F1, Helmut Marko: “Não entendo a mudança na Ferrari”
A mudança de liderança na Ferrari já ia sendo pedida e acabou por se concretizar no final desta temporada, com a saída de Mattia Binotto, que resultou na entrada de Frédéric Vasseur. Mas Helmut Marko acredita que a Ferrari ficou enfraquecida com a mudança.
O conselheiro da Red Bull não poupou elogios a Binotto e mostrou-se perplexo com a mudança operada em Maranello. Binotto sempre foi muito respeitado no paddock da F1 e esse respeito faz-se notar nas declarações de Marko:
“No caso da Ferrari, não compreendo bem a mudança. Classifico Binotto como um excelente técnico e político. Ele ficou sobrecarregado com a tarefa. Mas teria sido o suficiente dar-lhe um diretor-desportivo que o apoiasse na pista e com a estratégia. Com o novo homem, que tem muitos outros empregos, vejo um enfraquecimento para a Ferrari”.
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Frenando_Afondo™
20 Dezembro, 2022 at 20:51
Claro que não percebeu, estava a dar um jeitão ter uma Ferrari que fazia harakiri a meio da época né?
Cágado1
21 Dezembro, 2022 at 0:28
Já somos 2! O Binnotto precisava era de um director desportivo, não de ser posto a andar,
...
21 Dezembro, 2022 at 6:35
Eu também não! Ou muito me engano, ou daqui a uns tempos os mesmos que queriam e aplaudiram a saída de Binotto vão estar a fazer o mesmo a Vasseur, em especial quem aqui chamou Binotto de “deficiente/estúpido”… Talvez não todos, os fãs de Vettell deverão ser mais comedidos, afinal de contas Vasseur não “pôs uns patins” ao alemão…
NOTEAM1 NOTEAM1
21 Dezembro, 2022 at 8:33
O Marko tem toda a razão no que diz.
Contudo, não sabemos como se vai definir a estrutura da Ferrari daqui para frente.
O Vasseur pode não ser o tal “homem com muitos empregos” como diz o Marko, mas sim o homem que vem para reorganizar a equipa.
Como já tinha dito noutro comentário, a Ferrari não teve problemas graves do ponto de vista mais técnico, mas os problemas graves que teve, todos eles são resultado de uma voz de comando inexistente.
Quando a partir de certa altura, os pilotos passaram a ser os estrategas da equipa, já se sabia que o Binotto estava arrumado enquanto chefe de equipa.
Francisco Caetano
21 Dezembro, 2022 at 21:38
Por muito que me custe, mas desta vez tenho de concordar com o Dr. Marko. Se realmente avaliarmos de onde veio a Ferrari em 2020 e onde chegou em 2022, com um segundo lugar de equipas e de pilotos, só por razões estranhas é que não se reconhece isso como trabalho do Binotto. O Horner esteve sete anos seguidos com resultados razoáveis, depois de com Vettel ter exercido quatro anos de domínio, e não foi retirado.
É a grande diferença entre a gestão latina da Ferrari e a gestão anglo/germânica da RebBull e da Mercedes.
José Sousa
21 Dezembro, 2022 at 21:46
Nem entende nem tem que entender, que se concentre nos conselhos que tem que dar à equipa dele e que deixe a Ferrari em paz…este tipo é um metido!!!
jo baue
23 Dezembro, 2022 at 23:20
Hilariante esta pérola do provocador Marko a considera’- lo um excelente político, assim trazendo propositadamente à baila a área onde a Ferrari falhou ( como é já costume) estrondosamente.
E depois, está agora na moda dizer que faltou à Ferrari, ou melhor, ao Binotto, um bom estrategista. Como se o mal da Ferrari fosse sair com pneus de chuva para a pista seca. O que nem é muito difícil de ser corrigido. O mal é errar nos pneus, e depois no debriefing e nas entrevistas haver alguém que mantem que no fundo não
era a decisão errada. Endireitar isto é que é mais difícil. E ao fim de 4 anos já era tempo de mudar o responsável, exactamente aquele que fez “limpeza à sua volta”, eliminando todos os que lhe fizessem sombra, para ficar sozinho no comando de tudo: Mattia Binotto.