F1 GP do Canadá: Pirelli leva as borrachas mais macias

Por a 13 Junho 2023 14:09

A escolha de pneus da Pirelli não surpreende. O GP do Canadá volta a ter como palco o Circuito Gilles Villeneuve, traçado semi-permanente e por isso menos exigente nas borrachas. Assim, os compostos escolhidos são o C3, C4 e C5 conjunto mais macio da gama da marca italiana.

O circuito Gilles Villeneuve de 4,361 quilómetros, foi construído na ilha artificial de Notre Dame, no meio do rio São Lourenço, perto de Montreal. Fora do Grande Prémio, é utilizado como local de lazer para ciclismo, patinagem e caminhadas. O primeiro Grande Prémio do Canadá realizado nesta pista foi em 1978, com Gilles Villeneuve a sair vencedor. A pista foi rebatizada em memória do piloto canadiano algumas semanas após a sua trágica morte em 1982.

A corrida tem uma duração de 70 voltas, consistindo em seis curvas à esquerda e oito curvas à direita, com três retas (incluindo uma muito longa). A velocidade média é relativamente baixa, graças às frequentes mudanças de direção causadas pela sucessão de curvas próximas, com travagens contínuas.

O composto mais macio é normalmente utilizado apenas na qualificação, como aconteceu no ano passado, em que apenas foram utilizados os compostos médio e duro na corrida. A estratégia preferida pela maioria dos pilotos foi uma estratégia de duas paragens, mas alguns optaram por uma paragem única com um stint inicial muito longo em compostos duros, especialmente os que começaram perto do fim. Com base nos dados do ano passado, o tempo médio de uma paragem nas boxes é de 18,5 segundos, apesar dos mais de 400 metros de pitlane.

Mario Isola

“O asfalto é bastante suave e este circuito de rua não é muito utilizado, o que significa que é provável que vejamos um elevado grau de evolução da pista durante o fim-de-semana. Numa pista sem curvas de alta velocidade, os fatores-chave são a tração nas curvas lentas, a estabilidade na travagem e a agilidade nas mudanças de direção. Outro elemento importante a ter em conta é a meteorologia. As condições podem mudar rapidamente, não só de húmido para seco, mas também com flutuações acentuadas de temperatura. A temperatura do asfalto durante a qualificação do ano passado foi de 17 graus, enquanto na corrida atingiu os 40 graus.”

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4 comentários

  1. JAIMICKX07

    13 Junho, 2023 at 15:42

    PARA QUEM DIZ QE DEVEM CNER-SE OS CUSTOS NA F1, – TODOS, COMEÇANDO PELA F.IA. É MAIS UMA DEMONSTRAÇÃO DO CINSMO POR DETRÁS DESSAS “REGRAS” QUE PENALIZAM EQUIPAS QUE TROCAM COMPONENTES, E NÃO DEIXAM MAIS NINGUÉM ENTRAR NO CLUBE- ANDRETTI…, – DEVIA VOLTAR A HAVER APENAS 3 TIPOS DE PNEUS: SLICKS, UNTERMÉDIOD, CHUVA. E SÓ COM UMA MISTIRA CADA. ACABAR CO A OALHAÇADA DO DRS, ETC… A F1 HOJE É UMA GIGANTESCA CAIXA DE LOBBIES…

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