F1: Max Verstappen e Sebastian Vettel contra mudanças nos circuitos
A Liberty Media está a pensar em fazer mudanças nos circuitos para os tornar melhores, querendo mais ganchos, pistas mais largas e um tipo de asfalto diferente.
No entanto, Max Verstappen acha que não devem existir mudanças: “Creio que precisamos de nos concentrar primeiro nos carros, não nas pistas. Este ano está mais difícil estar próximo de outros carros do que o ano passado, acho que temos de resolver isso antes”.
Sebastian Vettel também não se mostrou muito favorável às mudanças.
“Algumas corridas são entediantes, e daí? Não acredito que precisemos de quebrar o recorde de ultrapassagens em todas as provas. Ultrapassar deve ser um feito e é difícil encontrar o equilíbrio, mas às vezes precisas de te acalmar e aceitar uma corrida mais chata”.
O Autosport já não existe em versão papel, apenas na versão online.
E por essa razão, não é mais possível o Autosport continuar a disponibilizar todos os seus artigos gratuitamente.
Para que os leitores possam contribuir para a existência e evolução da qualidade do seu site preferido, criámos o Clube Autosport com inúmeras vantagens e descontos que permitirá a cada membro aceder a todos os artigos do site Autosport e ainda recuperar (varias vezes) o custo de ser membro.
Os membros do Clube Autosport receberão um cartão de membro com validade de 1 ano, que apresentarão junto das empresas parceiras como identificação.
Lista de Vantagens:
-Acesso a todos os conteúdos no site Autosport sem ter que ver a publicidade
-Desconto nos combustíveis Repsol
-Acesso a seguros especialmente desenvolvidos pela Vitorinos seguros a preços imbatíveis
-Descontos em oficinas, lojas e serviços auto
-Acesso exclusivo a eventos especialmente organizados para membros
Saiba mais AQUI





O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
24 Novembro, 2017 at 16:10
Verstappen está contra mas apresentou uma ideia positiva e construtiva.
O outro, apenas acha normal que as corridas sejam chatas…
Assim se percebe a fibra que um tem e que o outro não tem nem nunca teve.
Cumprimentos
joaopereira1696
24 Novembro, 2017 at 16:14
O outro apenas acha que a ultrapassagem não deve ser uma coisa fácil e que se tem que lutar por ela e não chegar a um gancho inventado e ultrapassar facilmente de pois de uma reta
O Verstappen comeu o Hamilton de cebolada
24 Novembro, 2017 at 17:40
O outro é melhor é nos arranques, como o de Singapura em que “arrancou” dois pilotos da pista. (Incluindo o próprio companheiro de equipa)
Cumprimentos
joaopereira1696
24 Novembro, 2017 at 18:27
E porque chamou esse assunto?O que tem a ver com o que se estava a falar?
João Pereira
24 Novembro, 2017 at 18:57
Porque raio não criticam o gajo do bigode? É que ambos os pilotos marcam pontos positivos nas suas declarações.
– Verstappen tem razão quando diz que se devem concentrar nos carros e não em modificarem as pistas.
– Vettel diz que a ultrapassagem deve ser um feito e que há corridas chatas e temos que viver com isso.
– Eu digo que Vettel tem razão em tudo o que diz, e Verstappen não vai discordar e vice-versa e ainda acrescento uma pergunta: – Qual o gozo que um verdadeiro fan de desportos motorizados tem quando vê uma ultrapassagem feita com o DRS aberto? As ultrapassagens a sério, são feitas no braço, o piloto que vem atrás, vez uma curva com uma saída perfeita e consegue ganhar a travagem seguinte, consegue fazer o chamado “round the outside” numa curva dificil, como Villeneuve vs Shumacher na Parabólica do Estoril em 95(?), ou Mansell vs Berger na antiga Peraltada no México em 90 ou ainda Verstappen vs Nasr na Blanchimont em SPA 2015, ou até Vettel vs Alonso na Curva Grande em Monza 2011 e Alonso vs Vettel no mesmo local em 2012.
Tudo isto foi feito sem DRS obviamente, porque esse dispositivo só pode ser usado em rectas prédefenidas pela FIA, apenas para “apanhar” quem não percebe nada disto e acredita que uma ultrapassagem com DRS (será que sabem o que isso é?), é um Grande Feito. Certo é que a FIA (que deveria ser a autoridade máxima no desporto automóvel e não passa de uma marioneta ao som de “catchiim”) hoje em dia prefere penalizar os pilotos por lutas no braço, e facultar falso espectáculo como ultrapassagens com DRS.
Quanto ao que o gajo do bigode diz, o que ele quer é tornar a F1 num campeonato de slotcars, e para ninguém dizer que eu não dou sugestões, dou já a minha dica: Manter os carros como estão, mas reduzir as asas traseiras de forma a causar menos turbulências, e reduzir também as dianteiras, de forma a que também sofram menos com as mesmas turbulências. Quanto aos pneus, eu também não mexia, porque este ano não houve criticas, a não ser que queiram criar condições para mercado livre, o que eu acharia muito positivo, porque a F1 tem que estar tão longe de um troféu monomarca como da Terra a Marte.
Pity
24 Novembro, 2017 at 20:54
Villeneuve x Schumacher foi em 96 e… foi lindoooooo!
João Pereira
24 Novembro, 2017 at 21:10
Pois… eu falo de cor, e já vou tendo alguns “lápis de memória”, daí o (?), e foi lindíssimo, porque a parabólica (curva Senna) do Estoril é para Homens, e Mulheres também (daquelas que não podem usar mini-saia).
João Pereira
24 Novembro, 2017 at 18:57
Porque raio não criticam o gajo do bigode? É que ambos os pilotos marcam pontos positivos nas suas declarações.
– Verstappen tem razão quando diz que se devem concentrar nos carros e não em modificarem as pistas.
– Vettel diz que a ultrapassagem deve ser um feito e que há corridas chatas e temos que viver com isso.
– Eu digo que Vettel tem razão em tudo o que diz, e Verstappen não vai discordar e vice-versa e ainda acrescento uma pergunta: – Qual o gozo que um verdadeiro fan de desportos motorizados tem quando vê uma ultrapassagem feita com o DRS aberto? As ultrapassagens a sério, são feitas no braço, o piloto que vem atrás, vez uma curva com uma saída perfeita e consegue ganhar a travagem seguinte, consegue fazer o chamado “round the outside” numa curva dificil, como Villeneuve vs Shumacher na Parabólica do Estoril em 95(?), ou Mansell vs Berger na antiga Peraltada no México em 90 ou ainda Verstappen vs Nasr na Blanchimont em SPA 2015, ou até Vettel vs Alonso na Curva Grande em Monza 2011 e Alonso vs Vettel no mesmo local em 2012.
Tudo isto foi feito sem DRS obviamente, porque esse dispositivo só pode ser usado em rectas prédefenidas pela FIA, apenas para “apanhar” quem não percebe nada disto e acredita que uma ultrapassagem com DRS (será que sabem o que isso é?), é um Grande Feito. Certo é que a FIA (que deveria ser a autoridade máxima no desporto automóvel e não passa de uma marioneta ao som de “catchiim”) hoje em dia prefere penalizar os pilotos por lutas no braço, e facultar falso espectáculo como ultrapassagens com DRS.
Quanto ao que o gajo do bigode diz, o que ele quer é tornar a F1 num campeonato de slotcars, e para ninguém dizer que eu não dou sugestões, dou já a minha dica: Manter os carros como estão, mas reduzir as asas traseiras de forma a causar menos turbulências, e reduzir também as dianteiras, de forma a que também sofram menos com as mesmas turbulências. Quanto aos pneus, eu também não mexia, porque este ano não houve criticas, a não ser que queiram criar condições para mercado livre, o que eu acharia muito positivo, porque a F1 tem que estar tão longe de um troféu monomarca como da Terra a Marte.
João Pereira
24 Novembro, 2017 at 19:06
Porque raio não criticam o gajo do bigode? É que ambos os pilotos marcam pontos positivos nas suas declarações.
– Verstappen tem razão quando diz que se devem concentrar nos carros e não em modificarem as pistas.
– Vettel diz que a ultrapassagem deve ser um feito e que há corridas chatas e temos que viver com isso.
– Eu digo que Vettel tem razão em tudo o que diz, e Verstappen não vai discordar e vice-versa e ainda acrescento uma pergunta: – Qual o gozo que um verdadeiro fan de desportos motorizados tem quando vê uma ultrapassagem feita com o DRS aberto? As ultrapassagens a sério, são feitas no braço, o piloto que vem atrás, vez uma curva com uma saída perfeita e consegue ganhar a travagem seguinte, consegue fazer o chamado “round the outside” numa curva dificil, como Villeneuve vs Shumacher na Parabólica do Estoril em 95(?), ou Mansell vs Berger na antiga Peraltada no México em 90 ou ainda Verstappen vs Nasr na Blanchimont em SPA 2015, ou até Vettel vs Alonso na Curva Grande em Monza 2011 e Alonso vs Vettel no mesmo local em 2012 embora com a pequena diferença de uma penalização para Vettel (e isto são apenas alguns exemplos entre centenas possíveis).
Tudo isto foi feito sem DRS obviamente, porque esse dispositivo só pode ser usado em rectas prédefenidas pela FIA, apenas para “apanhar” quem não percebe nada disto e acredita que uma ultrapassagem com DRS (será que sabem o que isso é?), é um Grande Feito. Certo é que a FIA (que deveria ser a autoridade máxima no desporto automóvel e não passa de uma marioneta ao som de “catchiim”) hoje em dia prefere penalizar os pilotos por lutas no braço, e facultar falso espectáculo como ultrapassagens com DRS.
Quanto ao que o gajo do bigode diz, o que ele quer é tornar a F1 num campeonato de slotcars, e para ninguém dizer que eu não dou sugestões, dou já a minha dica: Manter os carros como estão, mas reduzir as asas traseiras de forma a causar menos turbulências, e reduzir também as dianteiras, de forma a que também sofram menos com as mesmas turbulências. Quanto aos pneus, eu também não mexia, porque este ano não houve criticas, a não ser que queiram criar condições para mercado livre, o que eu acharia muito positivo, porque a F1 tem que estar tão longe de um troféu monomarca como da Terra a Marte.
Cumprimentos a todos, e desde já grato por qualquer desenvolvimento que queiram dar “à minha isca”.
P.S. Eu sei que fiz copy-past da minha resposta a dois foristas que se “exaltaram” em considerações ás declarações dos pilotos, cada um defendendo o seu ídolo, mas não quis deixar de expor a Minha Opinião à consideração de foristas que não dêem muita atenção a “peixeiradas” que mesmo sendo por vezes divertidas, fogem completamente ao cerne da questão.