Não está a ser fácil o começo de reinado de Fred Vasseur na Ferrari. O francês assumiu a liderança da equipa no final do ano passado e já enfrenta uma crise que envolve as esferas superiores da Ferrari.
Fala-se em relações degradadas, desilusão e uma intromissão crescente das chefias da Ferrari no trabalho da equipa de F1, mas Vasseur tratou de esclarecer que não sente que não tem o poder necessário para fazer o trabalho que tem pela frente:
“Tenho os meios e o poder de decidir que nunca tive noutro lugar. Esta é a realidade da situação”!
Quanto às saídas, o francês desvalorizou e considerou até normal que aconteçam. O que não entende é a velocidade a que a Ferrari se tornou num alvo de críticas:
“É inevitável. Há pessoas que eram muito próximas de Mattia [Binotto] e que preferem partir, o que não me incomoda. E há outras que podem ter temido por um momento pelo seu futuro. Tenho dificuldade em compreender porque é que a equipa se torna um alvo depois de apenas uma corrida”, continuou Vasseur. “No que diz respeito à correlação entre a simulação e a pista, há bons sinais. É por isso que pedi a todos que se concentrassem no desempenho e encontrassem soluções para as questões de fiabilidade, porque o campeonato é longo. Só porque não se ganha a primeira corrida, não significa que se está fora da luta. O Bahrain foi mau em alguns aspetos, e bom em outros”!











