F1, Isack Hadjar: “Tínhamos um plano e executámo-lo na perfeição”
Isack Hadjar (Racing Bulls Vcarb 02) foi um dos destaques do fim de semana do GP do Mónaco. Teve uma grande qualificação, quinto, manteve essa posição na partida e durante a corrida beneficiou da estratégia da Racing Bulls, que colocou Liam Lawson a atrasar o pelotão para ajudar o colega de equipa, mas o francês fez pela vida, não se deixando abater pelos toques nos muro nos treinos livres, e terminou em sexto, a sua melhor classificação até aqui na F1. Dificilmente poderia ter feito melhor: “Foi um domingo perfeito para nós. Estou muito feliz e, honestamente, não havia mais nada que eu pudesse fazer na corrida, por isso considero-o uma espécie de pequena vitória. Tínhamos um plano e executámo-lo na perfeição. Estou muito orgulhoso do que conseguimos como equipa, com o Liam a trazer para casa um P8 e a ajudar-me. Foi um grande esforço de equipa, e terminar com dois pontos é uma boa recompensa para todos nós. Achei bastante interessante ter de fazer duas paragens; havia muito mais em que pensar antes da corrida, e hoje fizemos com que funcionasse com a nossa estratégia. Desde a semana passada, em Imola, ganhámos algum ritmo e demos um passo em frente, algo que conseguimos levar para o Mónaco. Estou confiante e ansioso por voltar a correr em Barcelona dentro de alguns dias.”
FOTO MPSA/Phillippe Nanchino
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Pity
26 Maio, 2025 at 16:38
Claro que para quem beneficiou, a estratégia foi perfeita, mas andar desnecessariamente lento, é um embuste.
Patucho10
26 Maio, 2025 at 16:40
Boa estratégia para o Hadjar e bom resultado para a RB2.
E se o Tsunoda tivesse na equipa ainda podia ser melhor, o Lawson pontuou mas ainda não conseguir igualar as performances do Tsunoda na equipa.
Leandro Marques
26 Maio, 2025 at 17:55
A única coisa positiva que acabou por surgir das duas paragens obrigatórias foi mesmo a incerteza até ao fim. quem acabou em P4 poderia ter acabado em P1, no caso de haver uma bandeira vermelha, por exemplo. Também poderia ter mudado a ordem dos lugares finais de pontuação. Poderia ter mudado a ordem do pódio. Nisto as duas paragens serviram para haver incerteza quase até ao fim.
O andar desnecessariamente devagar já se tinha visto no ano passado, devido ao incidente que provocou bandeiras vermelhas logo na primeira volta. Mas aí não foi houve mais emoção nenhuma, foi deixar seguir a procissão. Este ano a emoção prolongou-se mais um pouco, porque havia sempre a incerteza de quando os carros iriam parar, só se sabia que teriam de parar em alguma altura.
Acabou por ser uma corrida tépida em termos de confronto mas em termos de aumentar a emoção penso que a regra acabou por funcionar.
Mas ver os carros mais rápidos do mundo a andar demasiadamente e propositadamente lento é uma dor na alma. E completamente contra natura daquilo que deve ser uma competição saudável. No ano passado e neste…
Acho que Mónaco tem sempre de ter lugar no calendário mas urge fazer alguma coisa ao traçado que permanece praticamente o mesmo há vários anos, que não situações de remedeio como fizeram este ano. Os carros cresceram, as estradas não alargaram e basta conduzir no meio para não haver hipóteses de ultrapassagem. No ano anterior falou-se de umas algumas alterações ao traçado que penso que poderão manter a essência de conduzir no muro entre ir ao muro ou permanecer em pista mas aumentando as hipótese de ultrapassagem. A regra para o que foi criada funcionou, sempre houve incerteza e emoção de ver se algo iria acontecer… Mas não pode ser a solução para a F1. Sou dos mais defensores do Mónaco mas este ano e no ano passado (para mim ainda pior) não ajudam a fortalecer a minha certeza nem me ajudam a conseguir convencer os detratores.