As paragens nas boxes são fundamentais para o sucesso numa corrida e quanto mais rápidas forem, maiores as probabilidades de um bom resultado. Mas nem sempre correm bem.
Se a paragem mais rápida do ano é a da Red Bull (Sergio Pérez no GP da Hungria – 2.19 seg.) a mais lenta do ano foi da Alpha Tauri. Demorou 21.41 segundos, no carro de Yuki Tsunoda, no GP do Azerbaijão, quando os mecânicos tentavam reparar a asa traseira partida, usado para isso a muito conhecida técnica da “fita americana”. No entanto, ficou muito longe de quebrar o “recorde” da Mercedes do pit stop mais longo de sempre. Esse recorde foi estabelecido no ano passado no GP do Mónaco. A Mercedes precisou de 43 horas e 15 minutos para conseguir trocar as quatro rodas do carro de Valtteri Bottas. O parafuso da roda dianteira direita ficou preso e só foi possível a remoção da roda quando o carro foi chegou às instalações da Mercedes em Brackley. Mais um recorde para a Mercedes, mas este certamente que não será celebrado.









