F1: Honda preocupada com a utilização de somente três motores
Apesar de já ter sido ‘recolocado’, Yusuke Hasegawa, anterior responsável máximo pela divisão de F1 da Honda revelou ao MotorSport que o limite de três unidades motrizes em 2018 não é ‘razoável’ juntando-se desta forma ao coro de protestos que é encabeçado pela Red Bull.
Depois de Cyril Aiteboul, responsável pela Renault ter revelado há dias que a Renault arriscou muito ao ‘puxar’ pelo seu motor em 2017, percebe-se melhor o problema da Honda, que para fazer o mesmo vai condicionar ainda mais a fiabilidade do seu motor, e isso deixa os nipónicos entre a espada e a parede.
Apesar de ter chegado a ser discutida, uma mudança nas regras previstas só com o aval de todos e por isso ficou tudo na mesma – três motores para 2018: “Vai ser muito difícil, é que não se trata somente da Honda pois a Renault também teve problemas. Não me parece razoável e entendo que do ponto de vista técnico, será muito difícil a utilização somente de três motores durante toda a época. Claro que se diminuirmos o desempenho do motor, tudo se torna mais fácil, se reduzirmos 2000 rpm, conseguimos fazê-lo, mas não é isso que se pretende na F1″ disse Hasegawa que é de opinião que o regulamento protege a Mercedes e a Ferrari.”
Desta forma, os motores têm que durar sete corridas e se no caso da Mercedes e da Ferrari não vai ser fácil, que dizer da Renault e da Honda. Esta última é claramente a que está mais longe, e os seus técnicos vão ter que fazer em meses o que ainda não conseguiram em três anos. Mais potência e mais fiabilidade…
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3 Janeiro, 2018 at 15:25
Mas não há nenhuma regra que proíba de partir de ultimo e chegar em 1o pois não?
Então façam um motor que permita isso… nem que dure apenas 1GP!!! 🙂
Frenando_Afondo™
3 Janeiro, 2018 at 17:22
Não sei porquê, o ano passado quase que conseguiram cumprir a regra de 4 motores…
…Ai espera…
Génesis
4 Janeiro, 2018 at 11:48
Está correcto, mas falta mencionar 4 motores por GP
João Pereira
3 Janeiro, 2018 at 18:13
Sinceramente, acho esta regra tão estúpida como a limitação de combustível nos anos 80 que causou tantos abandonos com a meta à vista, e até cenas caricatas como Mansell ou Prost a empurrarem os seus monolugares para tentarem conseguir um pontinho depois de terem parado 100 metros antes da linha.
E tudo isto dos 3 motores, apenas porque a Ferrari recusou retrocecer, mas quem sabe se a meio do ano de 2018 já não estarão arrependidos, e eu a rir-me a bandeiras despregadas, dos lamentos dos tiffosi, ou até do seu silêncio.
Roger M
4 Janeiro, 2018 at 12:59
E acha mesmo que a Ferrari vai ser beneficiada com a regra dos 3 motores? À partida e olhando para o que se passou na época passada, a Mercedes terá maior vantagem, visto terem tido o menor número de abandonos derivados a problemas mecânicos.
João Pereira
4 Janeiro, 2018 at 14:13
Leia com atenção o que escrevi acima.
Eu não acho que a Ferrari tenha vantagem com a regra dos três motores, mas lá na “casa” (com lhe chamava Enzo), é que parece acharem que sim, senão não teriam feito finca-pé para avançar com a regra, quando a Red Bull sugeriu retroceder, e manter os quatro motores.
Se quer saber, acho que se alguém vai beneficiar dessa regra, será a Mercedes, que costuma ter motores quase à prova de bala.
Já agora, eu gostava que todos conseguissem a fiabilidade necessária, porque é disso que vivem os campeonatos, de quem chega ao fim das corridas.