F1, Jean Todt: “Os monolugares são muito fiáveis”
Jean Todt pensa que a fiabilidade dos monolugares de Fórmula 1 é muito elevada. Todt avaliou a prestação de Lewis Hamilton, que terminou os 20 Grandes Prémios nos pontos, sem nunca ter nenhum problema mecânico, dizendo ser uma prova de muito dinheiro investido.
“Ele [Hamilton] não cometeu nenhum erro, mas também teve um monolugar muito forte, forte a nível de performance e fiabilidade. Mesmo que a Mercedes não tenha sido sempre a mais rápida, o Lewis conseguiu terminar sempre nos pontos. Os carros são muito fiáveis”, disse o presidente da FIA ao Auto Bild, que depois falou da Ferrari.
“A Ferrari também me impressionou. Quer eles quer a Mercedes foram muito fiáveis. Isto custa muito dinheiro, muitos testes e muito simulador. Não precisamos disto tudo para ser um bom desporto, na verdade até é o contrário”.
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rodríguezbrm
15 Dezembro, 2017 at 17:02
Aqui está um presidente que já vai no 3.º mandato, e sem discussão. Não é para todos.
João Pereira
15 Dezembro, 2017 at 19:51
Jean-Marie Ballestre.
Jabba
15 Dezembro, 2017 at 17:14
Com as limitações impostas ao número de motores utilizados, estes não devem estar a ser utilizados a um nível de performance demasiado elevado, para poderem fazer mais Kms. Daí eles terem as configurações de motor. (esta é uma das grandes armas da Mercedes, na minha opinião – eles conseguem usar o motor em regimes mais elevados.)
Se para qualquer equipa a fiabilidade é um factor importante, e foi um dos factores que ajudou a Williams a ganhar títulos, numa altura em que os carros não terminavam, as regras “empurraram” os engenheiros nesse sentido, e as consequências são as que vemos: “lift and coast”, poupança de pneus, poupança de energia, poupança do motor ou da caixa.
A corrida de F1 é uma prova de resistência que deve ser feita a fundo! Este é o conceito.
Frenando_Afondo™
15 Dezembro, 2017 at 18:11
Espero que isto não seja uma indirecta para o pessoal da FIA criar algum tipo de fiabilidade artificial para forçar equipas a desistir e assim “dar nova vida ao mundial em momentos chave” e outras patacuadas “à lá FIA”.
João Pereira
15 Dezembro, 2017 at 20:08
Duvido que os seus compatriotas da Renault concordem com ele, até porque diminuir em 25% a disponibilidade de unidades motrizes ou 26% se considerarmos que vai haver mais uma corrida, não vai fazer feliz o construtor de motores que ficou em segundo lugar em termos de falta de fiabilidade.
Se a ideia é equilibrar as coisas em termos de fiabilidade, parece-me que não é este o caminho, embora pareça muito razoável, se considerarmos o passado deste pequeno Napoleão com a Ferrari, e o estatuto preveligiado de que a marca italiana goza desde sempre junto da FIA e da FOM.
Sinceramente, preferia JMB a Todt, principalmente porque o primeiro era mais directo e assumia as suas decisões, este “intruja” fica nos bastidores, enche o bolso com as comissões dos promotores, e não faz nada em favor do desporto automóvel como responsável máximo da autoridade que deveria ser a FIA.