Jean Todt pensa que a fiabilidade dos monolugares de Fórmula 1 é muito elevada. Todt avaliou a prestação de Lewis Hamilton, que terminou os 20 Grandes Prémios nos pontos, sem nunca ter nenhum problema mecânico, dizendo ser uma prova de muito dinheiro investido.
“Ele [Hamilton] não cometeu nenhum erro, mas também teve um monolugar muito forte, forte a nível de performance e fiabilidade. Mesmo que a Mercedes não tenha sido sempre a mais rápida, o Lewis conseguiu terminar sempre nos pontos. Os carros são muito fiáveis”, disse o presidente da FIA ao Auto Bild, que depois falou da Ferrari.
“A Ferrari também me impressionou. Quer eles quer a Mercedes foram muito fiáveis. Isto custa muito dinheiro, muitos testes e muito simulador. Não precisamos disto tudo para ser um bom desporto, na verdade até é o contrário”.










Aqui está um presidente que já vai no 3.º mandato, e sem discussão. Não é para todos.
Jean-Marie Ballestre.
Com as limitações impostas ao número de motores utilizados, estes não devem estar a ser utilizados a um nível de performance demasiado elevado, para poderem fazer mais Kms. Daí eles terem as configurações de motor. (esta é uma das grandes armas da Mercedes, na minha opinião – eles conseguem usar o motor em regimes mais elevados.) Se para qualquer equipa a fiabilidade é um factor importante, e foi um dos factores que ajudou a Williams a ganhar títulos, numa altura em que os carros não terminavam, as regras “empurraram” os engenheiros nesse sentido, e as consequências são as que vemos:… Ler mais »
Espero que isto não seja uma indirecta para o pessoal da FIA criar algum tipo de fiabilidade artificial para forçar equipas a desistir e assim “dar nova vida ao mundial em momentos chave” e outras patacuadas “à lá FIA”.
Duvido que os seus compatriotas da Renault concordem com ele, até porque diminuir em 25% a disponibilidade de unidades motrizes ou 26% se considerarmos que vai haver mais uma corrida, não vai fazer feliz o construtor de motores que ficou em segundo lugar em termos de falta de fiabilidade. Se a ideia é equilibrar as coisas em termos de fiabilidade, parece-me que não é este o caminho, embora pareça muito razoável, se considerarmos o passado deste pequeno Napoleão com a Ferrari, e o estatuto preveligiado de que a marca italiana goza desde sempre junto da FIA e da FOM. Sinceramente,… Ler mais »