A Fórmula 1 e as equipas concordaram, em junho de 2019, que o teto orçamental para a entrada das novas regras em 2021 seria de cerca de 159 milhões de euros. Mas, a pandemia coronavírus (COVID-19) veio mudar isso.
As equipas, a Fórmula 1 e a Liberty Media continuam em reuniões, tendo, primeiro adiado as novas regulamentações por um ano, agora entrando em vigor em 2022, e depois reduzido o teto orçamental para cerca de 132 milhões de euros – CLIQUE AQUI PARA LER MAIS.
Assim, as três equipas grandes, Mercedes, Ferrari e Red Bull, vão ter de reduzir pessoal. Para além disso, tanto a Mercedes e a Renault acham que os custos do desenvolvimento das unidade motrizes devem ser incluídas no teto orçamental.
Com as equipas grandes a terem de se organizar melhor para acomodar este novo teto de gastos, o La Gazzetta dello Sport reporta que vai haver cortes nos funcionários: “Em Maranello existem cerca de 1500 trabalhadores e com o novo teto orçamental isso não será possível, tal como para a Mercedes e para a Red Bull”.
De acordo com o mesmo jornal italiano, as equipas vão ter de reduzir as horas de trabalho dos seus empregados, mas, isso não significa despedimentos, podendo significar também envolvimentos dos empregados noutros projetos: “Significa menos desenvolvimento do carro (Fórmula 1) no simulador ou no túnel de vento, tal como no desenvolvimento do motor, apesar desse parâmetro não estar incluído no teto orçamental ainda. Assim, a força de trabalho deve ser reduzida em 10%. Para Maranello, Brackley e Milton Kyes isso significa 80 a 100 pessoas.”










