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F1: Nem só de pilotos “vive” a ‘silly season’ | AutoSport

F1: Nem só de pilotos “vive” a ‘silly season’

Por a 12 Fevereiro 2024 15:20

Não é só o mercado de pilotos que vive tempos agitados, depois da confirmação da parceria inesperada entre Lewis Hamilton e Charles Leclerc na Ferrari a partir de 2025 e a especulação sobre quem irá substituir o britânico na Mercedes e para onde irá Carlos Sainz após perder o lugar na Scuderia, além de outras eventuais mudanças no pelotão. Várias teorias sugerem que a Ferrari pode aproveitar aquilo que já é designado por ‘efeito Hamilton’ para atrair também mais técnicos com muita experiência. No entanto, também o nome da Aston Martin começa a reaparecer como possível destino de alguns dos melhores ‘cérebros’ da Fórmula 1. 

Já demos conta da especulação em torno de uma possível contratação de Pierre Waché, diretor técnico da Red Bull, pela Ferrari, ele que é considerado como um dos maiores responsáveis pelo sucesso dos monolugares de Milton Keynes por algumas fontes, uma vez que Adrian Newey tem vindo a dedicar menos tempo à Fórmula 1 e mais a outros projetos.

Mesmo assim, também há quem aponte à saída de Newey da Red Bull, neste caso dependente do resultado ao inquérito interno a decorrer naquela estrutura e que diz respeito a um alegado comportamento inadequado de Christian Horner. 

Juntamente com Red Bull e Ferrari, na especulação entre quem saí e quem entra, surge ainda a Mercedes e a Aston Martin. As duas estruturas ainda são parceiras – Mercedes fornece unidade motriz, caixa de velocidades e outros componentes à Aston Martin – mas isso vai terminar no final de 2025, com a equipa de Silverstone a juntar esforços com a Honda no novo ciclo regulamentar. Depois de fazer crescer, tanto em número de funcionários como em instalações, a equipa, os responsáveis da Aston Martin parecem ter agora como novo alvo o diretor técnico da Mercedes, James Allison.

Apesar de ter recentemente renovado o acordo com a equipa de Brackley, Allison terá sabido do interesse de Silverstone. Quem o afirmou foi Lawrence Barretto, jornalista do F1.com num episódio do podcast F1 Nation. Só que esta informação contradiz uma outra tese, que aponta para um regresso do técnico britânico à Ferrari, em resultado do já referido ‘efeito Hamilton’. Além disso, Dan Fallows foi uma contratação de peso que a Aston Martin fez, depois de conseguir cativar o engenheiro com o seu projeto quando este trabalhava na Red Bull, para liderar o departamento técnico.

Quem terá razão é, para já, difícil dizer, mas à primeira vista, será complicado desviar Allison da Mercedes. Se isso acontecer, a liderança de Toto Wolff está mesmo muito fragilizada. 

São ainda apontados à saída da Mercedes, para poder acompanhar Lewis Hamilton na Ferrari, o engenheiro de corrida Peter Bonnington e Andrew Shovlin, mas não parece exequível uma sangria tão grande de técnicos em Brackley.

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leandro.marques
13 dias atrás

Apesar da sua importância a saída de Dan Fallows da Red Bull não teve grande impacto, devido à qualidade deste departamento da equipa austríaca. Já a saída da Allison para a Aston, a se verificar, esse sim seria um duplo golpe para a sua atual equipa. Tanto pelo que ele faz de forma direta para a equipa de F1 como de forma indireta através do barco ineos. Perderiam muito em termos aerodinâmicos porque, pelo exemplo dos últimos dois anos, não têm ninguém para o substituir que esteja à altura e com a capacidade de gerir dois projetos diferentes que servem… Ler mais »

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