F1: Mario Andretti diz que pilotos da Cadillac ainda estão algo enferrujados
Mario Andretti considera que Sergio Pérez e Valtteri Bottas estão a adotar uma postura excessivamente cautelosa na atual temporada, numa fase de adaptação generalizada às novas exigências técnicas. Ainda assim, o antigo campeão do mundo mostra-se confiante no potencial da Cadillac e defende uma abordagem ambiciosa para o futuro.
A entrada da Cadillac na Fórmula 1 tem sido marcada por dificuldades naturais de uma estrutura sem experiência recente, ao contrário de projetos como o da Audi, que beneficia da base da Sauber. A equipa norte-americana tem evidenciado limitações claras, sobretudo em qualificação e ritmo de corrida.
Andretti reconhece fragilidades técnicas, nomeadamente ao nível da carga aerodinâmica e da estabilidade traseira, mas sublinha que estes problemas não são exclusivos da Cadillac. Relativamente aos pilotos, o norte-americano aponta a falta de ritmo competitivo após um período de ausência e a necessidade de adaptação ao novo pacote técnico como fatores que justificam a abordagem mais prudente. A complexidade dos monolugares atuais obriga a uma reaprendizagem significativa por parte dos pilotos.
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— Cadillac Formula 1 Team (@Cadillac_F1) March 14, 2026
Apesar do contexto exigente, Andretti defende que a equipa deve manter objetivos elevados, apostando numa evolução progressiva ao longo da época, com o objetivo de se aproximar do top 10 e, a prazo, tornar-se competitiva na luta por melhores resultados.
Mario Andretti afirmou, em declarações ao podcast Drive to Wynn, que “para ser honesto, acho que ambos [os pilotos] estão um pouco enferrujados. Têm sido muito cuidadosos, apenas a tentar participar sem criar mais trabalho desnecessário”.
Sobre as limitações do monolugar, explicou que “claramente, estamos a sentir falta de carga aerodinâmica, sobretudo na estabilidade traseira”, embora reconheça que “não somos os únicos com esse problema. De repente, é preciso reaprender a usar o acelerador e todos os restantes elementos do carro”, admitindo que não inveja quem está no ativo.
Quanto às ambições da equipa, sublinhou que “à medida que a época avança, queremos sentir que estamos a progredir e, idealmente, começar a lutar de forma consistente pelo top 10, ou até melhor. É preciso pensar em grande”. Concluiu, reforçando a sua filosofia: “sempre fiz isso, mesmo quando fui alvo de críticas, mas é a única forma de alcançar o que realmente importa: tornar-se competitivo e começar a ganhar corridas”.
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