F1: Kevin Magnussen quer mais traçados citadinos

Por a 18 Setembro 2019 13:00

Os circuitos citadinos são sempre muito apreciados pela maioria dos fãs. Apesar dos transtornos que podem causar aos moradores, a transformação de uma via publica normal numa pista de corridas é algo único, que ganha uma dimensão extra na F1.

As exigências de segurança não recomendariam a existência de citadinos, mas a emoção, a adrenalina e a exigência deste tipo de pistas fazem delas algo de especial. Singapura é um bom exemplo. Pode não ter o traçado mais entusiasmante do mundo, mas o facto de se correr entre paredes, numa sucessão de curvas que não dão descanso, trazem de volta aquele sentimento de admiração pelos pilotos. Se em algumas pistas poderemos ter a tentação (erradamente) de dizer “até era capaz de fazer aquilo” pois as escapatórias não castigam os erros, num citadino esse sentimento desaparece e apenas os melhores conseguem destacar-se. E o desporto motorizado vive muito também da admiração que temos pelos pilotos.

Kevin Magnussen gostaria de ver mais citadinos no calendário de F1:

“Acho que, geralmente, a margem de erro é menor em qualquer citadino. Pessoalmente, adoro circuitos de rua ”, disse Magnussen. “Gostaria de ver muito mais circuitos citadinos no calendário. Eu acho que eles são mais emocionantes e mais desafiadores, porque a margem de erro é menor”.

Singapura, além de ter como palco um traçado citadino, recebe a F1 durante a noite o que dá uma dimensão diferente ao espectáculo:

“Eu acho que é muito bom correr à noite”, disse o dinamarquês. “A luz faz os carros parecerem mais brilhantes. Parece muito melhor na televisão. No cockpit, porém, não é muito diferente. A pista é mais iluminada do que uma corrida durante o dia, porque não há sombras “.

Além da exigência técnica, Singapura tem uma componente de exigência física que provavelmente nenhum outro circuito tem. As temperaturas e a humidade são um desafio desgastante para os pilotos:

“É realmente uma corrida muito física por diferentes razões”, disse Magnussen. “Primeiro, está muito quente. Segundo, nunca descansamos durante a volta. Estamos constantemente a trabalhar no volante. Não há muitas recta na pista. Terceiro, porque a velocidade média por volta é muito baixa e a corrida costuma chegar ao limite de duas horas. É a corrida mais exigente do ano.”

“É mentalmente muito cansativo. Temos de estar sempre totalmente focados – talvez até mais do que uma corrida normal, pois estamos sempre a abordar uma curva. Torna-se mentalmente mais exigente pois é também fisicamente mais exigente. É uma corrida muito dura!”

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