F1: Niki Lauda minimiza contribuições de Ross Brawn para a Mercedes
Niki Lauda minimizou as contribuições de Ross Brawn para o sucesso atual da Mercedes, afirmando que a equipa alemã só foi campeã depois que o engenheiro britânico saiu da equipa. Brawn manteve-se na estrutura da equipa depois desta ter sido transformada em Mercedes F1 (a Brawn GP foi campeã em 2009 com Jenson Button), mas saiu poucos anos depois devido a desavenças com Lauda e com Toto Wolff.
De acordo com o antigo piloto austríaco, Brawn tinha dificuldades em relacionar-se com as outras autoridades dentro da equipa, dando como exemplo que “o Brawn recusava-se a trabalhar com o Paddy Lowe”, de acordo com declarações ditas ao jornal alemão Die Welt.
Para Lauda, foi a saída de Brawn, e não a sua presença inicial no projeto, que contribuiu para o sucesso da Mercedes no campeonato, indicando que “quando ele saiu, fomos logo segundos no Mundial de Construtores e depois ganhámos três títulos consecutivos. Acho que isto explica tudo”.
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João Pereira
28 Dezembro, 2016 at 12:30
Concordo totalmente.
belc_hris
28 Dezembro, 2016 at 16:39
“quando ele saiu, fomos logo segundos no Mundial de Construtores e depois ganhámos três títulos consecutivos. Acho que isto explica tudo”.
Este velho anda mesmo pifado dos cornos, eles foram segundos no campeonato em 2013 e nessa altura ainda lá estava o Ross Brawn, foi o último ano dele na equipa. Portanto tendo em conta que não houve mudanças de regras nos anos a seguir, eles trabalharam sim com base no que foi deixado pelo Brawn.
Iceman07
28 Dezembro, 2016 at 16:50
Pifado e bem pifado. Já deve andar a snifar a boa farinha alemã.
Pity
28 Dezembro, 2016 at 18:44
“Não houve mudanças de regras”, não é bem assim, mudaram os motores, e foi aí que a Mercedes desabrochou.
[email protected]
30 Dezembro, 2016 at 17:45
Pois!…Mas o mais importante já se encontrava feito…o chassis!!!
O Ross Brawn como ENG.” É DE LHE TIRAR O CHAPÉU ” para encontrar nos regulamentos algo que as restantes equipas não encontram…Temos o caso da suspensão ( activa ,mas não activa…LOL,) …Vem agora este ” Marreta ” denegrir a imagem de alguém que não tem nada que provar com o legado que deixa á Formula 1…
Iceman07
30 Dezembro, 2016 at 18:24
O marreta têm azia de tudo o que vêm da Ferrari por ter sido ‘expulso’ da Scuderia em 1977. É por isso que desvaloriza o Ross Brawn.
Pity
30 Dezembro, 2016 at 18:38
1977? Sim, sim… ficou com tanta azia que nos anos 90, foi consultor na Ferrari.
Pity
30 Dezembro, 2016 at 18:40
Eu não sei se o mais importante é o chassis, acho que é tão importante como o motor. Um sem o outro, não dão vitórias.
Frenando_Afondo™
28 Dezembro, 2016 at 18:51
Nem mais, o Lauda apenas demonstra que nunca gostou do Brawn e foi uma das razões porque Brawn se foi embora, por ter este personagem a intrometer-se nos assuntos oficiais da Mercedes.
Agora vem tentar denegrir o trabalho de uma das pessoas que ajudou a mercedes a chegar onde chegou, logo directamente com o segundo lugar nos construtores em 2013 e indirectamente com o trabalho que deixou para 2014.
Pode-se não gostar do Brawn, mas mérito a quem o tem e Brawn tem mérito nos sucessos da Mercedes.
Frenando_Afondo™
28 Dezembro, 2016 at 18:48
“quando ele saiu, fomos logo segundos no Mundial de Construtores e depois ganhámos três títulos consecutivos. Acho que isto explica tudo”.
Começa logo com uma mentira… Mal agradecido. Foram segundos em 2013, com Brawn, que saiu no final do ANO, nem sequer no final da temporada… E foi ele que trouxe Hamilton para a equipa, um piloto que “só” deu 31 vitórias à equipa e outros tantos segundos e terceiros lugares. Isso não tem influência Lauda?
Depois o carro de 2014 tem trabalho ainda do Brawn, visto que os monolugares sempre são trabalhados com pelos menos 1 ano de antecedência e tendo em conta que iria haver mudanças de regras, o monolugar de 2014 se calhar até já estaria a ser trabalho há mais tempo, mas vou-lhe somente dar um ano de trabalho (2013, portanto), ora Brawn ainda estava na estrutura, por isso sim, ele também teve influência, por mais que tentes fingir que não.
Em 2014 a Mercedes dominou por uma conversão de factores, bom motor, bom chassi e dois bons pilotos e isso também é trabalho bem feito pelo Brawn no ano de 2013.