F1: Falta um segundo por volta para a Cadillac se juntar ao meio do pelotão
Sergio Pérez reconhece que a Cadillac ainda precisa de ganhar cerca de um segundo por volta para competir com as equipas do meio do pelotão. O Grande Prémio de Miami surge como um teste decisivo para a equipa.
Apesar de alguns sinais de progresso nas primeiras corridas da temporada, a Cadillac continua nas últimas posições do pelotão. No Japão, houve indicadores positivos, sobretudo em qualificação, evidenciando evolução desde Melbourne. Contudo, em corrida, as limitações tornaram-se evidentes.
Pérez terminou na 17.ª posição e perdeu terreno ao longo dos stints, mesmo com um período de safety car a compactar o grupo. Após a relargada, o piloto mexicano registou uma perda de cerca de um segundo por volta face aos adversários diretos, terminando aproximadamente 27 segundos atrás do grupo liderado por Carlos Sainz e Franco Colapinto.
SP11’s strongest showing of 2026 🤝
Three races, three checkered flags. The progress is clear and our pace is only getting stronger. pic.twitter.com/BKK7ZfFaJY
— Cadillac Formula 1 Team (@Cadillac_F1) March 29, 2026
O principal problema identificado pela equipa prende-se com a falta de consistência e, sobretudo, com o défice de carga aerodinâmica. Apesar de um equilíbrio geral considerado aceitável, a Cadillac continua a ter dificuldades em acompanhar o ritmo dos rivais, também devido a limitações na gestão e utilização da energia dos sistemas híbridos.
Novo pacote de melhorias em Miami pode dar sinais positivos
Ainda assim, Pérez destaca melhorias operacionais e acredita que a equipa tem evoluído de forma consistente em cada Grande Prémio. A Cadillac aposta agora num pacote significativo de atualizações para Miami, que poderá representar um ponto de viragem no desenvolvimento do projeto.
Sergio Pérez afirmou: “Foi bastante interessante. Quando estava atrás, estava a lutar com os Williams e os Alpine naquele momento, e conseguia ver que eles não estavam assim tão longe. Mas conseguem encontrar o seu ritmo, repetidamente, de forma consistente.”
O piloto acrescentou: “Penso que é óbvio que precisamos de um segundo neste momento, e espero mesmo que possamos trazer uma grande melhoria para Miami. Acho que este será o maior teste para a equipa.”
Sobre os progressos, referiu: “Acho que temos evoluído em cada Grande Prémio. Esta foi a primeira corrida em que, no geral, tudo correu bastante bem, à exceção de alguns problemas de utilização de energia que tive na qualificação. Espero que possamos dar esse passo para lutar com o pelotão intermédio. Penso que há várias áreas, mas neste momento a principal é a carga aerodinâmica. É aí que estamos mais em falta. O equilíbrio não é mau, mas falta-nos apoio aerodinâmico.”
E concluiu: “Vejo sinais encorajadores. Também há trabalho a fazer na utilização de energia. Consegui ver que algumas equipas estavam a usar a energia de forma diferente da nossa. Vamos trazer alterações para Miami e isso será o maior teste para nós.”
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