Lewis Hamilton considera que os circuitos citadinos são a melhor solução para o futuro da F1. Apesar de reconhecer a importância das pistas tradicionais mais míticas, o piloto britânico lembrou que o mais importante do desporto são os fãs e com circuitos citadinos é mais fácil a F1 aproximar-se dos fãs.
“Sou um pouco da velha guarda”, disse ele. “Por isso, claro, adoro a história, particularmente em certos circuitos, mas quanto mais velho fico, mais percebo que o desporto é para as pessoas. Ir para o meio do nada onde há muito poucas pessoas, sem grandes condições, onde não há uma grande comunidade talvez não seja o ideal. Para nós, pilotos, pilotar numa pista histórica é fixe – mas é sobre as pessoas.”
“E as pessoas fazem o espetáculo. Já vivemos uma pandemia, e quando ninguém está na pista não havia ambiente. Era como um dia de teste. Não foi agradável. E agora vemos centenas de milhares de pessoas aparecerem na corrida, entusiasmadas, ansiosas por mais. Os adeptos estão no centro do que este desporto é”, disse ele. “Penso que, estando em cidades onde podemos realmente envolver-nos nas comunidades e, na verdade, ter também um impacto. Adoro o Nurburgring, por exemplo, mas não há lá uma comunidade diversificada. Não estamos a ter impacto lá. Em Miami, podemos fazer algo. Conheci um grupo de miúdos de diversas origens, que agora querem entrar engenharia, ciências matemáticas e tecnologias. Por isso, é muito mais fixe para mim”.











