Na semana passada a Honda anunciou que não estaria na Fórmula 1 a partir de 2022, deixando assim a Red Bull Racing e a AlphaTauri sem motores a partir dessa temporada.
Segundo Helmut Marko, à Speed Week, “todas as opções serão reunidas e depois a Red Bull decide. Estamos a trabalhar em tudo porque já conhecíamos a decisão da Honda há muito tempo”.
O chefe de equipa da Red Bull Racing, Christian Horner, afirmou também que “vamos dedicar o tempo que temos a tentar encontrar uma solução para uma unidade de potência competitiva a partir de 2022”.
De momento existem três opções se a Red Bull quiser a continuar a ‘comprar’ motores: a Mercedes, a Ferrari e a Renault. Na Mercedes, correm rumores de que Dietrich Mateschitz não se dá bem com a empresa alemã. Já a Ferrari, em 2020 tem demostrado ser um dos piores motores na grelha da Fórmula 1. Por fim, a Renault. A Red Bull e a Renault já têm uma relação antiga, onde venceram quatro títulos mundiais, entre 2010 e 2013, mas na era turbo híbrida V6 do desporto, as coisas não resultaram bem (a partir de 2016 o nome dos motores seria TAG Heuer, embora estes fossem Renault) e em 2019 a relação ‘caiu’ por terra.
Para além disso dessas soluções, têm corrido muitos rumores de que a equipa pode querer fabricar os seus próprios motores, com o antigo piloto da Fórmula 1, Ralf Schumacher, a conceder que essa é a única solução – CLIQUE AQUI PARA LER.









