F1: “A Mercedes ainda é a clara favorita”, diz Christian Horner

Por a 16 Março 2017 18:17

Christian Horner afirma que os novos regulamentos deram grandes dores de cabeça a Adrian Newey para a conceção do novo Red Bull RB13 e que a Mercedes é ainda a clara favorita a conquistar o título de F1. Apesar das regras colocarem um grande foco na aerodinâmica, e de Newey ser conhecido como o ‘mago’ da disciplina nesse capítulo, não foi o RB13 a chamar as atenções nos testes de pré-época em Barcelona, mas sim o novo Ferrari SF70H e os seus pilotos. O diretor da Red Bull Racing acha que a Mercedes, que venceu os três últimos campeonatos, será a equipa a bater na época que começa a 26 de março na Austrália. “A Mercedes é a clara favorita. Eles ganharam 50 corridas nos últimos três anos, nós ganhamos cinco e a Ferrari três. É preciso dizer mais?”, afirma Horner.

“A Mercedes é a favorita total. Sim, fizemos um bom carro – temos uma boa base do carro e que esperamos desenvolver com eficiência ao longo do ao ano. A Renault também teve um inverno atarefado e esperamos que o motor ‘TAG Heuer’ do nosso carro possa ter um bom desempenho esta época. O quanto bom será para já é pura especulação”, refere também o diretor da Red Bull. Mas Horner também avisa que Adrian Newey ‘não dorme’ e que está cheio de ideias para explorar ao máximo o regulamento, trabalhando sem descanso no desenvolvimento do novo RB13. “De momento está entre dois projetos – o Aston Martin e o RB13 – mas tem uma grade equipa e juntos estão a fazer um trabalho soberbo. Adrian contribui efetivamente para isso. É ótimo vê-lo entusiasmado novamente com a Fórmula 1”, acrescenta Christian Horner.

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12 comentários

  1. [email protected]

    16 Março, 2017 at 18:28

    Ainda não percebi esse endeusamento ao Newey. Parece que para a maior parte das pessoas só contam os 4 campeonatos da RB, e esquecem-se da importância que o motor Renault teve nesses campeonatos e dos trabalhos, alguns miseráveis (MP4/18) que o Newey fez na McLaren…

    • MVM

      16 Março, 2017 at 19:48

      Lembre-se que tudo começou com o March/Leyton House de 1989, que introduziu princípios aerodinâmicos que se aplicaram, com enorme sucesso, ao longo da década seguinte. Depois vieram os ultra-competitivos Williams que ganharam títulos em 1992, 1993, 1996 e 1997. E os McLaren dos títulos do Mika Häkkinen em 1998 e 1999. Quanto aos títulos da Red Bull, já falou neles. Não é endeusamento: o Newey é mesmo bom.
      É interessante referir que os motores Renault da era dos títulos da red Bull não eram os mais potentes e também não eram especialmente fiáveis. Os Red Bull, nesses anos, nunca foram os que tinham mais velocidade de ponta e o Vettel só ganhou em Monza uma vez – em 2011, por ter arriscado usar uma caixa com relações curtas.

      • [email protected]

        16 Março, 2017 at 20:53

        Os ultra-competitivos Williams de 92 e 93 era produto de tudo menos de Newey, foi o seu sistema de suspensão e não a aerodinâmica que os fez ganhar… E os de 96 e 97 eram bons carros, mas nada mais do que isso…
        Quantos aos Mercedes de 98 e 99, foram competitivos porque tinham um motor fantástico. Quando as restrições nos materiais de construção apareceram a coisa mudou de figura. Sem contar claro fiascos como o MP4/16, o MP4/17 e claro o aborto do MP4/18 que tinha graves problemas de sobreaquecimento, não passava nos crash test e nem espaço para os pilotos tinha…nunca correu!
        A análise que faz aos motores Renault é demasiado superficial. Podiam não ser de facto os mais potentes, mas não foram certamente os menos fiáveis também, como erradamente faz passar. Por outro lado foram eles que estiveram na base desses chassis “fabulosos” que tanto se fala, e endeusa, erradamente a meu ver o Newey.
        Primeiro, eram os motores com a melhor entrega de potência, tal como os motores Mercedes hoje em dia, permitindo ter um desgaste dos pneus muito mais controlado; segundo, eram os mais económicos, permitindo transportar menos combustível no inícios das provas e ajustando mais facilmente um setup durante toda a prova; terceiro, eram os que funcionavam melhor na questão da selagem do fundo difusor, com os mapas que desligavam parte dos cilindros por exemplo; quarto, era o motor mais compacto e mais eficiente do ponto de vista do arrefecimento, permitindo à RB ter sempre uns flancos e uma zona da garrafa da coca-cola mais estreita.
        Reduzir o motor a potência e vitórias em Monza é apenas e só não saber que o motor é muito mais do que “empurrar” o carro para a frente…

    • Frenando_Afondo™

      16 Março, 2017 at 22:22

      Já parece a conversa do outro a dizer que o Ross Brawn teve foi sorte, aqui digo o mesmo, bem, granda sorte o Newey acertar em cheio nas equipas que vão dominar… Williams, Mclaren, Red Bull, o raio do homem tem um olho para estas coisas, porque quando ele chegou à Williams, fez carros campeões. Chegou à Mclaren, fez (um) carro campeão, chegou à Red Bull, fez carros campeões.
      Fora na Mclaren onde sim que fez alguns erros e teve de enfrentar o período dourado da ferrari, se não a história teria sido outra. De resto o homem acertou em cheio. Que grande “sorte”.

      Não sei se sabe, mas o motor pode ser um granda canhão, mas sem um bom chassi, não vai ser campeão de certeza e o Newey tem todo o mérito de os fazer sendo o líder nesse departamento, tal como Brawn o teve nos diversos departamentos que liderou (foi outro que também teve uma sorte do caraças, acertou em todas as equipas onde militou! lol).

      • José Leal

        16 Março, 2017 at 23:24

        A sorte dá sempre muito trabalho!

      • MVM

        17 Março, 2017 at 0:16

        Não ligue a tudo o que o M42 Engine escreve. Ele é um tipo bacano, mas tem esta coisa de ser do contra que não consegue controlar.

        • [email protected]

          17 Março, 2017 at 6:49

          Pois é…eu é que sou do contra, mas os outros é que não argumentam… argumente em vez de me atacar…

          • MVM

            17 Março, 2017 at 9:51

            Sem argumentos? Quando você fala de um engenheiro que concebeu carros que valeram dez títulos de pilotos e outros tantos de construtores, focando-se exclusivamente nos seus fracassos para lhe retirar mérito, há alguma coisa a discutir? Enumerei os títulos conquistados com carros desenhados por Adrian Newey, falei-lhe dos primórdios dele com o March/Leyton House e expliquei-lhe que os motores Renault não eram os mais potentes entre os anos 2010-2013 – e você tem a *coragem* de dizer que não apresento argumentos? É do contra, sim senhor. E não é só de agora.
            Já que estamos com a mão na massa, vamos à questão das suspensões activas. A Williams ganhou os títulos de 92 e 93 com elas, mas as outras equipas também as tinham! O que não tinham era carros projectados por Adrian Newey. Mesmo nos anos de 94 e 95, a Williams só não ganhou porque, como todos sabemos, o Damon Hill era um piloto muito medíocre.
            E, francamente, se acha que o ataquei, precisa urgentemente de relaxar. Tente o Yoga, ou a respiração diafragmática 🙂 Discutir não é atacar, argumentar não é insultar.

          • [email protected]

            17 Março, 2017 at 12:00

            Pois…argumentar é o que lhe falta. Continuou a mostrar zero argumentos sobre o motor V8 Renault. Continua a insistir na tecla de que não era o mais potente, mas esquece tudo o resto e continua a não refutar nenhum dos argumentos que apresentei acerca desse motor.
            E não, não me foco só nos fracassos, que por sinal ainda são alguns, mas também nos sucesso que atribui apenas ao Adrien.
            Primeiro. O Adrien está na F1 há muito anos, e há muito também em equipas de topo, com estruturas de topo e pilotos de topo. A questão dos números dos campeonatos torna-se irrisória, quando se usa sempre a fina flor… Segundo, nem ele nem nenhum outro engenheiro “concebe” os monologares sozinho, e este é o seu segundo erro.
            E ainda bem que fala das suspensões activas. Outras tinham?? Com que grau de desenvolvimento?? Quem era o responsável pelas suspensões fabulosas dos Williams? Hum…julgo que não era o Adrien, mas vou dar uma dica! Foi agora para a Williams! Pois, nós sabemos que o Hill era um piloto pouco mais do que fraco, mas também sabemos as preocupações e o resultado final que melhor piloto da época teve no FW16. E já agora, porque não fala também dos motores Renault dessa altura? Ou dos V10 Mercedes que equipavam os MP4/13 e 14?
            O único que continua a bater de tecla pessoal não sou eu, portanto se alguém precisa e Yoga também não sou eu. Limitei-me a apresentar argumentos técnicos, que continua a querer ignorar…só para ser do contra.
            Eu não tenho dúvidas sobre as qualidades dele! Agora, transformarem-no no “mago”, no “deus” da F1 é que não. É um excelente projectista que sabe rodear-se de pessoas boas e boas estruturas. Ganha uma pipa de massa, volta-e-meia tira um coelho da cartola, mas outras vezes mete os pés pelas mãos…

      • [email protected]

        17 Março, 2017 at 6:48

        Lei-a sobre o motor e fale depois. Na McLaren. Fez dois carros vencedores e quanto tempo lá esteve?
        E as borradas que ele fez quando lá esteve? Porque é que quando a aerodinâmica era tão livre e ele estava na McLaren deixou ir aqueles campeonatos todos para a Ferrari? Porque fez o aborto do MP4/18?
        Depois eu é que sou do contra… os outros é que ficam sem argumentos e falam que eu sou do contra…

  2. Frenando_Afondo™

    16 Março, 2017 at 22:15

    Não é nada, a Ferrari é que é, ai não, é a Red Bull, não espera, é a Williams, não, acho que a favorita é a Marussia.. Perguntei-lhe aos pilotos, a favorita é sempre a outra.

    • Iceman07

      17 Março, 2017 at 1:21

      Perguntem ao Kimi! Ele vai dizer sempre que o favorito é o… Bwoah. Deve ser um piloto novo que anda ai e ninguém sabe.

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