F1: McLaren admite fazer os próprios motores para 2021
A McLaren não põe de parte a possibilidade de construir os seus próprios motores de Fórmula 1 no futuro, de acordo com o diretor operacional Jonathan Neale. A equipa vai utilizar, em 2018, motores Renault, após uma aliança sem sucesso de três anos com a Honda. No entanto, Neale disse ao site F1 Fanatic que as discussões em torno das regras pós-2020 podem influenciar os planos de motores de longo prazo.
“Na Fórmula 1, a McLaren nunca fez o seu próprio motor. Acabámos de assinar um acordo com a Renault. Os regulamentos estão a mudar, e apenas 50% do mapa foi informado até agora, por isso, não conhecemos o caminho [exato] da viagem. Temos grandes equipas, como a Mercedes, que está a gastar uma quantidade significativa de dinheiro com uma grande organização e uma infraestrutura integrada. A Ferrari faz 35 mil motores por ano para a Maserati, ou algo assim, bem como 8000 para si mesma. Quando se chega a esse nível de volume, quando se olha para o tipo de retorno de vendas que se obtém, nós ainda somos um fabricante de nicho, apesar de fazermos 4000 carros por ano. Ainda não somos um fabricante de peso, mas estamos a manter uma mente aberta e olhamos para a próxima fase da Fórmula 1 e existe a possibilidade de usar o nosso capital com mais sabedoria. Mas não temos nenhum plano imediato para fazer nada além de trabalhar bem com a Renault”, disse Neale.
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Speedway
12 Janeiro, 2018 at 19:01
Esta temporada vai ser decisiva para a Mclaren.
Se nem com os motores Renault eles forem competitivos, mais vale por uma tabuleta à porta a dizer “À venda urgente !”
Façam os GTs e componentes que isso é que dá dinheiro !
Frenando_Afondo™
12 Janeiro, 2018 at 21:52
A Mclaren (a actual, não a de Bruce Mclaren), precisa da F1, mal ou bem foi lá que fizeram a grande empresa que são. Tal como aconteceu com a Ferrari.
Das equipas que lutam pelo título, as únicas que realmente não precisam da F1 para viver (porque não é o seu “core business”), são a Mercedes e a RB. Cada uma com o seu mercado bilionário.
A Mclaren, tal como a Ferrari, não precisa de ter sucesso directo para ter liquidez, visto que têm uma fonte de rendimentos diversificada (ao contrário da Williams). Claro que isto não é desculpa para se andarem a arrastar na cauda do pelotão ou sequer no meio deste. Por isso têm de dar corda aos sapatos, porque no momento em que haja (outra) crise económica, podem ver-se aflitos.
João Pereira
13 Janeiro, 2018 at 18:00
A sério!?
Paulo Teixeira
12 Janeiro, 2018 at 21:31
Eu ainda acredito que o chassi de 2017 era bom espero que façam uma boa evolução e adaptação ao motor da Renault e vamos ter mais luta nas linhas da frente.
Frenando_Afondo™
12 Janeiro, 2018 at 21:50
Finalmente. Assim só se podem queixar deles próprios em vez de andarem a acusar sempre os parceiros de serem os culpados das suas más performances…
Chicanalysis
12 Janeiro, 2018 at 22:07
Já que estão a desenvolver as novas baterias para a formula E o melhor é começarem a mudar tudo para lá que isto aqui da F1 tem os dias contados. A falta de visão desta gente é confrangedora.
joao
13 Janeiro, 2018 at 7:00
absolutamente de acordo. Chega a ser aberrante que q qq coisa q tragam para a F1, só a vem afastar da sua génese q tanto gostávamos. São ultrapassagens q além de enganarem o público chegam a se enganarem a eles próprios, paragens de box numa corrida de sprint onde houveram alguns q ganharam inclusivamente caampeonatos ! – DDEECCAADDEENNTTEE
João Pereira
13 Janeiro, 2018 at 18:08
DDDEEQQQQQQQQQQQQ… QUÊ?
Eheh!
João Pereira
13 Janeiro, 2018 at 18:19
Se tivermos em consideração que o M838 Turbo usado pelos carros de estrada, é um “velho” Nissan projectado para a Indycar, do qual a Mclaren comprou os direitos ao Tom Walkinshaw, e entregou á Ricardo para desenvolver e produzir… Bom, provavelmente o motor de F1 da Mclaren será para aí um Cosworth ou Ilmor, (ou porque não um Ricardo) o que não até não será nada mau, se tivermos em consideração que é 100% graças à Cosworth que a FORD pode hoje em dia embandeirar o seu palmarés na F1 e Indycar, e é à Ilmor de Mario Illien, que a Mercedes agradece o seu palmarés na Indycar, e durante todos os anos que andou na F1, antes dos V8 2,4 litros.
Binha
16 Janeiro, 2018 at 9:19
Sim sim muito interessante…
Pessoal no Mobdro selecionem a lingua Inglesa e vão ao menu principal e selecionem a categoria Shows pesquisem por ClassicGp e têm lá todas as corridas de formula 1 desde fins anos 70s até 2015.
Neste preciso momento é a corrida de Imola época 1994.