George Russell minimiza especulações sobre novo contrato com a Mercedes, afirmando que o seu foco está no desempenho na pista. Russell, que teve um bom início de temporada com a Mercedes, incluindo três pódios nas primeiras quatro corridas, na conferência de imprensa brincou inicialmente sobre o seu futuro com a equipa, mas depois admitiu que não está preocupado com a situação contratual enfatizando que o desempenho é a principal moeda dos pilotos e que, se o tiver, o futuro resolver-se-á por si só.
Russell também comentou sobre os rumores que circulam, afirmando que alguns estão razoavelmente próximos da verdade, mas que as discussões contratuais geralmente não começam antes de maio ou junho.
O inglês destaca ainda a importância das cláusulas de desempenho nos contratos dos pilotos, enfatizando que, no final das contas, o desempenho é o fator determinante para a permanência de um piloto numa equipa.
“Se tiveres bom desempenho, tudo é bom’ foi a forma com que Russell respondeu à especulação sobre novo contrato com a Mercedes. “Do meu lado não há literalmente nenhum stress, nenhuma preocupação. Acho que quando se trata de contratos toda a gente fica muito entusiasmada com isso. O facto é que os pilotos têm contratos e, se não tiverem um bom desempenho, saltam fora. Para os pilotos, o desempenho é a nossa moeda – é o que temos, e se tivermos desempenho tudo é bom, por isso estou apenas entusiasmado por ir correr este fim de semana, concentrar-me no desempenho e o futuro resolve-se por si próprio. A única parte mais anormal é o número de pilotos que têm contratos de longo prazo, mas com cláusulas de saída, todos têm cláusulas de desempenho, por isso um piloto com um contrato de três anos não significa nada, se tiver uma cláusula de saída, ou se a equipa tiver uma cláusula de saída se o piloto não tiver um bom desempenho. Por isso, como disse, não significa muito e se tens um contrato com uma equipa, mas a equipa quer que te vás embora, a equipa arranja maneira de te fazer sair.
“É assim que este desporto funciona e é assim que deve funcionar, porque somos 20 dos melhores do mundo e é implacável, não há tempo para brincadeiras. Tudo o que se pode fazer é concentrarmo-nos em conduzir depressa”.
FOTO MPSA/Phillippe Nanchino












