Em 2011, no meio da era V8, um jornal alemão registou que o motor Mercedes emitia 128 decibéis, valor acima do limiar da dor humana. Em 2015, na segunda época do motor V6 turbo “híbrido”, uma publicação espanhola descobriu que o Ferrari emitia apenas 102 decibéis. “O limiar da dor é à volta de 120 decibéis, um valor que nenhum carro atual está próximo” disse um correspondente. Agora, a Gazzeta dello Sport viu que os motores da Mercedes e da Ferrari estão entre os 109 e os 110 decibéis durante os testes de Barcelona. O jornal italiano diz que são apenas mais 6 decibéis mais alto que em 2014, no início da era. O Renault 2017 é de apenas 105 decibéis. Jacques Villeneuve. Campeão de 1997 disse: “O som destes F1 continua a não ser bom”.













Sim, precisamos de motores que façam sangrar os ouvidos, assim é que é “bom”.
Parem de ser egoístas, a F1 tem de se adaptar aos tempos e aos poucos fazer a transição para motores menos poluentes, os V6 híbridos é apenas o primeiro passo. Voltar a motores V8/V10/V12 é andar para trás.
Querem mais barulho, metam umas colunas com o som dos V12 aos altos berros.
Porque pela ordem de ideias de mais cilindros e mais barulho = a melhor fórmula 1, então os monolugares deviam todos usar os W16 com quatro turbos da bugatti/VW.
Querem barulho, o que cativa no som dos motores é apenas gostar de barulho? As corridas tem público que gosta de acidentes, não havendo acidentes as corridas não tiveram interesse. Agora aficionado do desporto automóvel que fala assim em ralação ao som dos motores tenho alguma dificuldade em assimilar para além de se tratar de alguém que nunca viu corridas ao vivo. Com todo o respeito não o consigo entender.
A formula-e já provou que é possível ter corridas entusiasmantes e com bastante publico mesmo que o som seja apenas um zumbido!
mudam-se os tempos, mudar-se-ão as vontades!
Um detalhe interessante; apesar de eu gostar do barulho de outrora, a verdade é que quando era puto (5, 6 anos), e gostando já de F1, às vezes evitava ver porque me fazia dores de cabeça.
Talvez tivesses que baixar o volume da televisão.
Eu na TV prefiro assim, nunca gostei do som dos V8, faziam-me doer a cabeça. Agora ao vivo, nunca ouvi nada tão bom como o motor dos World Series By Renault, o ar vibrava impressionante. Mas o F1 era irritante, muito agudo, provocava sofrimento e não prazer. A F1 precisa do som dos turbos dos anos 80.
Os world series by Renault 3.5 para mim são talvez mais difíceis de suportar que os F1 atmosféricos. Mas há solução, uns auriculares para não prejudicar os ouvidos, e apreciace a condução da mesma forma.