seidl disse que a equipa não testaria, dando a justificação à Sky Sports:
“Infelizmente, não temos a possibilidade de ter um carro com dois anos que possamos testar por causa das trocas que motores que tivemos nos últimos anos.”
A dúvida surgiu aqui, pois esse problema poderia colocar-se com a Honda, mas o chassis de 2018 já recebeu unidades motrizes da Renault. Segundo a Motorsportweek.com, a Renault terá recusado fornecer motores para este testes, pois a mudança da McLaren para unidades motrizes da Mercedes terá complicado a relação entre as partes.
Inicialmente pensou-se que seria um problema relacionado com a quarentena obrigatória que os funcionários da Renault teriam de se submeter, ou até relacionado com dificuldades financeiras da McLaren, mas estes rumores poderão fazer sentido.
O gpfans.com mostra um cenário algo diferente. Quando a McLaren mudou da Honda para a Renault em 2018, havia uma cláusula no acordo que estipula que o fabricante francês não cobriria testes com carros antigos. No entanto tal não explica o facto de a equipa não poder usar o modelo de 2018 já equipado com motores franceses, dando mais força à teoria da nega por parte da Renault.










