F1: Niki Lauda nega que a Mercedes tenha ameaçado sair
Niki Lauda veio a público negar que a Mercedes se tenha juntado à Ferrari ao ameaçar sair da F1. O presidente não-executivo da Mercedes AMG Petronas F1 diz que “isso é mentira”, em declarações à Auto Motor und Sport.
De qualquer forma, Lauda não nega que os construtores (Mercedes, Ferrari e renault) não estão satisfeitos com os planos apresentados pela Liberty Media que pretende uma fórmula de motores totalmente nova depois de 2020. Cyril Abiteboul, da Renault diz que: “Primeiro queremos ver o ‘filme todo’ para saber como poderá ser a Fórmula em 2021″, disse.
Estes construtores alegam também que a Liberty Media se está a meter numa questão que está sob a égide da FIA, os regulamentos, mas Ross Brawn já estava preparado para a resposta: “Porque as regras também determinam o sucesso comercial do desporto”, disse o chefe desportivo da F1, que acrescenta: “Unidades motrizes caras, complicadas e silenciosas como as que temos hoje são simplesmente o produto errado para boas corridas”.
Por outro lado, pelo menos a Renault não se opõe a peças ‘standardizadas’ nos motores: “Nós não teríamos nenhum problema com isso, pois a Renault é um fabricante de automóveis e não um fabricante de baterias”, disse Abiteboul.
Apesar da oposição, Ross Brawn deixa claro que “Não podemos continuar assim, pois existe o risco de perdermos um ou dois dos fabricantes existentes se os seus resultados não melhorarem”. Já se percebeu que a reação das três principais construtoras teve mais a ver com a forma do que com o conteúdo, já que lhes ficou a sensação que o que foi apresentado era um dado adquirido, quando é, afinal, um ponto de partida para 12 meses de discussões: “Voltar atrás? O argumento teria que ser muito convincente”, disse Ross Brawn.
Portanto, como se ´percebe, os dois lados da barricada vão para as discussões em barricadas totalmente opostas, ficando por saber se daqui a um ano se ‘encontram’ a meio…
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Sr. Dr. HHister
16 Novembro, 2017 at 17:30
Eu proponho um 1.6 da Ford. Ano de 92 que é da melhor colheita. 4 em linha que até mete medo. Corta às 6500 porque se não colocava o planeta a girar ao contrário, tamanho torque aquilo tem. Caso sério de sucesso.
João Pereira
16 Novembro, 2017 at 20:29
Ross Brawn e Jean Todt já deviam ter sofrido um acidente incapacitante há muito tempo, só para não dizer que já lhes deviam ter calçado uns sapatinhos de cimento e deitado na Fossa das Marianas.
A FIA é que devia mandar nas suas competições, e este Pequeno Napoleão nem vem a público dar uma opinião. Há uma frase batida que diz que “um mata outro esfola”, mas agora parece que estamos mais numa de um “deixa matar”, e o outro “manda esfolar”.
Estamos agora metidos num imbróglio, em que temos dois reconhecidos intrujas a trabalharem novamente juntos no mesmo sentido, o problema é que não trabalham, só intrujam.
Quanto a mim, só há uma solução: Eleições antecipadas na FIA e eu sou o único candidato admitido. Pode parecer ditadura, mas se pensarem bem, seria apenas uma democracia em que eu é que mandava, por apenas 100.000,00€ líquidos/Mês mais despesas (não exijo *****) e quem me viesse com comissões, iria aprender que esse crime não ia compensar.
Este meu “quase” altruísmo deve-se apenas ao meu amor pelas corridas. Prometo ser um JMB, mas obviamente que nunca serei amigo do Prost e outros “bandoleros”.