F1: Paul Hembery diz que 2017 vai ser uma Super-F1

Por a 24 Agosto 2016 18:30

Os carros da Fórmula 1 de 2017 vão ser muito mais rápidos, graças ao nível muito maior de aderência. Mas também vão ficar muito mais estáveis, de acordo com Paul Hembery, diretor desportivo da Pirelli. Quanto mais rápidos? Vão andar sobre carris, diz Hembery.

De acordo com o responsável pelo programa desportivo da marca italiana de pneumáticos, “quando se faz uma curva a uma velocidade tão elevada, com muito mais aderência, e vai ser possível fazer voltas cinco a seis segundos mais rápidas, os pilotos vão sentir isso de forma dramática. Nessa altura, já vão andar como se estivessem em carris. A sensação de aderência vai ser tanta, que ninguém vai sentir andar no limite”.

Hembery acrescenta ainda que “só vamos saber os limites quando os testarmos de forma efetiva na pista. Com tanto ganho em performance, é como se passássemos para outra categoria. Vai ser como é passar agora da GP2 para a F1, vai ser como uma Super-F1 quando comparamos com a atual”. Para o diretor da Pirelli, “os pilotos vão ter que passar por um período de ajuste, mas já vão ter experimentado o simulador antes de se sentarem no carro pela primeira vez”.

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3 comentários

  1. Frenando_Afondo™

    24 Agosto, 2016 at 19:28

    Um ano depois a FIA vai pedir que o desgaste dos pneus seja maior para diminuir a velocidade de maneira artificial. Não sei se o vai fazer, mas algo vai fazer de certeza porque vão dizer que estão muito rápidos e blá blá blá…

  2. Speedway

    24 Agosto, 2016 at 19:49

    Há uns tempos o Stephen Johansson apelidou os F1s desde 2009 de F3 com esteróides ! Isto se não quisermos recuar até 1998 onde começaram os F1 estreitos e com sulcos. Tinha toda a razão , Óbvio que isto é uma questão estética e de gosto pessoal, mas penso que toda a gente está de acordo que os carros de 2017 vão ser mais agradáveis à vista. Que é muito importante nos automóveis como é sabido. Os carros são como as mulheres ! É um regresso ao passado, e julgo que será a 1ª mudança regulamentar feita não para travar os carros, mas sim para os acelerar…desde a passagem dos motores de 1,5 para 3 litros há 50 anos(!!!) . Ao serem mais largos passam a ter uma aerodinâmica mais limpa ( fluxos mais definidos e menos atreitos a vortices etc). Com os pneus mais largos a aderência vai por ai acima. Vão ser carros em que ultrapassar não vai ser fácil, a menos que a FIA invente os gizmos habituais para criar show artificial. Agora depende também que tipo de misturas a Pirelli vai fazer ,se vão ser pneus de pau ou de manteiga ! 5,6 segundos a menos ou mais. A F1 no seu melhor. Vai ser muito interessante podem crer.

  3. NOTEAM

    24 Agosto, 2016 at 21:09

    Esta é a direção que toda a gente estava a pedir, sem dúvida que a F1 precisava de se revitalizar junto dos seus adeptos, tornar os carros mais apelativos e acima de tudo mais rápidos e exigentes para os pilotos são tudo boas notícias. Ainda não dá para saber se vamos ter melhores ou piores corridas, em principio maior carga aerodinâmica implica maior dificuldade para ultrapassar, mas se o DRS continuar a ser prática, esse poderá ser um problema facilmente contornado. Uma coisa é certa, não me lembro de haver tanta expectativa para o inicio de uma temporada e isso certamente é bem vindo. Gostava de saber se as equipas vão ou não ter limitações para desenvolver os carros ao longo das épocas, porque este regime dos “tokens” não tem trazido nada de bom á competição em pista.

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