F1, Grupo Estratégico: ‘Lastro’ para pilotos ‘levezinhos’…
A reunião do Grupo Estratégico da Fórmula 1 não resultou em grandes novidades, exceção feita ao peso do piloto e ao peso mínimo dos monolugares em 2019.
A Red Bull voltou à carga na tentativa de sensibilizar as restantes equipas para aumentar o número máximo de unidades motrizes permitidas sem penalização, três, mas não teve sucesso, mesmo que Andy Cowell, diretor da Mercedes para a área dos motores, entenda que três unidades motrizes por ano é uma loucura, quando há ainda mais uma corrida no calendário, 21.
De resto, as principais mudanças dizem respeito à aerodinâmica, que será simplificada em 2019. A separação do peso do piloto do peso do carro leva a que sejam ‘exigidos’ 80 kg no mínimo, o que significa que no caso dos pilotos que pesem menos do que isso, e são muitos, serão aplicados lastros.
Ficou a saber-se também que a barbatana de tubarão nos monolugares pode regressar em 2019 porque as equipas da F1 entendem que é uma boa forma de conseguir mais ou melhores patrocínios.
Por outro lado, uma proposta de Ross Brawn para simplificar a asa dianteira não teve acolhimento junto das equipas, que pretendem continuar a ter liberdade de design. Segundo rezam as crónicas foi a Ferrari que usou o seu direito de veto, mas pelos vistos a Scuderia não estava sozinha, pelo que a proposta nunca passaria.
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João Pereira
19 Janeiro, 2018 at 15:44
Ainda bem que alguém meteu o “cabresto” a Mr. Brawn. Simplificar a asa dianteira não resolve o problema das ultrapassagens. aumentar o efeito de solo, simplificar o extractor e as derivas da asa traseira bem como diminuir a sua incidência de forma a gerarem menos turbulência na traseira do carro parece-me bem mais credível.
Mr. Brawn e Mr. Symonds deviam sentar-se mais vezes à mesa de reúniões…a jogar à bisca lambida, em vez de se entreterem a ter ideias de m*rda.
João Pereira
19 Janeiro, 2018 at 15:47
Quanto a peso mínimo para o piloto, parece-me uma excelente ideia para evitar dietas e outros métodos para os pilotos perderem um quilo ou dois, como o Rosberg dizer que deixou de treinar de bicicleta para perder massa muscular nas pernas porque gordura não tinha!!!
Frenando_Afondo™
19 Janeiro, 2018 at 17:44
Parece-me uma boa medida haver um peso mínimo. É ridículo os pilotos terem de perder peso para as equipas conseguirem manter-se dentro do peso máximo permitido (e também é bom para evitar abusos por parte das equipas de fazer pilotos perder peso para conseguirem enfiar no monolugar mais alguns kilos de componentes).